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Proibição do TikTok: Suprema Corte dos EUA ouve argumentos orais sobre o destino do aplicativo – atualizações ao vivo | TikTok
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2 anos atrásem
Dara Kerr and Blake Montgomery
Suprema Corte começa a ouvir argumentos no caso TikTok
As discussões começaram na Suprema Corte. O primeiro é Noel Francisco, advogado do TikTok, que argumenta que os EUA deveriam suspender a proibição. Ele está tentando convencer os juízes de que a lei aprovada pelo Congresso na primavera passada infringe a liberdade de expressão do TikTok.
Francisco disse que não se trata do TikTok ser uma ameaça à segurança nacional, mas sim “o verdadeiro alvo do governo é o próprio discurso”. Ele concluiu sua breve declaração de abertura dizendo: “Em suma, este ato não deveria ser mantido”.
Os juízes agora o estão questionando sobre os méritos de seu argumento de que o projeto de lei de proibição ou venda infringe tanto os direitos de liberdade de expressão do TikTok quanto de seus usuários americanos.
Principais eventos
A TikTok afirma que não é controlada pelo governo chinês. Sua controladora, ByteDance, está sediada na China, mas TikTok opera separadamente com sede em Cingapura e nos EUA. A TikTok afirma que os dados de seus usuários nos EUA são gerenciados pela empresa Oracle.
Juiz Samuel Alito perguntou ao advogado da TikTok se a empresa fosse propriedade direta do governo chinês, ele apresentaria os mesmos argumentos.
“Eu não usaria o mesmo argumento,” Noel Franciscodisse o advogado do TikTok, reiterando que o TikTok é independente da ByteDance.
Quando os juízes perguntaram a Francisco se o TikTok pode alterar o algoritmo de recomendação do aplicativo, ele disse: “O fato é que o TikTok US tem autoridade sobre o algoritmo”. Ele acrescentou que o TikTok não removeu ou restringiu conteúdo a pedido da China ou de qualquer outro governo.
Os juízes imediatamente começaram com perguntas sobre liberdade de expressão. Juiz Clarence Thomas foi o primeiro a perguntar ao advogado do TikTok: “Qual é o discurso do TikTok aqui?”
Noel Franciscoadvogado do TikTok, comparou o TikTok ao Washington Post e outros jornais e como essas publicações têm direito à liberdade de expressão, apesar de terem proprietários privados e às vezes estrangeiros, como acontece com o Politico e seu controlador alemão Axel Springer. O principal ponto da posição do TikTok neste caso é que uma proibição ou venda forçada equivaleria a uma violação da liberdade de expressão para dezenas de milhões de pessoas que usam o aplicativo nos EUA.
Juíza Sonia Sotomayor seguiu essa linha de questionamento e perguntou a Francisco se ele achava que o governo dos EUA deveria ter o interesse próprio de dizer quando há uma ameaça.
“Temos o direito de dizer que você não pode fazer isso, você não pode falar”, disse Sotomayor.
Suprema Corte começa a ouvir argumentos no caso TikTok
As discussões começaram na Suprema Corte. O primeiro é Noel Francisco, advogado do TikTok, que argumenta que os EUA deveriam suspender a proibição. Ele está tentando convencer os juízes de que a lei aprovada pelo Congresso na primavera passada infringe a liberdade de expressão do TikTok.
Francisco disse que não se trata do TikTok ser uma ameaça à segurança nacional, mas sim “o verdadeiro alvo do governo é o próprio discurso”. Ele concluiu sua breve declaração de abertura dizendo: “Em suma, este ato não deveria ser mantido”.
Os juízes agora o estão questionando sobre os méritos de seu argumento de que o projeto de lei de proibição ou venda infringe tanto os direitos de liberdade de expressão do TikTok quanto de seus usuários americanos.
Donald Trump poderia impedir a proibição do TikTok?
