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Prêmio Personalidade Antiesportiva do Ano 2024 | Personalidade esportiva do ano da BBC
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2 anos atrásem
Simon Burnton
Wang Tianyi, Wang Yuefei e Yan Chenglong
Foi uma espécie de annus horribilis para o Xiangqi, o antigo esporte conhecido no Ocidente como xadrez chinês. Os seus problemas começaram há um ano, no mesmo dia em que o ano passado lista anti-manchada foi publicado, quando Yan Chenglong garantiu a vitória no torneio Nacional Chinês do Rei do Xadrez e foi para seu quarto de hotel com alguns amigos para comemorar.
Como resultado do que aconteceu nas horas seguintes, ele seria destituído de seu título, com a Associação Chinesa de Xiangqi anuncia os resultados de sua investigação no dia de Natal.
“Yan consumiu álcool com outras pessoas em seu quarto na noite do dia 17”, escreveram em comunicado, “e depois defecou na banheira do quarto onde estava hospedado no dia 18, em um ato que danificou a propriedade do hotel, violou a ordem pública e a boa moral, teve um impacto negativo na competição e no evento de Xiangqi e foi de péssimo caráter.”
Do lado positivo, eles não encontraram nenhuma evidência que apoiasse as teorias baseadas na Internet de que Yan estava trapaceando durante o evento usando um dispositivo de comunicação oculto. “Com base em nossa compreensão da situação”, escreveram eles, “atualmente é impossível provar que Yan se envolveu em trapaça por meio de ‘contas anais’”.
Yan explicou mais tarde que para ele tinha sido mais um ânus horribilis: ele estava sofrendo de diarreia, foi forçado a decorar o banheiro depois de não conseguir chegar ao banheiro e pretendia se limpar, mas saiu para pegar um avião.
Surpreendentemente, o esporte de Xiangqi ainda não havia chegado ao fundo do poço.
Em setembro o CXA foi de volta às manchetesanunciando que Wang Tianyi, o melhor jogador do mundo por 11 anos consecutivos e, aos olhos de muitos, o maior de todos os tempos, e seu companheiro de equipe em Hangzhou, Wang Yuefei, grande mestre desde 2013, foram banidos para sempre após serem descobertos por terem conspirado “por muito tempo” para consertar partidas.
O desporto chinês está a tentar lidar com um problema de corrupção generalizado, tendo este anúncio sido feito apenas nove dias depois de a Federação Chinesa ter anunciado que 43 jogadores e dirigentes, incluindo três ex-internacionais, tinham sido banido para sempre por manipulação de resultados juntamente com outros 17 por cinco anos, e um mês após o seu próprio vice-presidente ter sido condenado a 11 anos de prisão por aceitar subornos.
O Canada Soccer enviou sua seleção feminina às Olimpíadas como atual campeã; eles saíram prometendo “transformar-se em uma federação na qual os canadenses confiam e da qual se orgulham”, depois que se descobriu que não apenas tentaram espionar seus oponentes em Paris usando drones, mas já faziam isso há anos.
Desta vez foram atacados por um serviço de segurança que durante os Jogos interceptou em média seis drones por dia, a maioria deles – segundo o então primeiro-ministro, Gabriel Attal – pilotados por “indivíduos, talvez turistas querendo tirar fotos”.
Attal se vangloriou de “sistemas instalados que nos permitem interceptá-los e prender seus operadores muito rapidamente”, e a pessoa que controlava o Canadá enquanto monitorava uma sessão de treinamento na Nova Zelândia antes do jogo de abertura do torneio rapidamente teve seu drone confiscado e um pena suspensa de oito meses de prisão.
Entretanto, o Comité Olímpico Canadiano enviou para casa um treinador adjunto e um analista, enquanto a sua treinadora britânica, Bev Priestman, deixou claro que queria “assumir responsabilidades” e que “de forma alguma orientei os indivíduos”.
David Shoemaker, presidente-executivo do COC, disse que foi “persuadido pelo fato de que Bev Priestman não teve nenhum envolvimento, nenhum conhecimento”, mas mudou de ideia após uma investigação. Priestman foi suspensa enquanto se aguarda uma revisão, que terminou com ela demissão em novembro.
No final, a espionagem não foi apenas extremamente destrutiva, mas completamente desnecessária: a Nova Zelândia era completamente um lixo e o Canadá era bom o suficiente para avançar para as oitavas de final, apesar de ter perdido seis pontos (após o que imediatamente perderam).
Camille Herron e Conor Holt
Camille Herron é uma atleta extraordinária. Já detentora de múltiplos recordes mundiais, em março ela participou de uma corrida de resistência de seis dias na Califórnia, durante a qual quebrou recordes de 300 milhas, 400 milhas, 500 milhas, 500 km, 600 km, 700 km, 800 km e 900 km, bem como três -, distâncias de quatro, cinco e seis dias.
