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Portal comemora 30 mil notícias boas publicadas em 13 anos; ajuda na saúde mental
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1 ano atrásem
O mundo é melhor do que parece e a prova está aqui: 30 mil notícias boas foram publicadas nos últimos 13 anos pelo Só Notícia Boa. A marca foi atingida esta semana e mostra que o mundo tem, sim, muita gente boa e muita coisa boa acontecendo. E a gente divulga!
E notícia boa não é mimo, é necessidade, tem efeito positivo na saúde mental e na felicidade das pessoas. Segundo o psicólogo norte-americano Martin Seligman, a informação positiva ajuda a sustentar os pilares da felicidade porque gera positividade, um olhar mais otimista e ajuda a aliviar a tensão do cotidiano. Mais que isso: mostra que fazer jornalismo positivo é factível.
“A seleção criteriosa de conteúdos evidencia o lado construtivo da sociedade e contribui para que possamos acreditar que, uma sociedade melhor é possível. São 30 mil boas notícias publicadas, 30 mil vidas recontadas, e, 30 mil histórias que merecem vir a público e reforçam que o bom jornalismo é totalmente possível”, disse a doutora em Comunicação pela Universidade de Brasília, a professora Ana Carolina Kalume Maranhão.
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Notícia boa x notícia ruim
Sim, é verdade que notícia ruim “vende mais” e dá mais ibope. Mas tem algo escondido nesse contexto:
“Quando assiste notícia ruim, a pessoa tem a falsa sensação de que a vida dela é menos pior. Ela vê uma tragédia ou um crime, por exemplo, e medo, pena ou angústia pelo outro. Repare como as pessoas dizem: “nossa, você viu o que aconteceu com fulana?: É como se ela estivesse distante daquela situação”, lembrou Rinaldo de Oliveira, criador e CEO do SNB.
“E quando vê uma notícia boa, a reação é outra, de pertencimento, de se sentir incluída, inspirada ou de ter gratidão”, continuou.
Não é alienação
E não se trata de alienação, as pessoas devem saber de tudo que está acontecendo, de ruim e de bom, defende Rinaldo de Oliveira:
“Eu sempre brinco que a imprensa comum é o prato quente e o SNB é a sobremesa. Então vai lá, veja o que quiser e depois acesse o Só Notícia Boa, para voltar a acreditar na humanidade e deixar seu coração quentinho”.
E a importância de ver informações positivas é defendida por psicólogos, psiquiatras e acadêmicos:
“Como professora da Universidade de Brasília, acredito na relevância de iniciativas como a do Só Notícia Boa, que dedica-se a publicar matérias humanas e que refletem a importância das boas histórias”, afirmou.
Ana Carolina é professora na UnB e integra a equipe de pesquisa do Núcleo de Multimídia e Internet, laboratório ligado à Faculdade de Tecnologia – Departamento de Engenharia Elétrica, daí preocupação com notícias que “humanizem” temas caros ao público, mas nem sempre divulgados.
A história do SNB
O Só Notícia Boa trabalha focado no bem, no amor, na solidariedade, na generosidade e na empatia. E é baseado em 4 pilares: notícias factuais, boas ações, defesa do meio ambiente e preconceito zero.
Tudo começou, em 2009, com o jornalista Rinaldo Oliveira, enquanto trabalhava como apresentador de telejornal. Diante de tantas notícias ruins apresentadas diariamente, ele teve problemas de estômago e, para equilibrar as energias, criou um pequeno blog, que deu origem ao SNB dois anos depois.
Em 2011, portal Só Notícia Boa estreou, com o nome dado inspirado num desejo da filha dele, Lorena Fassina, na época com 10 anos. Após 4 anos começou o podcast SóNotíciaBoa, programa de rádio web com as melhores notícias da semana. Premiado, em 2016 inaugurou o Canal SóNotíciaBoa, no Youtube. E, em 2021, entrou no ar o Só Vaquinha Boa, plataforma de crowdfunding do SNB criada para ajudar pessoas e proporcionar finais felizes.
“Nadar contra a maré não é fácil, mas é gratificante ver como esse projeto do bem, que nasceu tão pequeno, ganhou o mundo. Hoje o SNB é lido em 150 países, tem 10 colaboradores e é lido por mais de 3 milhões de pessoas mensalmente”, disse Rinaldo de Oliveira.
E grandes novidades, para comemorar os 14 anos do portal, vêm por aí, aguarde!
Onde acessar
Você pode acompanhar notícias boas pelo portal www.sonoticiaboa.com.br ou, se preferir, pode receber gratuitamente pelo nosso canal no WhatsApp, pelo Telegram.
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O portal Só Notícia Boa chegou esta semana a 30 mil notícias boas publicadas, em 13 anos no ar. – Foto: SNB
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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