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Prisões na Trump Tower enquanto as manifestações de Mahmoud Khalil continuam | Notícias de conflito de Israel-Palestina

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Prisões na Trump Tower enquanto as manifestações de Mahmoud Khalil continuam | Notícias de conflito de Israel-Palestina

Os manifestantes inundaram o lobby da Trump Tower, na cidade de Nova York, em uma demonstração de solidariedade com o líder de protesto estudantil Mahmoud Khalil, um morador permanente dos Estados Unidos.

O protesto de quinta -feira é o mais recente de uma série de manifestações depois que as autoridades de imigração prenderam Khalil na noite de sábado.

A administração do presidente Donald Trump disse isso pretende deportar Khalilque é palestino e casado com um cidadão dos EUA, por seu papel nos protestos pró-palestinos na Universidade de Columbia.

Os advogados e apoiadores de Khalil, no entanto, acreditam que o governo Trump é voluntariamente conflitando Críticas à guerra de Israel em Gaza com apoio ao “terrorismo”. A prisão foi condenada por grupos de liberdade civil, que chamaram Khalil de “prisioneiro político”.

Os líderes da manifestação de quinta -feira disseram que escolheram Trump Tower para enviar uma mensagem ao presidente. O arranha-céu abriga a organização Trump e a residência pessoal de Trump em Nova York.

“Como judeus, estamos assumindo a Torre Trump para registrar nossa recusa em massa”, escreveu a voz judaica pela paz, que organizou o protesto, em um post na plataforma de mídia social X.

“Não defenderemos, pois esse regime fascista tenta criminalizar os palestinos e todos aqueles que pedem um fim ao genocídio financiado pelo governo israelense do povo palestino. E nunca pararemos de lutar por uma Palestina livre. ”

Manifestantes da voz judaica do grupo para a paz vestem camisas vermelhas estampadas com o slogan ‘não em nosso nome’ enquanto protestam na Trump Tower na cidade de Nova York (foto de Yuki Iwamura/AP)

Entre os manifestantes estava a atriz Deborah Winger, que disse à agência de notícias da Associated Press que estava “defendendo meus direitos”.

“Estou de pé para Mahmoud Khalil, que foi sequestrado ilegalmente e levado para um local não revelado”, acrescentou. “Isso soa como a América para você?”

Reportagem de Nova York, Kristen Saloomey, da Al Jazeera, disse que houve vários “momentos dramáticos” quando a polícia prendeu 98 dos manifestantes enquanto limpava o saguão.

“Os manifestantes basicamente entraram com indiferença, vestidos como turistas normais”, disse Saloomey. “Então eles tiraram suas jaquetas, usando camisetas vermelhas que representavam sua causa. Em nome de Mahmoud Khalil, eles disseram: ‘não em nosso nome’. ”

“Noventa e oito deles que foram arrastados com algemas estão sendo processados ​​e acusados ​​de crimes de contravenção.”

Trump Tower
Os policiais de Nova York prendem um manifestante da voz judaica do grupo pela paz na Trump Tower, na cidade de Nova York (foto de Yuki Iwamura/AP)

A detenção continua

Enquanto um juiz federal impediu Khalil de ser removido dos EUA, aguardando um desafio legal, ele permanece em detenção na Louisiana.

Seus advogados solicitaram que ele fosse transferido para Nova York para o processo e estivesse mais perto de sua esposa, que está grávida de oito meses.

Falando durante uma audiência ontem, o advogado de Khalil, Ramzi Kassem, disse que foi “identificado, direcionado, detido e está sendo processado para deportação por causa de sua defesa dos direitos palestinos”.

Por sua vez, o governo Trump permaneceu desafiador em seus esforços para expulsar Khalil.

O porta -voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse aos repórteres que Khalil estava sujeito a remoção sob uma lei que permite Para a deportação de titulares de cartões verdes considerados pelo Secretário de Estado dos EUA como “adversários à política externa e aos interesses de segurança nacional” do país.

Ela repetiu a alegação de que Khalil apoiou “terroristas”, sem oferecer nenhuma evidência.

Enquanto isso, Trump disse que a prisão de Khalil é o “primeiro de muitos por vir”.

Trump Tower
Os policiais detêm manifestantes durante uma manifestação na Trump Tower, na cidade de Nova York (Jeenah Moon/Reuters)

Em um processo judicial separado na quinta -feira, oito estudantes da Columbia – incluindo Khalil – foram nomeados como demandantes em uma petição que buscava impedir a universidade de cumprir com a ordem de compartilhar registros disciplinares dos estudantes com o governo.

O Comitê de Educação e Trabalho da Câmara procurou registros para estudantes envolvidos em protestos pró-palestinos, como parte de suas tentativas de reprimir o anti-semitismo no campus.

Os estudantes disseram que o pedido do Comitê do Congresso violou a Primeira Emenda e seus direitos de privacidade sob a Lei de Direitos e Privacidade da Educação Familiar, uma lei dos EUA que governa como as universidades lidam com as informações dos alunos.

“Entidades como a universidade sentem pressão para cooperar com o governo em seus esforços para relaxar e punir o discurso protegido”, afirmou o processo.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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