Trump apresentou um pedido ao Supremo Tribunal para adiar a implementação de uma proibição de TikTok até que ele tome posse em 20 de janeiro, o que o tribunal se recusou a agir imediatamente. A intervenção do presidente eleito mostra o esforço significativo do TikTok para avançar com Trump e sua equipe durante a campanha presidencial.
“O presidente Trump não toma posição sobre os méritos subjacentes desta disputa”, disse D John Sauer, o advogado de Trump que também é o escolhido do presidente eleito para procurador-geral dos EUA.
“Em vez disso, ele solicita respeitosamente que o Tribunal considere suspender o prazo da Lei para desinvestimento de 19 de janeiro de 2025, enquanto considera os méritos deste caso, permitindo assim à próxima administração do Presidente Trump a oportunidade de buscar uma resolução política das questões em questão em o caso”, acrescentou.
Como presidente, caberá a Trump interpretar como a lei de proibição ou venda será aplicada. Se a lei for mantida, ele poderá enfraquecê-la, orientando o Departamento de Justiça dos EUA a adiar a imposição de sanções ou a mediar um acordo que ele declare cumprir o limiar para desinvestimento. O Cato Institute, um thinktank de direita em Washington, DC, disse numa análise sobre o assunto: “Uma nova administração poderia aprovar ‘desinvestimentos qualificados’ ou também estender informalmente o cronograma, recusando-se a aplicar as penalidades sob a proibição se uma venda não ocorreu até 19 de janeiro ou em um prazo estendido.”
Menos de duas semanas após a decisão do tribunal federal de apelações, a TikTok entrou com uma ação movimento de emergência pedindo ao Supremo Tribunal que suspenda a aplicação da lei. A Suprema Corte concordou em analisar o pedido e argumentos orais acelerados. Desde então, o tribunal recebeu quase duas dúzias de amicus briefs, ou resumos de “amigos do tribunal”, de ambos os lados do debate.
O mais notável deles foi arquivado por Donald Trump ele mesmo. Ele pediu ao tribunal que suspendesse a proibição, que está prevista para entrar em vigor um dia antes da sua posse, para que a sua administração possa “buscar uma resolução negociada”.
“Somente o presidente Trump possui a experiência consumada em negociações, o mandato eleitoral e a vontade política para negociar uma resolução para salvar a plataforma”, diz o documento. “Tal resolução evitaria a necessidade deste Tribunal decidir questões extremamente difíceis.”
Pouco depois Joe Biden sancionou a lei, TikTok processou o governo dos EUA na tentativa de bloqueá-lo. A empresa argumentou que a proibição é inconstitucional, destaca injustamente o TikTok e viola a Primeira Emenda e o direito à liberdade de expressão.
A lei “forçará o encerramento de TikTok … silenciando os 170 milhões de americanos que usam a plataforma para se comunicar de maneiras que não podem ser replicadas em outro lugar”, escreveu o TikTok em sua denúncia.
Um painel de três juízes para o tribunal de apelações dos EUA para o Distrito de Columbia decidiu a favor do governo no mês passado. Eles disseram que a possível ameaça à segurança nacional dos EUA superava a perda de acesso das pessoas ao site de mídia social.
Os juízes também disseram que a primeira emenda visa proteger a liberdade de expressão das pessoas nos EUA e “o governo agiu exclusivamente para proteger essa liberdade de uma nação adversária estrangeira”.
O que acontecerá com TikTok aplicativo se for banido?
Novos usuários não poderão baixar o TikTok nas lojas de aplicativos e os usuários existentes não poderão atualizar o aplicativo, pois a lei proíbe qualquer entidade de facilitar o download ou a manutenção do aplicativo TikTok. Numa carta de 13 de dezembro, os legisladores dos EUA disseram à Apple e ao Google, da Alphabet, que operam as duas principais lojas de aplicações móveis, que devem estar prontos para remover o TikTok das suas lojas em 19 de janeiro.
O provedor de serviços em nuvem Oracle pode ver alguma interrupção em seu trabalho com o TikTok. A Oracle hospeda os dados dos usuários do TikTok nos EUA em seus servidores, analisa o código-fonte do aplicativo e o entrega nas lojas de aplicativos. O Google não quis comentar, enquanto a Oracle e a Apple não responderam aos pedidos de comentários.
A lei federal para proibir o TikTok esmagadoramente aprovado no Senado e na Câmara em abril passado. Aconteceu um ano depois de Montana ter sido o primeiro estado a proibir o TikTok, embora um juiz bloqueou essa lei por motivos de liberdade de expressão.
A lei, conhecida como Lei de Proteção dos Americanos contra Aplicações Controladas de Adversários Estrangeiros, foi assinada por Joe Biden na primavera passada. Aconteceu dois anos depois que o presidente baniu o TikTok em telefones e laptops do governo federal.
O governo dos EUA tem dito consistentemente TikTok é uma ameaça à segurança nacional. Os legisladores dizem que a China tem potencial para controlar o que as pessoas veem no aplicativo e espalhar propaganda. Eles também temem que a China possa obter acesso aos dados sensíveis dos americanos e monitorizar o seu comportamento.
“Sua plataforma é basicamente uma plataforma de espionagem para o Partido Comunista Chinês”, disse Josh Hawleyum senador republicano do Missouri, durante uma audiência do comitê judiciário do Senado em janeiro passado com o CEO da TikTok, Shou Chew.
Até o momento, o governo dos EUA não divulgou evidências de que Pequim ou a ByteDance tenham usado o TikTok para manipular os americanos.
O TikTok tem 170 milhões de usuários norte-americanos em sua plataforma, cerca de metade da população do país, e a perspectiva de banir o aplicativo reuniu aliados improváveis. De um lado estão aqueles que anunciam a proibição, dizendo TikTok tem potencial para ser manipulado pelo Partido Comunista Chinês, que inclui uma coligação bipartidária de membros do Congresso.
Do outro lado estão inúmeros influenciadores, grupos de liberdades civis e, mais recentemente, Donald Trumpque propôs pela primeira vez banir o TikTok há quase cinco anos. Agora, Trump e outros dizem que proibir os americanos de acessar o aplicativo violaria a liberdade de expressão de dezenas de milhões de pessoas.
“A tentativa do governo de impedir que os usuários dos EUA falem e compartilhem TikTok é extraordinário e sem precedentes”, disse Patrick Toomey, vice-diretor do Projeto de Segurança Nacional da União Americana pelas Liberdades Civis.
Suprema Corte dos EUA ouvirá argumentos sobre a lei de venda ou proibição do TikTok
O Suprema Corte dos EUA ouvirá argumentos orais sobre o destino do TikTok na sexta-feira. É a mais recente batalha na longa guerra sobre a proibição da tremendamente popular aplicação de redes sociais nos EUA – e forçará os juízes a pesar a importância da segurança nacional com a liberdade de expressão.
A TikTok e sua controladora, a ByteDance, com sede na China, pediram à Suprema Corte que analisasse o caso após uma tribunal de primeira instância decidiu no mês passado para defender uma lei para proibir o aplicativo nos EUA. Essa proibição está programada para entrar em vigor em 19 de janeiro, a menos que a ByteDance venda os ativos da TikTok para uma empresa não chinesa. Embora a ByteDance tenha a opção de desinvestimento, alegou em um processo legal que o desinvestimento “simplesmente não é possível: nem comercialmente, nem tecnologicamente, nem legalmente”.
As discussões orais deverão durar duas horas, durante as quais cada lado terá tempo para apresentar seu caso. Em um arquivamentoo tribunal escreveu que ambos os lados deveriam estar preparados para discutir se a proibição viola a Primeira Emenda.
Traremos a você todas as novidades da audiência, marcada para começar às 10h ET.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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