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Primeira Miss Universo brasileira, Ieda Maria Vargas, comemora 80 anos em grande estilo; vídeo

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A primeira Miss Universo brasileira, Ieda Vargas, ao lado das amigas também ex-misses ao comemorar 80 anos! – Foto: @ieda_maria_vargas_oficial

Alegre, sorrindo e dançando, a primeira Miss Universo brasileira acaba de comemorar seus 80 anos. Ieda Maria Vargas, que ganhou o título em 1963, celebrou ao lado das amigas do Grupo Misses do Brasil. Na época, esse concurso tinha o peso de final de Copa do Mundo… ou das Olimpíadas.

Nas redes sociais, amigos e fãs desejaram muita saúde e felicidade para essa jovem senhora que virou uma celebridade nos anos de 1960.  Um vídeo registrou a festa bastante animada.

“Nossa Miss Universo-1963, Ieda Maria Vargas comemora 80 anos. Querida, Ieda! Sinta-se abraçada por todas nós que a admiramos. Muita saúde e felicidades, hoje e sempre. Com muito carinho, das suas amigas do Grupo Misses do Brasil”, diz a legenda do vídeo.

Grupo Misses do Brasil 

A festa dos 80 anos da ex-miss Universo foi animadíssima e contou com a presença ilustre do Grupo de Misses do Brasil. É como se fosse uma confraria essas belas mulheres se reúnem para trocar experiências e se apoiar.

Fazem parte do grupo as ex-misses Brasil Nathalia Guimarães, Jakelyne Oliveira e Julia Gama.

Também integram a confraria Andréia Fetter Zambrano, ex-miss Rio Grande do Sul, Carla Godinho, miss Rio de Janeiro, Anamaria Starck, ex-miss São Paulo.

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Miss Universo
Em 1963, em Miami Beach, nos Estados Unidos, Ieda Maria Vargas foi eleita Miss Universo, quando derrotou 49 candidatas.

A vitória teve um gostinho de revanche porque anos antes as misses Martha Rocha, Terezinha Morango e Adalgisa Colombo chegaram perto do título, mas não conquistaram.

O ator britânico Peter Sellers, um dos jurados, convidou a brasileira para fazer carreira no cinema e estrelar o filme “A Pantera Cor de Rosa”. Mas ela recusou, dizendo que queria apenas voltar para Porto Alegre para casar e ter filhos.

Parte da história

Em 1962, Ieda Maria Vargas, aos 17 anos, venceu o maior concurso de beleza do Rio Grande do Sul: o Rainha das Piscinas, representando o Cantegril Country Clube. Depois, ganhou o Miss Porto Alegre e o Miss Rio Grande do Sul.

Em 1963, Ieda Vargas foi eleita Miss Brasil, no estádio Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, quando venceu 24 candidatas. Em seguida, veio o concurso Miss Universo.

Ieda foi madrinha das tropas gaúchas, que embarcaram para a Faixa de Gaza, integrando o 13º Contingente do Batalhão Suez do exército brasileiro, após sua coroação.

Em 1963, Ieda Maria Vargas conquista o título e recebe convite para ser atriz internacional, mas recusa. Foto: ieda_maria_vargas_oficial

Em 1963, Ieda Maria Vargas conquista o título e recebe convite para ser atriz internacional, mas recusa. Foto: ieda_maria_vargas_oficial

Ieda Maria Vargas dança e brinca ao lado das amigas também ex-misses, veja:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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