NOSSAS REDES

ACRE

Por que 11 casas recomendam ter Bitcoin na carteira em novembro?

PUBLICADO

em

O Bitcoin (BTC) terminou com alta de 10% em outubro, reforçando a tese de que o “mês das crianças” costuma ser positivo para a cripto. Para novembro, a expectativa dos analistas é que a maior criptomoeda do mercado continue entregando um bom desempenho, apesar da possível volatilidade em meio as eleições presidenciais nos Estados Unidos.

Todo mês, o InfoMoney compila as carteiras recomendadas de diversas instituições. Das 11 casas consultadas – entre exchanges, gestoras de cripto e bancos de investimentos consultados -, todas sugeriram manter a criptomoeda no portfólio.

São três principais teses de investimentos no ativo digital: possível reação positiva após as eleições americanas, especialmente se Donald Trump – conhecido como pró-cripto – ganhar; queda de juros nos EUA, que costuma atrair mais dinheiro para ativos de risco; e aumento de interesse institucional.

Continua depois da publicidade

O BTC, no entanto, não é o único criptoativo sugerido. Veja as 6 criptomoedas mais recomendadas por especialistas para novembro:

CriptomoedaNº de recomendaçõesRetorno acumulado (30 dias)
Bitcoin (BTC)1110%
Solana (SOL)712,40%
Ethereum (ETH)50,40%
Pendle (PENDLE)312,15%
Sui (SUI)26,50%
Stacks (STX)2-22%
Fontes: BTG Pactual, QR Asset, Empiricus, Nord Research, Mercado Bitcoin (MB), Bitget, Foxbit, NovaDAX, CoinEx, Empiricus e Hurst Capital.
Cotações: TradingView
Data de corte: 4/11/2024, às 1430

Bitcoin (BTC)

Luiz Pedro, especialista em cripto da Nord Research, disse que os principais impulsionadores da criptomoeda são a eleição nos Estados Unidos e o crescimento dos fluxos para os ETFs (fundos de índice), além da melhoria no cenário macro. “O BTC ainda deve ser o principal receptor de fluxo, e ter uma performance melhor que a grande média do mercado cripto.”

Para o BTG Pactual, os fluxos de entrada nos ETFs de BTC listados nos EUA, que somaram mais de US$ 5 bilhões no mês de outubro, “refletem uma crescente confiança no ativo, o que deve eventualmente se traduzir em valorização”. Já para Fernando Pereira, analista da Bitget, o Bitcoin pode valorizar se Trump ganhar “porque ele prometeu transformar os EUA na superpotência do Bitcoin“.

Continua depois da publicidade

Leia também:

Solana (SOL)

A Solana, a principal concorrente da Ethereum (ETH), é uma rede rápida e com taxas de transação muito mais baixas em comparação com outras concorrentes, o que tem atraído desenvolvidos de projetos e de memecoins, segundo Valter Rabelo, head de ativos digitais da Empiricus Research. “Todas essas narrativas alinhadas culminam no aumento de utilização da rede Solana, tornando o ativo SOL mais valioso.”

Ethereum (ETH)

Para o BTG, as plataformas de smart contracts (contratos inteligentes), como o Ethereum e também a Solana, seguem como a espinha dorsal do ecossistema cripto, possibilitando a criação de aplicações para finanças descentralizadas (DeFi). “Com crescimento robusto em adoção e desenvolvimento, o potencial de transformação dessas plataformas em diversas indústrias deve continuar atraindo demanda crescente”.

Continua depois da publicidade

Pendle (PENDLE)

O projeto continua a chamar atenção do segmento de tokenização de ativos reais, uma área que segue aquecida com o interesse de investidores, segundo César Félix, gerente de CX da exchange NovaDAX. “Mesmo com quedas recentes, a cripto atraiu baleias (grandes investidores) e se recuperou, seguindo uma linha de tendência ascendente que reflete a forte demanda do mercado.”

Sui (SUI)

Beto Fernandes, analista da exchange Foxbit, disse que a SUI recentemente renovou sua máxima histórica e que, apesar de o projeto ter passado por uma realização de lucros no momento, os dados da rede ainda são animadores. “O número de novas contas, por exemplo, voltou a crescer com intensidade, superando os 30 milhões de endereços. Já o TVL (quantidade de fundos depositados na rede pelos usuários) está em US$ 1 bilhão, mostrando que há projetos sendo desenvolvidos e utilizados na plataforma. O ponto mais ‘negativo’ da SUI é que o número de validadores ainda é ‘baixo’ em comparação com redes maiores”.

Stacks (STX)

O Stacks é uma proposta de segunda camada do Bitcoin – ou seja, que ajuda a dar escalabilidade na rede da criptomoeda. “A gente acha o Stacks interessante por estar fortemente correlacionado com o Bitcoin e porque está no ecossistema dele. Então também vemos o projeto com pontos positivos, já que a gente vê o Bitcoin como uma boa exposição para os próximos meses”, disse Rony Szuster, analista de pesquisa do Mercado Bitcoin (MB).

Continua depois da publicidade

Quer saber onde investir em novembro?

A cada início de mês, o InfoMoney reúne os investimentos mais recomendados por quem entende do assunto.

Confira outras carteiras recomendadas para novembro:

Leia Mais

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard - interna.jpg

Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio-interna.jpg

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS