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Programa de apostas na Nigéria em deradicalização no noroeste – DW – 03/03/2025

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Programa de apostas na Nigéria em deradicalização no noroeste - DW - 03/03/2025

O nigeriano O governo disse que está expandindo seu corredor seguro do programa de deradicalização para o noroeste do país para combater a crescente insegurança na região. Na Nigéria, o noroeste é uma zona geopolítica, composta pelos seguintes estados: Jigawa, Kaduna, Kano, Katsina, Kebbi, Sokoto e Zamfara.

O noroeste foi trancado em um conflito de uma década como gangues criminosas, de outra forma referidas como bandidos, invasões de aldeias e administrar uma grande setor de seqüestro para o Ransom. Eles são conhecidos por agredir sexualmente as mulheres, matar cidadãos e tributam moradores em vastas faixas do norte da Nigéria.

Chefe de Operações de Defesa, Emeka Onumajuru, que representou o general Christopher Musa, chefe de equipe de defesa, disse o programa de deradicalização é “vital para quebrar o ciclo de terrorismo e banditria através de um caminho estruturado para reabilitação e reintegração “de bandidos. O programa também foi usado para deradicalizar anteriormente Boko Haram Fighters na zona nordeste.

Nigéria: milhões de pessoas fogem de ataques de bandidos

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Os esforços de deradicalização produzem resultados no nordeste

Até agora, as autoridades nigerianas dizem que o corredor seguro da Operação foi fundamental na luta contra a insurgência no nordeste. O programa teve como objetivo reabilitar ex -insurgentes que se renderam ou desertaram, reintegrando cerca de 2.190 terroristas arrependidos de volta à sociedade.

A iniciativa é construída em cinco pilares, diz Onumajuru. São eles: desarmamento, desmobilização, deradicalização, reabilitação e reintegração.

Embora o programa tenha sido relativamente bem -sucedido na região nordeste, foram levantadas preocupações sobre a reincidência, com relatos de alguns indivíduos reabilitados retornando a grupos terroristas.

Agora, com a expansão pretendida do programa para o noroeste, os analistas levantaram questões sobre a eficácia do corredor seguro da Operação. Isso ocorre porque o banditismo no noroeste é amplamente impulsionado por incentivos financeiros, como pagamentos de resgate, farfalhar de gado e mineração ilegal, em vez de ideologia.

Os caminhões carregam os corpos embrulhados de pessoas mortas por suspeitos de militantes do Boko Haram, durante seu funeral em Yobe, Nigéria
Os militantes do Boko Haram atacaram muitas comunidades e mataram milhares de civis e deslocaram mais de um milhão de pessoasImagem: Reuters

O Operação é o corredor seguro, o corredor pode repetir sucessos?

Samuel Malik, pesquisador sênior do think tank pan-africano, boa governança na África, acredita que a replicação do programa não é inerentemente falha. Ele diz que apenas “respostas cinéticas” que envolvem medidas agressivas, geralmente com a ação militar, não podem resolver os desafios de segurança da Nigéria “.

Mas Samuel Malik acrescenta que o programa só pode ter sucesso no noroeste “se estiver devidamente estruturado, monitorado e adaptado às realidades locais, em vez de ser uma iniciativa apressada”.

“A deradicalização é eficaz ao lidar com indivíduos que foram doutrinados em ideologias extremistas violentas, mas a maioria dos bandidos no noroeste rejeitou explicitamente as agendas jihadistas”, disse Samuel Malik.

Oluwole Ojewale, analista do Instituto de Estudos de Segurança de Dakar, disse que o problema com o “corredor seguro” é que ele foi desenvolvido para grupos terroristas que compartilham opiniões extremas.

“Se o que o governo deseja fazer é desmobilização, está em ordem. Mas eles não podem se dar ao luxo de copiar e colar o que fizeram no nordeste e replicar o mesmo no West”, disse ele à DW.

Os policiais passam pela Escola Secundária de Ciência do Governo em Kankara, norte da Nigéria
As forças de segurança da Nigierian não conseguiram patrulhar efetivamente aldeias remotas no norte da Nigéria, deixando -as vulneráveis ​​a ataques de bandidosImagem: Sunday Alamba/AP/Picture Alliance

Problemas profundamente enraizados permanecem

Os críticos do corredor da Operação Safe disseram que o programa é centrado no agressor e os riscos sendo vistos como um sistema de recompensa para terroristas.

Dengiyefa Angalapu, pesquisador de contraterrorismo e construção da paz, disse que esse argumento é reducionista. Ele disse à DW que a iniciativa pode ser implementada no noroeste, pois existem vários atores na região, incluindo grupos terroristas ideológicos, que geralmente são generalizados sob o slogan da banditry.

Dengiyefa acrescentou que as queixas profundas entre os pastores que levam alguns a pegar em armas tornam a iniciativa adequada para a região.

“Somente a estratégia cinética não pode levar a um declínio no terrorismo. Esta é uma iniciativa que deve ser expandida para outras partes do país para fornecer uma estrutura nacional para combater o terrorismo”, disse ele à DW.

Os analistas parecem concordar que essa estratégia deve envolver mecanismos locais de construção da paz e empoderamento econômico para impedir a recaída.

“Embora certos elementos da iniciativa, como apoio psicológico, treinamento vocacional e reintegração da comunidade, permaneçam cruciais, o governo deve priorizar a reintegração econômica, a resolução de conflitos e os mecanismos que impedem o reengajamento em atividades criminosas”, disse Samuel.

Militantes do Boko Haram aterrorizam os agricultores na Nigéria

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Editado por Cai Heaven



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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