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Procuradora-geral do Estado é eleita primeira mulher presidente do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos do Estado do Acre

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Ravenna Nogueira

A procuradora-geral do Estado, Janete Melo, foi eleita, por aclamação, a nova presidente do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos do Estado do Acre (Cira) para o biênio 2025-2026, durante reunião realizada nesta quinta-feira, 27, na sede da Procuradoria-Geral do Estado.

Comitê é composto pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz), Polícia Civil e Ministério Público Estadual (MPAC). Foto: Thennyson Passos/PGE

Participaram o secretário de Estado da Fazenda, Amarísio Freitas; o procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Danilo Lovisaro; o promotor de Justiça titular da Promotoria de Justiça Especializada de Combate à Evasão Fiscal, Adenilson de Souza; o procurador-chefe da Procuradoria Fiscal da PGE, Thiago Torres; o procurador-chefe da Coordenadoria da Dívida Ativa e da Execução Fiscal, Rafael Pinheiro; o titular da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Fazendários, delegado Igor Moura; os auditores da Receita Estadual, Marco Antônio dos Santos e Hilton de Araújo; e a assessora jurídica Joana Fonseca.

Instituído pelo Decreto nº 8.820, de 13 de abril de 2018, instalado em 2019 e regulamentado pela Lei Estadual nº 4.059, de 15 de dezembro de 2022, o Cira tem como missão propor medidas judiciais e administrativas para fortalecer a prevenção e a efetividade na recuperação de ativos públicos pertencentes ao Estado.

O comitê é composto pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz), Polícia Civil e Ministério Público Estadual (MPAC).

A procuradora-geral sucede o secretário da Fazenda, Amarísio Freitas, no cargo que também já foi ocupado pelo procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro. Janete é a primeira mulher a assumir a presidência do Cira no Acre.

“Agradeço a oportunidade de ser a nova presidente deste Comitê, em especial por ser a única mulher que integra este órgão colegiado e na data em que completo 23 anos como procuradora do Estado. Me coloco à disposição das instituições integrantes do Comitê para dar continuidade aos trabalhos que vêm sendo realizados com tanto êxito”, reforça a presidente eleita.

Janete é a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente do Cira. Foto: Thennyson Passos/PGE

O secretário de Estado da Fazenda, Amarísio Freitas, que ocupou a presidência do comitê no último biênio, ressaltou os progressos obtidos sob sua gestão.

“A Sefaz, durante os dois anos que presidiu o Cira, considera que deu avanços significativos, desde a instituição da lei que formalizou o comitê, mas também pela realização de eventos e aproximação entre as entidades, fazendo com que cada vez mais sejam combatidos os ilícitos fiscais, para que possamos ter um mercado muito mais justo. Desejo uma excelente gestão para a dra. Janete. Essa é uma prática que, com esse rodízio de presidências, será muito importante para a continuidade dos trabalhos”.

Durante a reunião também foram apresentados os planos institucionais de trabalho para aplicação dos recursos aportados no Fundo Cira para o ano de 2025. Foto: Thennyson Passos/PGE

A escolha da procuradora-geral do Estado, Janete Melo, foi recebida com entusiasmo pelos membros do colegiado, que destacaram sua competência técnica e capacidade de liderança. A expectativa é que sua gestão mantenha a trajetória de fortalecimento institucional e de resultados positivos para o Estado.

“A eleição, por aclamação, da dra. Janete como nova presidente é motivo de muita alegria, pois é possuidora de extrema competência para presidir o Cira, que reforçará ainda mais a construção de confiança entre as instituições no trabalho de recuperação de ativos públicos do Estado”, destaca Danilo Lovisaro.

Durante a reunião, também foram apresentados os planos institucionais de trabalho para aplicação dos recursos aportados no Fundo Cira para o ano de 2025.

Atuação do Cira

Em seis anos de atuação, o Cira tem se consolidado como uma importante frente de combate à fraude e à sonegação fiscal no estado. Nesse período, mais de R$ 60 milhões foram recuperados ou estão em fase de recuperação para os cofres públicos.

 

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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