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Polícia rastreia ladrão de sapatos improvável de jardim de infância japonês | Japão
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Justin McCurry in Tokyo
A polícia e a equipe ficaram inicialmente perplexas quando os sapatos começaram a desaparecer de um jardim de infância no sudoeste. Japãoaté porque os “furtos” foram de sapatos individuais e não de pares.
Incapaz de chegar ao fundo dos dois incidentes relatados no início deste mês, a polícia instalou três câmeras de segurança na esperança de que o ladrão atacasse novamente, segundo o jornal Mainichi Shimbun.
Então, quando um único sapato desapareceu do jardim de infância Gosho Kodomo-en em Koga, província de Fukuoka, na noite de 11 de novembro, os investigadores examinaram as imagens da câmera, acreditando que finalmente haviam capturado o suspeito de roubar calçados em flagrante.
O culpado, no entanto, tinha quatro patas, uma pelagem marrom-alaranjada e garras afiadas.
Imagens da câmera reveladas que uma doninha apareceu por trás de uma parede na noite anterior antes de se aproximar de cubículos que guardavam sapatos infantis e fugir com um único sapato branco na boca – tudo no espaço de cerca de 10 segundos.
O diretor do jardim de infância contatou a polícia no início de novembro, depois que 15 sapatos pertencentes a 10 crianças desapareceram. No dia seguinte, outros três haviam desaparecido, enquanto outros sapatos, que as crianças usam apenas por dentro, foram encontrados espalhados pelo chão.
“Estávamos muito preocupados, mas aliviados agora que sabemos que era um animal”, disse um membro da equipe ao Mainichi.
O jornal citou um policial local dizendo que, até onde ele sabe, o mistério dos sapatos desaparecidos foi o primeiro desse tipo.
O professor Hiroshi Sasaki, da Universidade Chikushi Jogakuen, disse que a doninha que rouba sapatos provavelmente tinha acabado de dar à luz e, dada a sensibilidade do animal ao frio, estava usando os sapatos para forrar seu ninho para o inverno.
O paradeiro dos sapatos permanece desconhecido, no entanto, e a creche espera evitar a repetição dos incidentes cobrindo os cubículos com redes à noite, no que descreveu como uma “medida de prevenção do crime”.
As referências à doninha na língua japonesa têm conotações negativas semelhantes às encontradas em inglês. De acordo com o falecido naturalista japonês CW Nicol, o cheiro almiscarado da doninha japonesa deu origem ao ditado itachi no saigo-pei. Isso se traduz literalmente como “o último peido da doninha”, mas é usado para se referir à última palavra ou ato de uma pessoa impopular ou desagradável.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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