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Primeiro voo internacional desde a remoção de al-Assad pousa na Síria | Notícias da Guerra da Síria
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O primeiro voo comercial internacional desde a queda do ex-presidente sírio Bashar al-Assad aterrou no aeroporto de Damasco.
O voo da Qatar Airways pousou no Aeroporto Internacional de Damasco na terça-feira, sendo recebido por parentes e amigos dos passageiros dentro de um terminal.
Ashad al-Suleibi, chefe da Autoridade de Transporte Aéreo da Síria, disse que o Qatar prestou assistência na reabilitação do aeroporto, que sofreu anos de negligência, bem como sofreu danos causados por ataques aéreos israelenses periódicos.
“Houve muitos danos do regime (de al-Assad) a esta área movimentada e a este aeroporto movimentado e também ao aeroporto de Aleppo”, disse ele.
Muitos passageiros eram cidadãos sírios que regressaram pela primeira vez em mais de uma década.
Osama Musalama, que veio dos Estados Unidos, disse que foi a sua primeira visita desde antes da guerra civil iniciada em 2011.
“Perdi a esperança de voltar para a Síria”, disse ele. “Estávamos esperando por esse momento e perdemos a esperança, mas graças a Deus agora o país está de volta ao seu povo”.
Separadamente, a agência de notícias estatal jordaniana Petra informou que um avião da Royal Jordanian Airlines partiu para Damasco num voo de teste.
O chefe da Comissão Reguladora da Aviação Civil da Jordânia, Haitham Misto, que estava a bordo do voo com uma equipa de especialistas, disse que o objectivo era avaliar as condições técnicas do aeroporto de Damasco antes de retomar os voos regulares.
Desde a ofensiva relâmpago dos rebeldes que derrubou al-Assad há um mês, os países árabes e ocidentais que cortaram relações com o antigo governo têm reaberto relações diplomáticas com as novas autoridades de facto da Síria, lideradas por Ahmed al-Sharaa do Hayat Tahrir al- Simulação (HTS).
‘Segurança, estabilidade, soberania’
O novo ministro das Relações Exteriores da Síria, Asaad al-Shibani, viajou ao Catar, à Arábia Saudita e aos Emirados Árabes Unidos nos últimos dias. Os países do Golfo serão provavelmente fundamentais para o financiamento da reconstrução da Síria depois de quase 14 anos de guerra civil que precederam a derrubada de al-Assad.
Na terça-feira, al-Shibani viajou para a Jordânia para se encontrar com o seu homólogo em Amã. O Ministério das Relações Exteriores da Jordânia disse que as autoridades deveriam discutir “mecanismos de cooperação em muitas áreas, incluindo fronteiras, segurança, energia, transporte, água, comércio e outros setores vitais”.
Sob o governo de al-Assad, a Jordânia tinha sido o principal canal de contrabando de anfetaminas Captagon altamente viciantes produzidas na Síria para os estados do Golfo, o que era um ponto de tensão entre os dois países.
As novas autoridades sírias fizeram um espectáculo de repressão ao comércio de Captagon, desmantelando antigas fábricas em locais como a base aérea de Mezzeh, em Damasco, uma empresa de comércio de automóveis em Latakia e uma fábrica que outrora fabricava salgadinhos no subúrbio de Damasco, Douma.

“A nova situação na Síria também pôs fim às ameaças que anteriormente ameaçavam a segurança do Reino (da Jordânia), no que diz respeito às drogas e ao Captágono, e prometemos que esta coisa acabou e não voltará novamente”, disse al-Shibani. em uma entrevista coletiva conjunta com o ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Ayman al-Safadi.
Al-Safadi disse que o seu país apoia o povo sírio enquanto este trabalha para “reconstruir a sua pátria sobre os alicerces que preservam a sua segurança, estabilidade, soberania e unidade e cumprem os direitos do seu povo”, acrescentando que a Jordânia está “pronta para fornecer eletricidade imediatamente aos nossos irmãos, e também estamos prontos para trabalhar juntos para fornecer gás”.
A Síria, alvo de rigorosas sanções ocidentais, tem estado numa crise económica prolongada. Os sírios recebem apenas algumas horas de eletricidade fornecida pelo Estado por dia.
Separadamente, al-Shibani disse na conferência de imprensa conjunta que se espera que as autoridades na Síria criem um comité inclusivo para se preparar para uma “conferência de diálogo nacional” para discutir o futuro do país.
Ele disse que as autoridades provisórias tinham inicialmente a intenção de realizar a conferência no início de Janeiro, mas em vez disso, “optámos por formar um comité de preparação alargado” que se reuniria numa data não especificada.
O comité “incluiria homens e mulheres… capazes de representar plenamente o povo sírio” em “todos os segmentos da sociedade e províncias sírias”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”
Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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