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Polícia brasileira investiga ‘ataque terrorista’ no Supremo Tribunal Federal – DW – 14/11/2024

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Um homem que falhou na tentativa de invadir BrasilO Supremo Tribunal de Justiça suicidou-se em explosões no exterior do edifício na quarta-feira, disseram as autoridades.

As autoridades evacuaram as instalações do Supremo Tribunal Federal em Brasília após dois estrondos ouvidos com intervalo de 20 segundos um do outro.

Um policial disse à televisão local que o homem morto encontrado na praça tinha um dispositivo explosivo consigo.

Celina Leão, vice-governadora do Distrito Federal do Brasil, disse que a polícia suspeita que o homem que morreu tenha causado as explosões.

“Poderia ter sido um lobo solitário, como outros que vimos ao redor do mundo”, disse Leão em entrevista coletiva. “Estamos considerando isso como suicídio porque houve apenas uma vítima. Mas as investigações mostrarão se esse foi realmente o caso”.

Explosão no porta-malas de carro estacionado

A primeira explosão ocorreu no porta-malas de um veículo estacionado em um estacionamento próximo ao prédio do tribunal.

“Sua primeira ação foi explodir o carro”, disse Leão. “Então ele abordou a Suprema Corte e tentou entrar no prédio. Ele falhou e depois houve outras explosões”.

Os juízes do tribunal deixaram o prédio em segurança após o incidente, que ocorreu por volta das 19h30, horário local (22h30 UTC), logo após o término da sessão de quarta-feira.

A polícia vasculhou a área em busca de outros artefatos explosivos, e o procurador-geral do país classificou as explosões nas redes sociais como um “ataque”.

A Câmara dos Deputados brasileira, a câmara baixa do Congresso Nacional do país, suspendeu sua sessão após as explosões perto do Supremo Tribunal Federal.

Polícia trata ataque como ‘ato terrorista’

A Polícia Federal está investigando as explosões como um ato de terrorismo, disse seu diretor, Andrei Passos Rodrigues, nesta quinta-feira. As explosões também poderiam ter sido uma tentativa violenta de derrubar o “estado de direito democrático”, acrescentou.

“Por mais que seja um indivíduo, por trás dele está todo esse discurso que leva alguém a cometer isso”, disse Rodrigues. “Essas ações não são ações isoladas”.

O autor do crime foi identificado como Francisco Wanderley Luiz, membro do ex-presidente de 59 anos Jair Bolsonarodo Partido Liberal (PL), de extrema-direita.

Enquanto isso, um juiz do Supremo Tribunal brasileiro disse que a explosão fora do tribunal em Brasília foi o resultado de frequentes ataques de extrema direita e discursos de ódio contra as instituições do país.

“Cresceu sob o pretexto de um uso criminoso da liberdade de expressão. Para ofender, ameaçar, coagir”, disse o ministro Alexandre de Moraes.

Supremo Tribunal Federal é alvo de ameaças

O incidente ocorreu na Praça dos Três Poderes, em Brasília, onde estão localizados os principais prédios do governo do Brasil.

A Suprema Corte fica do outro lado da praça do palácio presidencial.

Um porta-voz da President Luiz Inacio Lula da Silva disse que o líder de 79 anos não estava no palácio presidencial vizinho no momento da explosão.

Nos últimos anos, o Supremo Tribunal Federal tornou-se alvo de ameaças de grupos de extrema direita e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro devido aos seus esforços para conter a propagação de desinformação.

As explosões ocorreram apenas cinco dias antes de os líderes globais do Grupo das 20 principais economias reunir-se-ão no Rio de Janeiro, destacando as principais preocupações de segurança.

O presidente chinês, Xi Jinping, também deverá visitar Brasília dentro de alguns dias.

ou seja, ss/sms, ab (AP, Reuters, AFP)



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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