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Primeira pesquisa Datafolha de São Paulo depois do…

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Pedro Cardoso

A disputa para a escolha do próximo prefeito de São Paulo está chegando ao final e o clima está esquentando entre as campanhas dos candidatos Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL). Segundo a última pesquisa Datafolha, coletada entre os dias 8 e 10 e divulgada na última quinta-feira (10), o atual prefeito Ricardo Nunes conta com 55% das intenções de voto, enquanto Boulos aparece com 33%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Agora a expectativa está em torno da próxima pesquisa Datafolha, que vai apontar a opinião dos eleitores após o apagão na cidade de São Paulo, que se estende desde a última sexta-feira (11), quando um forte temporal atingiu a região metropolitana, deixando mais de 2,1 milhões de pessoas sem energia elétrica. O apagão virou tema central nas campanhas dos dois políticos, mas principalmente pela campanha de Boulos, que aponta a gestão de Nunes como principal culpada pela falta de energia elétrica.  A pesquisa irá a campo entre hoje (15) e a próxima quinta-feira (17), para captar a opinião de 1.204 pessoas.

Quando será divulgada a próxima pesquisa Datafolha do segundo turno das eleições?

A próxima pesquisa do instituto vai ser divulgada na próxima quinta-feira (17), ainda sem horário definido.

Quando acontece a votação do segundo turno das eleições?

A votação do segundo turno das eleições vai ocorrer no domingo, dia 27 de outubro.

Paraná Pesquisas indica avanço de Nunes em São Paulo

O prefeito Ricardo Nunes (MDB) lidera a corrida eleitoral no segundo turno em São Paulo com 52,8% das intenções de voto, contra 39% do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira, 10, pelo instituto Paraná Pesquisas, o primeiro após a votação do primeiro turno.

Há ainda um contingente de eleitores que não fizeram opção por nenhum dos dois candidatos. Segundo o levantamento, 4,8% dos entrevistados disseram que irão votar em branco. nulo ou em nenhum, enquanto 3,4% declararam que não sabem ou não responderam.

A vantagem de Nunes, apesar de boa, é um pouco menor que a registrada na última pesquisa feita pelo instituto e divulgada no dia 4 de outubro, dois dias antes da votação. Naquela ocasião, o prefeito tinha 50,6% das intenções de voto, contra 35,3% do candidato do PSOL. Ambos oscilaram para cima, mas Boulos teve uma oscilação positiva ligeiramente maior.



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Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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