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CRIME

Polícia prende casal que cultivava mais de 300 pés de maconha em casa em Rio Branco

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Polícia prende casal que cultivava mais de 300 pés de maconha em casa em Rio Branco — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Plantação era mantida dentro de casa. Apreensão ocorreu na manhã desta sexta-feira (8).

Capa: Polícia prende casal que cultivava mais de 300 pés de maconha em casa em Rio Branco — Foto: Divulgação/Polícia Civil. 

Um casal foi preso na manhã desta sexta-feira (8) com uma plantação de mais de 300 pés de maconha. O flagrante ocorreu no Residencial Santa Cruz, no bairro Apolônio Sales, em Rio Branco,

A apreensão foi feita pela Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (Dcore). O delegado Santa Bárbara, que comandou as investigações, o homem de 32 anos e a mulher, de 20, eram verdadeiros agricultores da droga.

“São 30 pés adultos e tem mais de 300 mudas. Eles eram realmente agricultores da maconha e faziam o famoso círculo completo. Eles cultivavam desde à semente e tinha no hall para fazer essa árvore e colocar elas nas melhores condições de vida, em um ambiente ideal. Eles climatizavam, usavam ar-condicionado para manter em condições ideais e, no final, eles prensavam a droga e vendiam”, informou o delegado.

Santa Bárbara disse que as investigações já ocorriam há alguns meses e os investigadores estavam procurando identificar essas pessoas que estariam, mesmo com o fechamento da fronteira, comercializando droga na cidade.

“Eles identificaram o endereço e as pessoas, nós fizemos a representação pelo mandado de busca e apreensão e hoje [sexta, 8] foi dado cumprimento, onde foi encontrado esse vasto material”, disse.

Droga estava em uma casa no bairro Apolônio Sales, em Rio Branco — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Droga estava em uma casa no bairro Apolônio Sales, em Rio Branco — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Na casa ainda foi apreendida uma prensa, munições, material para embalar e pesar a droga e celulares. A polícia não localizou a arma e investiga se a casa era alugada ou pertencia ao casal.

“Eles também trabalhavam com cocaína, só que eles não produziam a cocaína. Dá para ver que eles têm água de bateria que eles usavam para misturar e vender a droga”, acrescentou o delegado.

As mudas eram mantidas dentro de salas climatizadas e iluminadas. “Era tudo feito dentro de casa. É uma coisa difícil, não é fácil cultivar quem cuida de planta sabe que é difícil manter assim tão verde e para manter desse jeito tinha que ter bastante experiência”, concluiu o delegado.

Colaborou Tálita Sabrina, da Rede Amazônica Acre.

Droga estava muito bem acondicionada, de acordo com o delegado — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Droga estava muito bem acondicionada, de acordo com o delegado — Foto: Divulgação/Polícia Civil. Por G1AC. 

Bujari

No Bujari, padrasto é condenado a nove anos de reclusão por estupro de vulnerável

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Crime aconteceu em setembro de 2019 e foi julgado pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Bujari.

O Juízo da Vara Única da Comarca do Bujari condenou homem a nove anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial semiaberto. O denunciado foi sentenciado por cometer o crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal, contra vítima que tinha 12 anos de idade na época dos fatos.

Conforme os autos do processo, em setembro de 2019 o acusado, padrasto foi até a cama da vítima de madrugada e ficou tocando em partes do corpo dela enquanto dormia. Mas, a adolescente acordou e saiu correndo até as autoridades policiais.

A sentença é assinada pelo juiz de Direito Anastácio Menezes, que estava respondendo pela unidade judiciária. O magistrado explicou que nesses casos a palavra das vítimas tem alto valor de comprovação.

Além disso, o juiz de Direito discorreu que “(…) as testemunhas policiais afirmaram que a vítima foi registrar o ocorrido tão logo aconteceu e estava chorando, na madrugada, tamanha violência que sofreu e o desespero por socorro”.

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CRIME

Corpo achado carbonizado dentro de carro em rodovia de Rio Branco é enterrado sem ser identificado

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Corpo foi enterrado dia 4 de maio. Peritos colheram material para fazer o exame de DNA.

Capa: Corpo achado carbonizado dentro de carro em rodovia de Rio Branco é enterrado sem ser identificado — Foto: Iryá Rodrigues/G1.

O corpo encontrado carbonizado dentro de um carro, por moradores do Ramal do Ouro, na Rodovia Transacreana, zona rural de Rio Branco, foi liberado para o enterro sem ser identificado.

Ele foi enterrado no dia 4 de maio sem ser identificado porque o corpo estava em estado de putrefação e não tinha condições de ser levado para o freezer, segundo informações do Instituto Médico Legal (IML).

Os peritos recolheram o material genético para realizar um exame de DNA no corpo e fizeram a liberação. A suspeita é de que o homem seja o que tentou matar a mulher a facadas no dia 21 de abril, no bairro Joafra.

A assessoria de comunicação da Polícia Civil informou ao G1 que, devido existir a suspeita de quem é o homem, os familiares assinaram um documento e o corpo foi liberado para o sepultamento. Porém, mesmo com esse documento, o homem foi enterrado como indigente e só depois do exame de DNA, se der positivo, é feita a identificação.

Um dia depois da tentativa de matar a mulher, a polícia foi acionada para a atender a ocorrência, no dia 22. Na época, a polícia disse que possivelmente o corpo seria do companheiro de Zuleide de Souza Pessoa, de 40 anos, que levou quatro facadas dele, mas que somente após os exames que vai ser possível confirmar.

Ainda conforme o IML, não tem uma data prevista para que saia o resultado do exame que comprova a identidade da homem.

Paciente em recuperação

Após 18 dias de ser esfaqueada Zuleide se recupera bem, e já deixou a Unidade de terapia Intensiva (UTI), informou a filha dela Karolaine Pessoa do Nascimento.

“Ela não tem previsão de alta ainda. Mas, ela já está no leito, e se recupera bem. Tirou um dreno do pulmão do lado direito, e continua com o do lado esquerdo. Ela tem reagido bem e não tem mais dificuldade respiratória”, informou a filha.

Zuleide foi ferida na frente do filho de 11 anos e da neta, de 5, no Conjunto Joafra. O marido, principal suspeito, fugiu após o crime. No dia seguinte o carro dele foi achado com um corpo carbonizado dentro e aguarda o exame de DNA para comprovar se era ele.

Por G1AC. 

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