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‘Prisioneiro político’: Mahmoud Khalil palestino decria a prisão nos EUA | Notícias de protestos

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'Prisioneiro político': Mahmoud Khalil palestino decria a prisão nos EUA | Notícias de protestos

Khalil é o estudante de pós-graduação da Universidade de Columbia, que o governo Trump está buscando deportar seu papel nas manifestações pró-palestinas.

Mahmoud Khalil, o estudante de pós-graduação da Universidade de Columbia que o governo Trump está tentando deportar por seu papel nas manifestações pró-palestinas, se chamou de “prisioneiro político” em seus primeiros comentários diretos desde o seu prender prisão.

Khalil, o ativista estudantil palestino, foi preso em 8 de março pelo Departamento de Segurança Interna (DHS) depois que ele e sua esposa grávida, Noor Abdalla – um cidadão americano – retornaram de um jantar.

Em um carta tornada pública na terça -feira, Khalil criticou seu prender prisão e as condições enfrentadas pelos detidos nas instalações de imigração dos Estados Unidos.

“Meu nome é Mahmoud Khalil e sou um prisioneiro político. Estou escrevendo para você de uma instalação de detenção na Louisiana, onde acordo em manhãs frias e passo longos dias testemunhando as injustiças silenciosas em andamento contra muitas pessoas impedidas das proteções da lei”, escreveu Khalil. Ele acrescentou que “os agentes ameaçaram prendê -la (noor) por não deixar meu lado”.

Ele foi levado sob custódia sem mandado, e os agentes do DHS retinham detalhes sobre sua prisão, de acordo com imagens da prisão que foi divulgada por sua família na sexta -feira passada.

Em sua carta, Khalil escreveu: “O DHS não me dizia nada … eu não sabia a causa da minha prisão ou se estava enfrentando deportação imediata”.

Sua advogada Amy Greer disse que Khalil é um residente permanente dos EUA. Especialistas enfatizaram que é raro que os titulares de green card sejam ameaçados de deportação, exceto em casos de crimes graves.

Em abril de 2024, estudantes nos EUA mobilizado exigir o fim da cumplicidade de suas universidades na guerra de Israel contra Gaza.

Manifestações da Universidade de Columbia, em Nova York, chamaram a atenção particularmente da mídia devido ao tamanho dos protestos.

Reação feroz de Trump

O governo Trump acusou Khalil, que desempenhou um papel fundamental nas manifestações pró-palestinas na universidade no ano passado, de se envolver em atividades alinhadas ao Hamas, embora nenhuma evidência tenha sido fornecida.

Donald Trump tem acusou os manifestantes estudantis da Universidade de Columbia de participação na “atividade pró-terrorista, anti-semita e antiamericana”. Novamente, nenhuma prova foi oferecida para apoiar as reivindicações.

As pessoas seguram cartazes, durante um protesto no Washington Square Park, após a prisão por agentes de imigração dos EUA de Khalil (Jeenah Moon/Reuters)

Khalil disse que sua prisão foi um resultado direto de seu ativismo para uma Palestina Livre e o fim da violência israelense em Gaza.

“Minha prisão foi uma conseqüência direta de exercitar meu direito à liberdade de expressão, como eu defendia uma Palestina livre e um fim ao genocídio em Gaza, que retomado com força total Segunda à noite ”, ele escreveu na carta.

Khalil também atraiu paralelos entre sua situação e o uso da detenção administrativa por Israel, onde os palestinos são frequentemente presos sem julgamento ou acusação.

“Para os palestinos, a prisão sem o devido processo é comum”.

Ele se recusou a ser forçado a silêncio e disse que “é nosso imperativo moral persistir na luta por sua completa liberdade”.

“Espero que, no entanto, esteja livre para testemunhar o nascimento do meu filho primogênito.”



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Estudantes estrangeiros de Medicina farão intercâmbio na Ufac — Universidade Federal do Acre

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Estudantes estrangeiros de Medicina farão intercâmbio na Ufac-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, recebeu sete estudantes estrangeiros de Medicina que participarão de um intercâmbio acadêmico voltado à vivência da realidade amazônica e dos serviços de saúde na região. A recepção, com boas-vindas e apresentação da universidade, ocorreu nessa segunda-feira, 8, no gabinete da Reitoria, campus-sede.

O grupo é formado por Berklay Çetinkaya, da Turquia; Shajeea Sajid, da Itália; Clara Corsini, da França; Laura Joanna, da Alemanha; Lucie Dupin, da França; Shannon Marie, do Canadá; e Nia Julia, da Finlândia. Com idades entre 18 e 27 anos, os intercambistas permanecerão no Acre pelas próximas três semanas.

Durante a programação, os alunos conhecerão unidades de saúde, terão contato com diferentes aspectos do Sistema Único de Saúde (SUS) e participarão de atividades de campo, como a visita ao internato rural do curso de Medicina da Ufac no município de Feijó (AC), permitindo o contato com populações rurais e indígenas e com desafios enfrentados por profissionais que atuam em regiões distantes dos grandes centros urbanos.

“Estamos muito felizes em receber esses sete estudantes estrangeiros. O que mais nos impressiona é que eles escolheram a Amazônia e o Acre para realizar esse intercâmbio”, disse a reitora Guida Aquino. “Tenho certeza de que isso trará resultados importantes e incentivará também nossos estudantes a buscarem oportunidades internacionais de formação.”

Para o coordenador do curso de Medicina, Osvaldo Leal, a iniciativa representa um importante passo no processo de internacionalização da Ufac. “É uma experiência de aprendizado mútuo e uma oportunidade de mostrar o que temos a oferecer enquanto universidade amazônica”, pontuou.

A estudante de Medicina da Ufac, Assúria Mesquita, uma das responsáveis pela organização da programação, ressaltou que o intercâmbio fortalece a troca de conhecimentos entre diferentes culturas e sistemas de saúde. “Essa troca contribui para a formação de profissionais mais preparados e sensíveis às diferentes realidades.”

O intercâmbio é realizado por meio da Federação Internacional das Associações de Estudantes de Medicina, organização presente em mais de 190 países e reconhecida pela Organização Mundial da Saúde.

Também participou da recepção a vice-reitora eleita, Almecina Balbino.

 

(Fhgner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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