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Polícia faz reprodução simulada no Complexo de Israel – 02/11/2024 – Cotidiano

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Yuri Eiras

Policiais civis fizeram neste sábado (2) uma reprodução simulada de 2 das 3 mortes ocorridas no dia 24 de outubro, durante um confronto entre policiais militares e traficantes no Complexo de Israel, zona norte do Rio de Janeiro.

Três pessoas morreram enquanto passavam pelas vias próximas ao complexo. Paulo Roberto de Souza, 60, motorista de aplicativo, foi baleado dentro do carro. Renato de Oliveira, 48, acabou atingido por um tiro dentro do ônibus enquanto ia para o trabalho. Geneilson Eustáquio Ribeiro, 49, era motorista de caminhão de frete e passava pela região no momento do confronto.

Em entrevista coletiva no dia do confronto, o governador do Rio Cláudio Castro (PL) afirmou que os tiros partiram dos traficantes.

Neste sábado (2), a DHBF (Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense) fez perícias complementares na Linha Vermelha e na rodovia Washington Luiz para identificar a origem dos disparos que mataram Paulo e Geneilson. As duas mortes ocorreram em trechos das vias na altura da Baixada Fluminense.

A morte de Renato é investigada pela DHC (Delegacia de Homicídios da Capital).

Agentes mediram as distâncias entre os veículos que foram atingidos para identificar de onde partiram os tiros. As vítimas do tiroteio estavam dispersas em um raio de até quatro quilômetros entre si.

A ação da PM mirava roubos de veículos e cargas nas comunidades Cidade Alta, Cinco Bocas e Pica-Pau, que fazem parte do Complexo de Israel.

A região é dominada pelo traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, conhecido por usar símbolos cristão e judaicos, como a estrela de Davi e a bandeira de Israel, e por denúncias de intolerância religiosa, como a expulsão de seguidores da umbanda e candomblé.

Segundo a Polícia Civil, a perícia foi agendada para o sábado de feriado para causar menor impacto ao trânsito. “Esta prova técnica é fundamental para a responsabilização criminal dos autores destes delitos”, disse a polícia, em nota.

A Polícia Civil formalizou a apuração sobre o suposto crime de terrorismo praticado por Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, líder do TCP (Terceiro Comando Puro) no Rio de Janeiro e fundador do Complexo de Israel, na zona norte da cidade.

Na justificativa para a tipificação, à qual a Folha teve acesso, os investigadores afirmaram que a ação, que deixou seis baleados, sendo três mortos, em um raio de quatro quilômetros, “se configura como ato de terrorismo, na medida em que os criminosos da mencionada facção praticaram diversos atos de destruição”.



Leia Mais: Folha

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.

A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.

Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.

Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.

Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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