No final, ela havia percorrido o percurso de 4,1 km 220 vezes, sua distância total de 901,76 km quebrando o recorde de 34 anos de idade em 18,129 km. um feito inspirador.
Então seu marido voltou ao seu hobby, de editar as páginas da Wikipédia de seus rivais mais importantes, bem como as suas próprias.
após a promoção do boletim informativo
A primeira edição após aquela corrida de seis dias envolveu a remoção, entre outras coisas, da frase “amplamente considerado um dos melhores corredores de trilha do mundo” das páginas de Kílian Jornet e Courtney Dauwalter, que são amplamente considerados dois dos melhores corredores do mundo. corredores de trilha, alegando que era “exagerado”. A entrada de Herron, entretanto, foi alterada para acrescentar que ela era, aham, “amplamente considerada uma das maiores corredoras de ultramaratona de todos os tempos”.
Em setembro, a revista canadense Running detalhes publicados da atividadeque também incluiu adicionar à sua própria entrada palavras e frases como “lendário”, “prestigioso” e “resistência de aço”, levando a Herron sendo abandonado por Lululemona marca de roupas canadense que organizou sua corrida de seis dias.
O marido de Herron, Conor Holt, desde então assumiu total responsabilidade pelas edições na própria página da Wikipédia de Herron, que ele insistiu ter sido feita em resposta a outros “editando partes significativas de sua vida”, sem mencionar as mudanças nas de seus rivais.
Enquanto isso, em setembro, a dinamarquesa Stine Rex, que no início deste ano descreveu Herron como “incrível e totalmente louco e uma grande inspiração”, bateu sua marca de seis dias, mas esse recorde, como o tempo de Rex ao bater o recorde de 48 horas de Herron em maio, e Miho Nakata do Japão ao bater o recorde de 24 horas de Herron no ano passado, todos permanecem não ratificados por causa de diversas reclamações feitasaparentemente de Herron, sobre a conduta dessas corridas.
Trishul Cherns, presidente da Organização Global de Maratonistas de Vários Dias, disse à revista Canadian Running: “Em meus 46 anos de ultracorrida, nunca vi ninguém tão talentoso quanto Camille, que é tão dedicado a criar divisão e animosidade dentro da ultracorrida. comunidade.”
Christian David Mosquera Durán
A seleção russa de basquete, banida das Olimpíadas por causa da guerra do país na Ucrânia, queria se manter atenta com um pouco de ação internacional de alto nível. Christian David Mosquera Durán, um colombiano que estuda arquitetura em Kazan, estava com saudades dos amigos de casa. A seleção russa decidiu que a resposta para o seu problema seria convidar algumas seleções internacionais para um torneio próprio, a ser disputado em Perm; Durán decidiu que a resposta para seu problema seria interceptar um dos convites e usá-lo para transportar alguns companheiros.
Ainda não se sabe como ele conseguiu isso – a federação colombiana de basquete insistiu que nunca havia recebido uma oferta de vaga no torneio, a russa que “todas as comunicações foram realizadas através dos canais oficiais” – mas no final a primeira carta enviada, em papel timbrado, aos russos, de um homem que se identificou como presidente da federação colombiana, foi publicado.
“Aceitamos com prazer as condições oferecidas”, dizia, “incluindo acomodação em hotel de 4 a 5 estrelas, pensão completa para nossa delegação de 20 membros e voos de Bogotá para Perm e vice-versa”. Solicitou que todas as comunicações adicionais fossem enviadas ao endereço pessoal do Gmail de Durán.
Algumas semanas depois, o time chegou e enfrentou o Parma, clube local, no primeiro dia do torneio; depois do primeiro quarto perdiam por 41-2 e, embora tenham se recuperado e marcado 53 pontos, ainda perderam por 102. “Acabamos de chegar e pensamos que a diferença seria ainda maior”, disse seu técnico, Jorge Vasquez.
A maioria dos jogadores colombianos revelou-se decididamente amadores: Durán às vezes aparecia na terceira divisão de uma liga 3×3 em Kazan; outro membro da equipe é um engenheiro que dirige um blog de basquete; Vasquez era na verdade um verdadeiro treinador de basquete, mas para uma escola para meninas colombianas.
Os organizadores prontamente “revisaram o calendário e o formato para garantir um torneio mais equilibrado e competitivo” (ou seja, mandaram os colombianos para casa).
Em outras notícias falsas sobre a equipe, uma seleção paraolímpica ganense de 11 pessoas chegou à Noruega para uma maratona em abril; nenhum compareceu à corrida, o treinador morreu num hospital de Oslo três dias depois, outro membro foi preso enquanto tentava entrar na Suécia, os outros nove permanecem foragidos.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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