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Promotoria do Consumidor faz auditoria em planilhas de reajuste em tarifa de transporte público
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Consumidor, instaurou procedimento investigatório para apurar a legitimidade das planilhas que fundamentam o reajuste da tarifa de ônibus de Rio Branco em 2018. A medida foi tomada a pedido da Câmara de Vereadores, que formulou requerimento, por unanimidade, e protocolou no MPAC.
Considerando que, no reajuste de 2017, o Ministério Público apenas apreciou a planilha e seus cálculos, mas não analisou os dados que a alimentam, a promotora de Justiça de Defesa do Consumidor, Alessandra Garcia Marques, requisitou todos os dados referentes aos custos que compõem a atual planilha que fixou o recente reajuste, referentes aos últimos doze meses.
De acordo com Alessandra Marques, a intenção é fazer uma a análise integral da planilha. “Não há nenhuma possibilidade de se realizar tal análise se os dados que formam a planilha não forem totalmente apreciados, o que demandará um trabalho técnico sério e completo”, explica.
Nesta quinta-feira (7), a promotora ouviu o Conselho de Transporte e recebeu deste explicações pertinentes sobre a questão. Na ocasião, foram requisitados 13 dados que, para a apreciação da planilha, são de fundamental importância.
“A sociedade, as empresas prestadoras do serviço essencial de transporte público coletivo urbano, o Conselho de Transporte Público e o Município de Rio Branco serão informados acerca do andamento e da conclusão dos trabalhos, detalhadamente”, diz Alessandra Marques. Por André Ricardo.
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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre
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7 de maio de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.
Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
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5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.