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Manoel Urbano

Promotoria de Justiça idealiza projeto ‘Jovem Aprendiz’ em Manoel Urbano

Senaonline.net, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O projeto foi idealizado pelo promotor de Justiça substituto Júlio César de Medeiros

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio da Promotoria de Justiça Cumulativa do município de Manoel Urbano, planejou e executou, no mês de outubro, o projeto ‘Jovem Aprendiz – Desenvolvendo Gerações’.

O projeto foi idealizado pelo promotor de Justiça substituto Júlio César de Medeiros e já está integrado ao Plano Geral de Atuação (PGA) da Procuradoria Geral de Justiça.

Com a iniciativa pensada pelo MPAC, jovens estudantes vão ser inseridos como aprendizes em atividades laborais da empresa Agrocortex. O processo de seleção dos candidatos foi feito pela empresa e acompanhado de perto pela assistente social do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do município, Silvana Taumaturgo dos Santos.
“O projeto é de grande relevância para a comunidade, já que as famílias dos jovens contemplados são acompanhadas pela assistência social do município e participantes dos serviços de convivência e fortalecimento de vínculo do Cras, portanto, todos de famílias carentes e em situação de risco, que necessitam da qualificação profissional para, de alguma forma, contribuírem na renda familiar”, disse a assistente social.

Para a diretora-adjunta de Operações da Agrocortex, Jéssica Bispo do Carmo, a iniciativa é uma oportunidade para os jovens desenvolverem valores profissionais. “O desenvolvimento de projetos de cunho social, como o Jovem Aprendiz, é importante para garantir que os jovens cresçam aprendendo a respeitar valores estimulados dentro do meio empresarial, como honestidade, comprometimento e inovação.”

Segundo o promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, Manoel Urbano é uma comarca carente em infraestrutura e oportunidades de trabalho, e o objetivo principal, com este projeto, foi prevenir a criminalidade. “Estamos inibindo a cooptação de adolescentes por facções criminosas com a criação de cada vez mais vagas para qualificação profissional, além de agir com proatividade na inserção destes jovens no mercado do trabalho, sendo que a metodologia foi inspirada na Resolução nº 76/2011 do CNMP”, destacou.

Jaidesson Peres – Agência de Notícias do MPAC

Sena Online

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ACRE

Em Manuel Urbano, Professores não recebem há 3 meses e cogitam parar atividades

Alerta Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Professores provisórios do município de Manoel Urbano, que realizaram o concurso da Secretaria Estadual de Educação (SEE) este ano, denunciam que estão há 3 meses sem receber seus salários. Eles cogitam paralisar as atividades escolares caso não recebam.
Segundo informações os professores começaram a trabalhar no dia 22 de fevereiro, e até hoje esperam pelos respectivos salários dos dias trabalhados em fevereiro, e dos meses de março e abril.
“Até hoje nada de pagamento, segundo os comentários no núcleo daqui, não vamos receber ainda”, disse o professor. Ele ainda complementa dizendo mesmo com o descaso, a categoria continua trabalhando.
O núcleo da Secretária Estadual de Educação em Manoel Urbano informou que os professores provisórios do município terão seus salários de março, abril e maio pagos somente no mês de junho.
Os professores disseram que caso o pagamento não seja efetuado, a categoria vai paralisar as atividades. “Por mim, já teria parado tudo, mas se batermos de frente com o núcleo, podemos sair prejudicados”. 

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CRIME

Mulher que aplicou golpe da CNH em Manoel Urbano é condenada a 28 anos de cadeia

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A Justiça do Acre condenou uma mulher a 28 anos e dois meses de cadeia por ter aplicado o “golpe da CNH” em treze moradores de Manoel Urbano.

A acusada também deverá pagar indenização mínima para todas as vítimas. O valor total das indenizações é R$ 19.400, mas cada uma das 13 pessoas lesadas receberá a quantia que comprovou ter tido de prejuízo.

Conforme é relatado, a denunciada ofereceu serviço de autoescola para população local. As vítimas começavam o curso de formação, mas a acusada não iniciava os processos de habilitação ou pagava as taxas necessárias junto ao Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran). “A conduta e o delito praticados pela acusada extrapolam o que normalmente acontece no crime em questão, pois a conduta foi realizada numa cidade isolada, o que torna os moradores dependentes da idoneidade dos prestadores de serviço”, diz a juíza de Direito Ana Paula Saboya em sua sentença.

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