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Promotor distrital pede pena de morte em caso destacado nas eleições dos EUA | Notícias de Donald Trump
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2 anos atrásem
Um promotor distrital do Texas revelou planos para buscar a pena de morte em um suposto caso de assassinato que se tornou um importante ponto de discussão nas eleições presidenciais de 2024 nos Estados Unidos.
Na sexta-feira, a promotora distrital do condado de Harris, Kim Ogg, apresentou uma notificação indicando sua decisão de buscar sentenças de morte para Johan Jose Martinez-Rangel, 22, e Franklin Jose Pena Ramos, 26.
O crime que são acusados de cometer tornou-se uma peça central na campanha do republicano Donald Trump à reeleição em novembro.
Os dois suspeitos são cidadãos venezuelanos e cruzaram a fronteira para os EUA sem a documentação adequada para isso. A Patrulha da Fronteira dos EUA prendeu-os brevemente após a sua entrada nos EUA, mas foram libertados e notificados para comparecerem em tribunal numa data posterior.
Poucos meses depois, em junho, os dois homens supostamente sequestraram, agrediram sexualmente e mataram Jocelyn Nungaray, de 12 anos, deixando seu corpo em um riacho em Houston.
Trump e os seus aliados apontaram repetidamente o caso como prova de que os EUA precisam de uma segurança fronteiriça mais rigorosa e de penas mais duras para migrantes e requerentes de asilo envolvidos em crimes.
Ele também fez campanha com a mãe de Nungaray, Alexis Nungaray, que visitou a fronteira EUA-México com Trump e testemunhou perante o Congresso sobre sua provação.
No anúncio de sexta-feira, o promotor distrital Ogg repetiu algumas das críticas à fiscalização da imigração que Trump fez durante a campanha.
“O assassinato de Jocelyn foi tão vil, brutal e sem sentido quanto qualquer outro caso durante meu mandato como promotor público”, disse Ogg em comunicado.
“E ficou pior ao saber que esses dois homens estavam aqui ilegalmente e, se tivessem sido detidos após serem capturados na fronteira, nunca teriam tido a oportunidade de assassinar Jocelyn e destruir o futuro de sua família.”
Em junho, os promotores apresentaram acusações de homicídio capital contra os dois suspeitos, que estão detidos sob fiança de US$ 10 milhões.
Vários estudos, no entanto, mostraram que os imigrantes em geral são menos propensos a cometer crimes do que os cidadãos nascidos nos EUA.
Uma pesquisa de registros de prisões no Texas, financiada pelo Instituto Nacional de Justiça, encontrado esta é uma tendência consistente, em todas as diferentes categorias de crimes, desde infracções rodoviárias a crimes contra a propriedade.
Concluiu que os imigrantes indocumentados são detidos “por menos de metade da taxa de cidadãos nativos dos EUA por crimes violentos e relacionados com drogas e um quarto da taxa de cidadãos nativos por crimes contra a propriedade”.
Ainda assim, o presidente eleito Trump confundiu frequentemente a imigração com a criminalidade durante a campanha, despertando receios de violência.
Ele usou esses medos para atacar seus rivais no Partido Democrata, acusando o presidente Joe Biden e a vice-presidente Kamala Harris de permitirem “fronteiras abertas”.
A migração irregular através da fronteira entre os EUA e o México atingiu um máximo histórico sob a presidência de Biden, mas desde então diminuiu para níveis semelhantes aos do primeiro mandato de Trump, de 2017 a 2021.
Os “encontros” mensais da patrulha fronteiriça em Outubro, por exemplo, caíram para 106.344. De acordo com um Comunicado de imprensa naquele mês, de Clientes e Proteção de Fronteiras dos EUA, o número de apreensões de patrulhas de fronteira foi “o mais baixo de todos os tempos” desde o ano fiscal de 2020.
Biden também impôs políticas rigorosas para limitar o asilo na fronteira, semelhantes às ações tomadas pelo próprio Trump. Uma medida, anunciada em junho, permitia a suspensão dos pedidos de asilo caso as passagens irregulares da fronteira ultrapassassem as 2.500 pessoas por dia.
Outros incluíam penalidades como proibição de reentrada por cinco anos e possível processo criminal.
No entanto, Trump criticou Biden e Harris, o candidato democrata na corrida de 2024, como perigosamente irresponsáveis nas suas políticas de fiscalização das fronteiras.
Inclinando-se para uma retórica sombria e nativista, alertou para uma “invasão” de migrantes que sitia o país e prometeu prosseguir uma campanha de “deportação em massa” no seu primeiro dia no cargo.
Para o fazer, Trump indicou que planeia invocar a Lei dos Inimigos Estrangeiros de 1798, que dá ao governo federal o poder de deportar estrangeiros em tempos de guerra.
“Iniciaremos a maior operação de deportação da história dos Estados Unidos”, disse Trump a apoiadores em uma parada de campanha em outubro. “Vamos fechar a fronteira. Iremos impedir a invasão de ilegais no nosso país. Defenderemos nosso território. Não seremos conquistados.”
Trump também apelou à “pena de morte para qualquer migrante que mate um cidadão americano ou um agente da lei”.
Os críticos, incluindo a União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), acusar Trump de empreender uma “onda de execuções sem paralelo” durante o seu último mandato: a sua administração supervisionou 13 execuções federais apenas nos últimos seis meses.
O líder republicano frequentemente desempenhava um papel vídeo de Alexis Nungaray em seus comícios, descrevendo em detalhes comoventes como ela descobriu sua filha estrangulada até a morte.
“Ela estaria viva hoje se Kamala tivesse feito o seu trabalho”, postou Trump em seu Twitter. conta de mídia social no início deste ano.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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13 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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