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Polícia Militar realiza ações preventivas com estudantes do Instituto Lourenço Filho, em Rio Branco
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2 anos atrásem
Andreia Nobre
Dando continuidade às ações do programa CIA de Policiamento Escolar, da Polícia Militar do Acre (PMAC), a equipe do Comando do Policiamento de Cães (CPCães) esteve nesta terça-feira, 8, no Instituto Estadual Lourenço Filho (Ielf), em Rio Branco.
Com o objetivo de coibir a prática de bullying, cyber bullying e casos de violência, o programa CIA nas Escolas atua por meio de palestras e conversas com a comunidade escolar. A programação iniciou nesta segunda-feira, 7, e vai se estender durante toda esta semana: com a Banda da PMAC na quarta-feira, o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) na quinta-feira e a Patrulha Maria da Penha da sexta-feira.
De acordo com a coordenadora de Ensino do Ielf, Poliany Pereira, a parceria entre as instituições ajuda os alunos a enxergarem a PMAC com outros olhos. “Nessa parceria a gente não vê a polícia apenas como órgão punitivo, mas como órgão orientador de conscientização. Isso tem surtido um grande efeito dentro da escola, trazendo mais segurança”, disse.

Poliany Pereira também enfatizou que o programa tem incentivado muitos estudantes a se identificarem com a carreia de policial. “Como eles estão perto de sair para o mercado de trabalho, as palestras estimulam neles o desejo por exercer a profissão de policial militar”, declarou.
A estudante do 3º ano, Nazaré Medeiros, disse que a ação é muito importante para conscientizar sobre o bullying na escola. “Eu gostei muito da orientação que eles deram sobre a questão do bullying, que tem acontecido muito e precisamos dessa orientação, principalmente com os novos alunos que chegaram, que vieram de um ambiente diferente”, ressaltou.

Instrução
O CPCães é ligado ao Batalhão de Operações Especiais (Bope) e atua há 18 anos no estado, com cães treinados para combater o crime e detectar ilícitos como drogas, armas e celulares.
Os militares levaram para a ação dois cães, um macho, da raça pastor alemão, chamado de Prantro, e uma fêmea, da raça labrador, chamada de Alfa, e foi feita uma demonstração do treinamento prático aos alunos.

De acordo com o comandante do CPCães, Sargento Robson da Matta, o trabalho realizado pelo policiamento é baseado no afeto e técnicas especificas. “O nosso intuito é realizar não só patrulhamento ostensivo, mas também fazer algumas orientações, viabilizar o contato da população. Isso, para nós, é uma prevenção também”, destacou.
Para a estudante Nazaré Medeiros, o trabalho do CPCães é estratégico. “Eu achei uma ideia muito boa a utilização dos cães para rastreamento desses tipos de drogas ilícitas. E os cães também são utilizados para terapia. É porque a gente ama os cachorros e os cachorros curam a gente e retribuem isso”, declarou.

Os animais também são utilizados para terapia e na ajuda de cura de doenças pelo afeto. Além disso, qualquer pessoa pode visitar o centro de treinamento no canil do Bope, localizado na Chácara Ipê, em Rio Branco – AC, das 7h às 13h. Para conhecer mais sobre o trabalho é possível acessar o CPCães no Instagram @cpcaes_bope.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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