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Promotores estão abertos a adiar a sentença de Trump em caso de silêncio financeiro | Notícias sobre crimes
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Promotores de Nova York dizem que se opõem à demissão do presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump’s silenciar o caso do dinheiro, mas expressou abertura para adiar a sua sentença até depois do seu segundo mandato.
Num processo apresentado na terça-feira, o Gabinete do Procurador Distrital de Manhattan argumentou que a próxima presidência de Trump não justifica o arquivamento de um caso que já passou pelos tribunais. No entanto, “dada a necessidade de equilibrar interesses constitucionais concorrentes”, os procuradores disseram que “deve-se considerar” a possibilidade de pisar nos travões do caso até que Trump deixe o cargo novamente.
O caso já existe há muito tempo atormentado por atrasos. Na semana passada, o juiz Juan Merchan adiou a decisão sobre os esforços anteriores de Trump para anular a sua condenação relacionada com uma decisão de Julho do Supremo Tribunal dos EUA, que permite que um presidente imunidade de processo criminal para atos oficiais no cargo.
Não está claro quando o juiz poderá decidir sobre o assunto. Ele poderia optar por adiar o caso por um período de tempo não revelado ou esperar para ver como um tribunal federal de apelações decidirá sobre as tentativas simultâneas de Trump de transferir o caso para fora do tribunal estadual.
No processo judicial de terça-feira, os promotores argumentaram que “nenhuma lei atual estabelece que a imunidade temporária de um presidente contra acusação exige o arquivamento de um processo criminal pós-julgamento que foi iniciado em um momento em que o réu não estava imune a processo criminal e que se baseia em informações não oficiais. conduta pela qual o réu também não está imune”.
Os procuradores sublinharam a necessidade de “proceder de uma forma que preserve tanto a independência do Executivo como a integridade do sistema de justiça criminal”.
Trump foi considerado culpado de todas as acusações em maio por falsificar registros comerciais em um julgamento histórico, tornando-se o primeiro presidente dos EUA na história a ser acusado e condenado por um crime. O bilionário astro do reality show enfrentou 34 acusações criminais de falsificação de documentos comerciais vinculados a um pagamento secreto de US $ 130.000 feito a uma atriz de cinema adulto Daniels tempestuoso na preparação para o Eleições presidenciais dos EUA em 2016.
Um possível arquivamento do caso eliminaria automaticamente o registo criminal de Trump e uma potencial pena de prisão.
A sentença de Trump foi marcada para 26 de novembro. vitória nas eleições presidenciais de 5 de novembroos advogados de Trump pressionaram Merchan para abandoná-lo. Argumentaram que o caso deve ser arquivado “para facilitar a transição ordenada do poder executivo – e no interesse da justiça”.
Na terça-feira, o novo diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung, criticou o último pedido dos promotores como uma grande vitória para Trump.
“Esta é uma vitória total e definitiva para o Presidente Trump e para o povo americano que o elegeu de forma esmagadora”, disse Cheung num comunicado, citado pela Associated Press. “A equipe jurídica do presidente Trump está agindo para que o caso seja rejeitado de uma vez por todas.”
Os promotores dizem que Trump se envolveu no esquema de dinheiro secreto com o ex-advogado-consertador Michael Cohen para facilitar um pagamento a Daniels para comprar seu silêncio sobre um encontro amoroso uma década antes. Trump, que mais tarde devolveu Cohen, registou os pagamentos como despesas legais, num esforço para ocultar a sua verdadeira natureza, segundo os procuradores.
Trump prometeu apelar do veredicto se o caso não for arquivado. Há muito que ele nega qualquer irregularidade ou que tenha tido relações sexuais com Daniels. Ele chamou o veredicto contra ele de “fraudado” e “vergonhoso”, destacando os esforços do promotor distrital de Manhattan Alvin Braga como parte de uma vingativa “caça às bruxas” decidida a difamar a sua campanha.
A Al Jazeera entrou em contato com o escritório de Bragg para comentar.
Alguns analistas jurídicos, no entanto, dizem que os promotores poderão enfrentar uma batalha difícil para garantir uma sentença contra Trump.

David Shapiro, professor do John Jay College of Criminal Justice de Nova York e especialista em crimes financeiros, disse que não ficou surpreso com o último processo apresentado pelos promotores, observando que o gabinete de Bragg assumiu uma postura “avessa ao risco” ao reagir contra as medidas legais de Trump. esforços das equipes para encerrar o caso. Ele destacou, no entanto, o cenário jurídico altamente incomum de adiar uma potencial sentença até 2029, quando Trump deixar o cargo.
“É algo sem precedentes”, disse Shapiro à Al Jazeera.
“A ideia de que este assunto deva ser adiado até o final do mandato do presidente não me parece uma resolução justa”, disse Shapiro. “Acho que o melhor resultado desta guerra pela justiça é alguém tomar a decisão de torná-la definitiva.”
Shapiro expôs vários caminhos legais possíveis que Merchan poderia seguir nos próximos dias e semanas.
“Primeiro, o juiz pode dizer: ‘Estou sentenciando você. Isso não envolve nenhum problema de imunidade. Vamos sentenciá-lo antes de você tomar posse.’”
Shapiro disse que também poderia ver o juiz presidente emitindo uma dispensa incondicional do assunto, em vez de condenar oficialmente Trump, um caminho que ele considerou mais provável. O veredicto de culpa de Trump seria efectivamente mantido, mas ele não enfrentaria qualquer tipo de pena de prisão ou multas.
“Dessa forma, todos salvam a cara”, explicou Shapiro. “O senhor Trump pode apelar e tudo mais. Os promotores salvam a face. O juiz salva a cara. E os Estados Unidos não são prejudicados por um presidente deficiente.”
O julgamento do dinheiro secreto é um dos quatro acusações criminais Trump enfrentou após o final do seu primeiro mandato, todos os quais estão atualmente no limbo após a eleição presidencial deste mês.
O procurador especial Jack Smith está encerrando dois de seus casos abertos contra Trump, que envolvem o suposto envolvimento de Trump em derrubando as eleições de 2020 e acusações separadas de que ele escondeu tesouros documentos classificados em sua propriedade em Mar-a-Lago.
Outro caso na Geórgia envolvendo alegações de interferência nas eleições estaduais também está pausado. Esse julgamento rendeu o primeiro foto de um ex-presidenteque Trump acabou usando como ferramenta de marketing para impulsionar sua campanha durante o ciclo presidencial.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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