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Por que as eleições nos EUA acontecem numa terça-feira de novembro? O que saber, em 500 palavras | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA
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Os americanos irão às urnas em 5 de novembro, como parte de uma tradição do dia das eleições que remonta a meados do século XIX.
Em toda a América Latina, geralmente cai num domingo. Na Índia, pode durar semanas, dado o vasto território do país. E no Médio Oriente, o sábado é frequentemente o dia crucial.
Mas nos Estados Unidos, a cada quatro anos, os votos para presidente são dados na primeira terça-feira após a primeira segunda-feira do mês de novembro.
Isso mesmo, estamos falando Dia de eleição.
E este ano não é diferente: milhões de americanos irão às urnas no dia 5 de novembro para votar no presidente democrata Joe Biden ou no seu antecessor republicano, Donald Trump.
No entanto, apesar da longa história do país de realização de eleições presidenciais no início de Novembro, o que é menos conhecido é porquê ou como essa tradição começou.
Segundo os historiadores, tudo está ligado aos agricultores americanos. Sim, realmente.
Mas antes de entrarmos nisso, primeiro você precisa saber qual sistema estava em vigor antes das eleições presidenciais dos EUA serem realizadas em uma única data em todo o país.
Até meados de 1800, as datas das eleições variavam de acordo com o estado dos EUA, desde que fossem marcadas nas semanas anteriores ao Colégio eleitoral se reuniram em dezembro.
Em 1844, por exemplo, a eleição presidencial foi realizada durante um período de um mês, entre o início de novembro e o início de dezembro.
Alguns críticos disseram que o sistema era ineficiente e temiam que a realização de votações em datas diferentes também pudesse influenciar os resultados, segundo History.com.
Se os americanos percebessem que um candidato à presidência teve um bom desempenho numa área de votação antecipada, por exemplo, isso poderia levar a um resultado melhor para o candidato noutras partes do país que votasse mais tarde.
Assim, em 1845, o Congresso dos EUA aprovou uma lei (PDF) estabelecer uma data uniforme para a eleição do presidente e do vice-presidente em todos os estados da União.
Essa data, afirma a lei, deveria ser “na terça-feira seguinte à primeira segunda-feira do mês de novembro”.
Mas porquê uma terça-feira e porquê em Novembro? É aqui que entram os agricultores.
Na altura, muitos americanos no país incipiente – então com menos de 100 anos de idade – estavam envolvidos na agricultura.
Simplificando, Novembro foi escolhido porque não coincidia com a movimentada época de plantação da Primavera ou com a colheita do Outono, e ocorreu antes do início das temperaturas frias do Inverno.
Muitos destes primeiros agricultores americanos também viviam em áreas rurais, longe dos grandes centros populacionais, onde normalmente eram votadas. Isso significava que poderia levar um dia de viagem para chegar ao local de votação.
O dia da semana da eleição também foi escolhido por processo de eliminação. O domingo estava fora de questão porque é quando os cristãos frequentam a igreja.
E quarta-feira era tipicamente “dia de mercado”, quando os agricultores vendiam produtos e outros bens.
Pelas mesmas razões, domingo e quarta-feira também não podiam ser considerados dias de viagem – pelo que a ideia de realizar as eleições na segunda ou quinta-feira também foi rejeitada.
Portanto, terça-feira foi a melhor escolha.
Então aí está. “Na terça-feira seguinte à primeira segunda-feira do mês de novembro”, explicou.
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.
A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira
Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.
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