NOSSAS REDES

ACRE

Prefeito de Marechal Thaumaturgo decreta situação de emergência

Acrenoticias.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Em Marechal Thaumaturgo, dezenas de famílias já foram retiradas de suas casas pelo risco de desbarrancamento. E a Prefeitura do município publicou na edição do Diário Oficial do Estado desta terça-feira (12) o decreto de situação de emergência.

O rigoroso inverno tem atingido Marechal Thaumaturgo e Porto Walter também com grande intensidade, mas é em Marechal Thaumaturgo que a situação está mais crítica. Nessa quarta-feira, o rio marca 11,70, faltando apenas 30 centímetros para atingir a cota de trasbordamento.

O prefeito da cidade, Isaac Pianko, decretou situação de emergência, devido a grande incidência de deslizamento de terra. Cerca de 100 casas do Bairro da Baixada, às margens do rio Amônia, sofreram a ação da forte erosão. “Estamos fazendo o possível, tendo em vista que a prefeitura, nós estamos passando por algumas dificuldades e um deles, que é o mais preocupante é a forte chuva e isso está causando deslizamento de terras onde as pessoas têm suas moradias.”

Até o dia de ontem 9 famílias haviam sido retiradas do local, nos próximos dias mais famílias devem ser retiradas do local, “nós não temos estrutura suficiente para retirar todas as famílias de uma vez só.”

Essas famílias foram levadas para abrigos públicos que foram montados nas escolas, utilizando as salas de aula, o que deverá comprometer o início do ano letivo. “Estamos ocupando duas escolas, vamos inteirar as três escolas amanhã que a gente vai estar ocupando com essa população.”

O município aguarda o reconhecimento de situação de emergência pelo Governo do Estado.

Com informações de TV gazeta

ACRE

Após caso de meningite na Bolívia, Vigilância do Acre manda equipe para fronteira

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Profissionais de saúde da cidade de Plácido de Castro, interior do Acre, recebem capacitação e orientações sobre o atendimento em casos de meningite. O treinamento ocorre após um soldado da Bolívia, que faz fronteira com o Acre, ser diagnosticado com meningite bacteriana.
O paciente está internado em um hospital de La Paz, capital da Bolívia. Além disso, outros 70 soldados, que tiveram contato com esse paciente, foram isolados e recebem tratamento em um hospital da Vila Evo Morales.
Ao G1, a chefe da Vigilância em Saúde do Acre, Glória Nascimento, falou que foi enviada uma equipe na terça-feira (18) e nesta quarta (19) para conversar com os profissionais da cidade brasileira.
“Os procedimentos que tomaram foram os certos, tanto o município de Plácido de Castro como a Vila [Evo Morales] também. Fomos no hospital e o diretor pediu pra gente fazer umas orientações e capacitação como protocolo de atendimento da população”, disse.
As equipes brasileiras também visitaram o hospital da Vila Evo Morales para conversar e saber dos procedimentos adotados. Segundo Glória, os 70 soldados estão em observação e não há confirmação de novos casos da doença.
“Todos foram isolados, recebem tratamento e fizeram a profilaxia deles, e o soldado com a doença foi levado para La Paz onde recebe tratamento. Ele já está muito bem”, reforçou.

Mobilização

A chefe reforçou também que as equipes de saúde do Acre e da Bolívia estão mobilizadas em uma ação na fronteira para orientar as pessoas. De acordo com ela, a situação está sob controle e os profissionais atentos sobre possíveis novos casos.
“Fizemos visitas aos médicos e estão em uma organização muito boa. Estão todos sensibilizados com isso, foi só um caso desse paciente, mas estão mobilizados com equipes do Brasil. Hoje [quarta,19] foi uma equipe de lá [Bolívia] para fazer uma capacitação também. Mas, está tudo tranquilo”, confirmou.

Meningite bacteriana

A meningococcemia pode ser transmitida pelas vias respiratórias e por gotículas e secreções do paciente, contato íntimo (residente da mesma casa, pessoas que compartilham o mesmo dormitório ou alojamento). A propagação também é facilitada em ambientes fechados e/ou sem ventilação.

Continue lendo

ACRE

Pesquisa aponta quase 29% dos jovens no Acre não trabalham e nem estudam

G1, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

De acordo com a Pnad divulgada na manhã desta quarta-feira (19), mais da metade dos acreanos de 25 anos ou mais ainda não concluiu a educação básica.

Quase 29% dos jovens do Acre, entre 15 a 29 anos, não trabalham e nem estudam, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) de 2018, divulgados nesta quarta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No Brasil, a média de pessoas nesta condição é de 23%. Nos dois casos, o índice se manteve estável em relação à pesquisa anterior, de 2017.

O problema é maior entre as mulheres. De acordo com a pesquisa, 36,8% das mulheres jovens do estado não têm emprego e não estão estudando. Entre os homens, a proporção é de 21,1%.

Educação básica

A pesquisa aponta que 58,8% dos acreanos de 25 anos ou mais ainda não concluiu a educação básica. O ciclo básico de aprendizagem termina quando o estudante se forma no ensino médio.

Em 2017, o percentual de acreanos nessa faixa etária sem educação básica era de 59,4%. Com isso, a pesquisa de 2018 aponta uma queda de 0,6 pontos percentuais (p.p.) neste índice.

Ainda de acordo com o IBGE, as pessoas com mais de 25 anos no Acre estudaram, em média, ao longo de 8,2 anos. Só 11,7% da população acreana na mesma faixa etária concluíram o ensino superior.

O número de acreanos de 15 anos ou mais que não sabem ler ou escrever se manteve em 2018, comparado ao ano anterior e registrou uma taxa de 12,1%.

Crianças na escola

Em relação aos públicos ainda em fase escolar, a Pnad aponta que 34,2% das crianças de 0 a 3 anos do estado estavam na escola em 2018 e que 92,4% das crianças de 4 a 5 anos estavam matriculadas no ano passado.

Entre o público de 6 a 14 anos, o índice de matriculados era de 98,2%. Dos adolescentes de 15 a 17 anos, 82,6% estavam na escola em 2018.

Taxa de escolarização por faixa de idade no Acre (%)
20,120,178,678,698,298,282,682,633330 a 3 anos4 e 5 anos6 a 14 anos15 a 17 anos18 a 24 anos0100255075125

4 e 5 anos
78,6
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2016/2018

Dados nacionais

A pesquisa mostra que 52,6% dos brasileiros de 25 anos ou mais não concluíram o mínimo de estudo esperado. A maior parte, 33,1%, não terminou nem o ensino fundamental. Outros 6,9% não têm instrução alguma, 8,1% têm o fundamental completo e 4,5% têm o ensino médio incompleto.

Na outra ponta, a da escolaridade completa, só 16,5% da população acima de 25 anos concluiu o ensino superior.

Os dados do IBGE apontam que a taxa de escolarização está acima de 90% entre a população de 4 a 14 anos, mas começa a cair entre aqueles que tem 15 anos ou mais.

O número de brasileiros de 15 anos ou mais que não sabem ler ou escrever um bilhete simples caiu 1,73% em 2018, comparado ao ano anterior, mas ainda soma 11,3 milhões de brasileiros analfabetos ou 6,8% da população.

Continue lendo

Super Promoções

ACRE.COM.BR ©2017-2019 - Todos os direitos reservados. Diretora Geral: Fernanda da Silva Alfaia

Fale Conosco