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Principais diplomatas se reúnem para discutir o futuro da Síria – DW – 14/12/2024

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Pular próxima seção Enviado especial da ONU alerta contra o colapso de instituições vitais da Síria

14/12/202414 de dezembro de 2024

Enviado especial da ONU alerta contra colapso de instituições vitais da Síria

Geir Pedersen na Jordânia
O enviado especial da ONU para a Síria, Geir Pedersen, está na Jordânia para conversações de alto nívelImagem: Andrew Caballero-Reynolds/Pool via REUTERS

O EO enviado especial da Síria para a Síria, Geir Pedersen, instou a comunidade internacional a ajudar a manter as instituições na Síria após a destituição do líder de longa data do país, Bashar al-Assad.

“Precisamos garantir que as instituições estatais não entrem em colapso e que recebamos assistência humanitária o mais rápido possível”, disse Pedersen ao se encontrar com o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, em Jordâniaonde importantes diplomatas árabes, turcos, da UE e dos EUA mantêm conversações sobre o futuro da Síria.

Pedersen também apelou a um processo político “credível e inclusivo” para formar o próximo governo sírio.

Blinken disse que as Nações Unidas “desempenham um papel crítico” na assistência humanitária e na proteção das minorias na Síria.

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Pular próxima seção Israel ataca instalações militares na Síria – monitor de guerra

14/12/202414 de dezembro de 2024

Israel ataca instalações militares na Síria – monitor de guerra

Aviões de guerra israelenses realizaram cerca de 40 ataques aéreos durante a noite em antigos postos militares na zona rural ao redor Damascodisse no sábado o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede no Reino Unido.

“Os ataques israelenses destruíram um instituto científico” e outras instalações militares associadas em Barzeh, no norte de Damasco, e atingiram um “aeroporto militar” na área ao redor da capital, disse o monitor.

Além disso, os militares israelitas também atingiram “armazéns de mísseis balísticos Scud” e lançadores na área de Qalamun, 90 quilómetros (56 milhas) a norte de Damasco, bem como “foguetes, depósitos e túneis sob a montanha”, segundo o Observatório.

O grupo disse que os ataques foram realizados “como parte da destruição do que resta das capacidades do futuro exército sírio”.

Israel não comentou imediatamente os relatórios. Desde o antigo líder sírio Bashar al-Assad foi expulso por uma aliança rebelde em 8 de dezembro, Israel atacou vários locais militares em todo o país.

Também se apoderou de uma zona tampão patrulhada pela ONU nas Colinas de Golã, na Síria, uma medida que foi condenada internacionalmente.

O chefe da ONU, Antonio Guterres, expressou na quinta-feira preocupação com “extensas violações” da soberania síria e da Ataques israelenses no paísdisse seu porta-voz.

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Pular próxima seção Aumento de atividade relatado na base aérea russa em Latakia

14/12/202414 de dezembro de 2024

Aumento de atividade relatada na base aérea russa em Latakia

Um avião de carga russo deixou a base aérea russa de Hemeimeem, na cidade síria de Latakia, com destino à Líbia no sábado, com mais partidas esperadas nos próximos dias, informou a agência de notícias Reuters, citando fontes sírias.

A base aérea teria visto um aumento de atividade, com vários aviões pousando, helicópteros voando dentro da base e caminhões circulando pelo complexo.

Na sexta-feira, imagens de satélite mostraram equipamento militar sendo movimentado.

Uma foto de satélite da base aérea russa de Hemeimeem
Imagens de satélite da base aérea russa perto de Latakia mostraram equipamento militar sendo movimentadoImagem: Maxar Technologies/Folheto/REUTERS

A atividade ocorre após a derrubada do presidente sírio Bashar al-Assadum aliado de longa data de Moscovo, a quem a Rússia tem dado apoio militar desde 2015, no meio da guerra civil na Síria.

A Rússia afirmou que espera manter as suas duas bases militares na Síria – a de Latakia e uma base naval na cidade portuária de Tartus – apesar da deposição de Assad, afirmando que está a prosseguir o diálogo nesse sentido com o grupo rebelde. Hayat Tahrir al-Sham (HTS) que orquestrou sua queda.

No entanto, todos os navios de guerra russos atracados em Tartus foram informados por um oficial dos EUA no início desta semana como tendo deixado o porto.

O que acontecerá com as bases militares da Rússia na Síria?

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Pular próxima seção Reunião internacional sobre a Síria será realizada na Jordânia – sem sírios

14/12/202414 de dezembro de 2024

Reunião internacional sobre a Síria será realizada na Jordânia – sem sírios

Diplomatas internacionais se reunirão em Aqaba, na Jordânia, no sábado para discutir o futuro da Síria – com o próprio país não estando representado nas negociações.

Segundo fontes jordanianas, a cimeira contará com a presença dos ministros dos Negócios Estrangeiros do Jordânia, Arábia Saudita, Iraque, Líbano, Egitoo Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Catarque também se reunirá com os chanceleres do Peru e o NÓS.

A principal diplomata da UE, Kaja Kallas, e o enviado especial da ONU para a Síria, Geir Pedersen, também participarão nas conversações.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Jordânia afirmou num comunicado que as conversações irão explorar formas de apoiar a Síria durante uma fase de transição após a queda do ditador de longa data. Bashar al-Assad.

Serão os sírios capazes de deixar para trás as diferenças do passado?

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Pular próxima seção Turquia preparada para reabrir embaixada em Damasco

14/12/202414 de dezembro de 2024

Turquia deve reabrir embaixada em Damasco

A Turquia reabrirá a sua embaixada na capital síria, Damasco, no sábado, informou a agência de notícias turca Anadolu, citando o ministro das Relações Exteriores, Hakan Fidan.

A embaixada está fechada desde 2012 em meio à difícil situação de segurança causada pela guerra civil na Síria.

A Turquia é considerada um ator altamente influente no país vizinho desde que o líder sírio Bashar Assad foi deposto por uma aliança rebelde liderada por islamitas, após 24 anos no poder.

Refugiados sírios na Turquia avaliam se devem voltar para casa

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tj/zc (Reuters, AFP, AP, dpa)

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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