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Previa Real Betis- Rayo Vallecano: Llamada a Europa
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Partidazo el que se va a vivir hoy en el estadio Benito Villamarín para cerrar la jornada de domingo en la fecha 18 de LaLiga EA Sports, con dos conjuntos que vienen de cosechar resultados favorables a sus intereses en la última jornada. Betis y Rayo Vallecano miden sus opciones a colarse en los puestos de honor que dan acceso a competiciones europeas, en un Heliópolis que se presume estará hasta la bandera. El partido comenzará a partir de las 21:00h y contará con el arbitraje de Víctor García Verdura.
Contexto del Partido
Los locales acuden a la cita encadenando la que hasta ahora es la mejor racha de resultados de la temporada, con tres victorias consecutivas, dos de ellas en Conference League (que a su vez han servido para certificar el billete a la ronda de eliminatorias), y la otra en liga ante el Villarreal, en un partido en el que los béticos tuvieron que aguantar desde la primera parte con un jugador menos.
Esto le ha servido a los béticos para en cuestión de un mes cambiar drásticamente las sensaciones que venía transmitiendo tiempo atrás, para reengancharse a los objetivos planteados al comienzo del curso en todas las competiciones, y para volver a ilusionar a un beticismo que quiere volver a vivir las grandes noches a las que estaba siendo acostumbrado durante estos últimos años.
Los jugadores del Betis celebran un gol en Conference League. (Photo by Fran Santiago/Getty Images)
Por parte de los madrileños, encadenan 4 partidos sin perder, con sendos empates ante Real Madrid y Villarreal, el primero en un polémico partido por los gestos de Vinícius a la grada y la postura del club blanco en redes sociales respecto al arbitraje.
Una victoria relanzaría las posibilidades de seguir en la pelea por entrar en Europa, pero una derrota podría significar que sus competidores y perseguidores abran hueco con respecto al equipo de la franja.
Estados de forma
Real Betis
3 puntos separan la 11º posición de la 7º en la liga española, esas son las posiciones que el Betis aspira a escalar con los 3 puntos en juego hoy. Su último partido fue el jueves, también en casa, ante el HJK Helsinki por la Conference, con una victoria convincente ante su público. En cuanto a la competición doméstica, una victoria en sus últimos 5 partidos, cosechada ante el Villarreal la semana pasada.
En este choque además los sevillanos volvieron a contar con nombres propios de la plantilla, con la vuelta de Isco y la regularidad de Lo Celso y Vítor Roque, que están ayudando con su juego a recuperar buenas sensaciones perdidas hace unos meses.
Un jugador que está dando que hablar y está desplegando un gran juego, con un perfil muy vertical y encarador, es Abde. El marroquí continúa en busca de su mejor versión y parece que se está acercando. Repartió la asistencia para el primer gol en la victoria en La Cerámica, obra del brasileño Vítor Roque.

Abde disputa un balón en la Cerámica. (Photo by Clive Brunskill/Getty Images)
Además, son buenas noticias las que llegan desde la enfermería, pues Pablo Fornals regresa a una convocatoria alrededor de un mes después de su lesión, y la plantilla se va completando poco a poco.
Rayo Vallecano
Algo peores son los registros de los de Vallecas con respecto a su rival. Si bien llegan igualados en la clasificación, con solamente 3 puntos de distancia bajo los béticos, lleva 1 victoria de las últimas 6 posibles en liga.
No obstante, sus dos últimos juegos han sido contra equipos de la parte alta de la tabla, con intereses muy distintos sobre el papel, y los de la franja les han hecho partido e incluso han tenido sus opciones para llevárselos.
De lo lindo tuvo que sufrir el Madrid para sacar algo positivo de Vallecas, donde el equipo de Íñigo Pérez llegó a tener una ventaja de 2-0, y que supo sufrir y meter presión a los vigentes campeones para rescatar un punto que se les puso cuesta arriba tras ver como los recientes campeones de la Copa Intercontinental les habían remontados el partido.

Íñigo Pérez (Photo by Clive Brunskill/Getty Images)
Las sensaciones no son malas para el entrenador, que reconoce la figura de Pellegrini y cree que el partido de hoy será muy disputado, alegando que: «La idea de Pellegrini es muy reconocible y el campo presiona. No espero un partido cerrado porque ambos buscamos la portería rival. No veo a ninguno de los dos esperando»
El último choque entre ambos data del 17 de marzo, y se saldó con victoria del Rayo Vallecano, en aquel entonces local, por un contundente 2-0, con goles de Florian Lejeune y Sergio Camello
El partido tiene todos los ingredientes de un partidazo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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