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Trump lança mais de 2.000 novos arquivos de assassinato JFK: o que sabemos | Donald Trump News

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Trump lança mais de 2.000 novos arquivos de assassinato JFK: o que sabemos | Donald Trump News

Na terça -feira, o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desclassificou milhares de documentos relacionados ao assassinato de 1963 do ex -presidente John F Kennedy (JFK)cuja morte alimentou pelo menos seis décadas de teorias da conspiração.

Aqui está o que sabemos até agora:

Quantos documentos foram divulgados?

Na terça -feira à noite, 2.182 documentos em PDF, compreendendo cerca de 63.400 páginas, foram enviados para o site da Administração Nacional de Arquivos e Registros dos EUA. Os documentos foram divulgados em duas rodadas, com poucas horas de intervalo.

De acordo com os Arquivos Nacionais, “Todos os registros previamente retidos para classificação” foram lançados e estão acessíveis online ou pessoalmente. Muitos dos documentos foram manuscritos ou datilografados.

Trump emitiu um Ordem Executiva Em 23 de janeiro, anunciando que documentos referentes às mortes de JFK, bem como seu irmão mais novo, o senador Robert F Kennedy (RFK) e o ativista dos direitos civis Martin Luther King, Jr (MLK) seria desclassificado.

Na segunda -feira, Trump anunciado No Kennedy Center, que os documentos seriam divulgados no dia seguinte. Esperava -se que pelo menos 80.000 páginas fossem lançadas.

Pode levar historiadores e teóricos da conspiração para examinar os novos documentos e entender o que eles revelam.

Quando JFK foi assassinado?

JFK, democrata, foi presidente dos EUA de janeiro de 1961 a 22 de novembro de 1963, quando foi morto aos 46 anos.

Ele foi morto a tiros enquanto andava de moto por Dallas, Texas, ao lado de sua esposa, Jacqueline Kennedy, o governador do Texas John Connally e a esposa de Connally, Nelly Connally. O ataque também feriu o governador Connally.

Após a morte de JFK, seu vice -presidente Lyndon B Johnson foi jurado como presidente. Johnson ordenou uma investigação sob o chefe de juiz Earl Warren no assassinato. A Comissão Warren concluiu que o ex -fuzileiro naval virou ativista comunista, Lee Harvey Oswald, 24 anos, era responsável pelo assassinato.

Por que existe uma conspiração em torno da morte de JFK?

A Comissão Warren concluiu que Oswald estava agindo sozinho, sem influência de outros atores nacionais ou estrangeiros.

Mas o assassinato de Kennedy, no auge da Guerra Fria, sempre alimentou a especulação – um Poll Gallup Em novembro de 2023, constatou que 60 anos após o assassinato, dois terços dos americanos acreditam que Oswald agiu com cúmplices. O fato de vários documentos relacionados ao assassinato terem sido retidos do público por décadas, lançou mais dúvidas sobre as conclusões da investigação.

“Eu sou apenas um patsy!” Oswald foi visto dizendo em um vídeo gravado dele na sede da polícia de Dallas após sua prisão. Muitos céticos da narrativa oficial interpretaram isso como Oswald dizendo que ele era apenas um bode expiatório.

Dois dias após a morte de JFK, Oswald foi baleado e morto enquanto ele estava sendo levado da sede da polícia para a prisão do condado pelo proprietário da boate de Dallas, Jack Ruby. Nenhum julgamento ocorreu, o que alimentou ainda mais a conspiração – e as sugestões que Oswald foram mortas antes que ele pudesse revelar as identidades de outras pessoas com quem estava trabalhando ou para.

A Comissão Warren concluiu que uma única bala de 6,5 milímetros matou JFK e também feriu o governador Connally. Muitos consideram implausível que uma bala tenha passado pelos corpos de dois homens adultos.

Em imagens horríveis do assassinato filmado pelo fabricante de roupas Abraham Zapruder, parece que um segundo tiro atingiu o crânio de JFK. Esse quadro da filmagem não foi divulgado por anos até que o ABC News o foi ao ar em 1975.

Todos os arquivos Kennedy foram lançados?

Não, mas a maioria deles tem.

Antes dos lançamentos de terça -feira, havia quase 3.500 documentos ainda redigidos com os arquivos, de acordo com Jefferson Morley, vice -presidente da Mary Ferrell Foundation, um repositório de arquivos relacionados ao assassinato, informou a Associated Press. Um pouco mais de 2.000 foram lançados na terça -feira.

Mas no mês passado, o Federal Bureau of Investigation (FBI) disse que tinha descobriu 2.400 novos registros sobre o assassinato de JFK. Morley disse que o tesouro de arquivos divulgados na terça -feira não contém nenhum dos documentos recentemente descobertos.

Em 2017, durante o primeiro mandato de Trump, ele lançou 2.800 arquivos sobre a morte da JFK, mas não lançou centenas de outros que estavam pendentes de revisão, sob pressão da Agência Central de Inteligência e do FBI. Em 2023, o ex -presidente Joe Biden lançou cerca de 17.000 Mais documentos.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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