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Proprietário da P&O Ferries obtém notícia de investimento portuário de £ 1 bilhão após ministros criticarem empresa | Balsas P&O
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2 anos atrásem
Gwyn Topham and Richard Partington
A DP World, proprietária da P&O Ferries com sede em Dubai, suspendeu o anúncio de um suposto investimento de £ 1 bilhão no Reino Unido após duras críticas à empresa por parte dos ministros esta semana.
O anúncio dos planos da DP World para expandir o seu porto London Gateway deveria ser uma parte fundamental da estratégia do governo trabalhista cimeira de investimento na segunda-feira.
O evento, uma vitrine para atrair dinheiro estrangeiro para o Reino Unido, deveria contar com a presença de Keir Starmer e Raquel Reeves.
Entende-se que o presidente e CEO do grupo proprietário dos Emirados Árabes Unidos, Sultão Ahmed bin Sulayem, se retirará agora do evento depois que Angela Rayner, a vice-primeira-ministra, e Louise Haigh, a secretária de transportes, criticaram a P&O Ferries na quarta-feira, enquanto anunciando novas proteções aos trabalhadores – com Haigh referindo-se à empresa como uma “operadora desonesta”.
Questionado sobre a disputa na sexta-feira, Starmer se recusou a responder diretamente, dizendo que houve “cinco ou seis grandes investimentos no Reino Unido” anunciados nas últimas quatro semanas.
No entanto, Downing Street rapidamente se distanciou dos comentários de Haigh, com uma fonte dizendo que essa era a opinião pessoal do secretário de transportes.
A P&O Ferries, subsidiária da DP World desde 2019, uniu políticos furiosos em 2022 quando demitiu 800 tripulantes sem aviso préviosubstituindo-os por funcionários de agências mal remunerados que trabalham mais horas, em alguns casos abaixo do salário mínimo.
Anunciando medidas para acabar com os despedimentos e recontratar no projeto de lei de direitos trabalhistas para os trabalhadores esta semana, Rayner disse que as ações da P&O Ferries foram “ultrajantes” e “é exatamente por isso que estamos tomando medidas ousadas”.
Em entrevistas na quarta-feira, Haigh disse que boicotou a P&O Ferries e disse ao Departamento de Transportes para não fazer negócios com a empresa de balsas ou com seu grupo proprietário.
Haigh disse na quarta-feira: “Instruí meu departamento a não ter absolutamente nenhum contato com a P&O Ferries ou a DP World, a menos que seja literalmente por motivos de segurança. O departamento não deve ter nada a ver com eles e certamente não se envolver com eles.”
Ela acrescentou: “Somos um governo que quer trabalhar em parceria com as empresas e a força de trabalho, mas não com operadores desonestos”.
No entanto, após a notícia da pausa do DP World na sexta-feira, um porta-voz do governo disse: “Saudamos o compromisso da P&O Ferries em cumprir a nossa nova legislação marítima. Continuamos a trabalhar em estreita colaboração com a DP World, que já realizou investimentos significativos nos portos de London Gateway e Southampton, para ajudar a economia do Reino Unido.”
A empresa de Dubai é proprietária do porto de Southampton, bem como do London Gateway, e esteve envolvida na criação de alguns dos primeiros portos francos controversos de Rishi Sunak.
Como líder da oposição, o próprio Starmer criticou ferozmente o então primeiro-ministro Boris Johnson por conceder mais contratos à DP World após o escândalo de demissões da P&O.
Ele zombou de Johnson, dizendo “A DP World deve estar tremendo”, acrescentando: “Pode o primeiro-ministro garantir que essas empresas não receberão um centavo a mais do dinheiro dos contribuintes – ou uma única redução fiscal – até que restabeleçam a força de trabalho? ”
após a promoção do boletim informativo
O próprio Johnson e o então secretário de transportes, Grant Shapps, também denunciaram a empresa. Shapps disse que o executivo-chefe da P&O, Peter Hebblethwaite, “teria que ir embora” depois de admitir ter infringido a lei. Hebblethwaite permanece no posto.
A DP World recusou-se a comentar ao Guardian na sexta-feira, mas, de acordo com a Bloomberg, um porta-voz disse que estava a planear adicionar dois berços para navios de alto mar no seu porto London Gateway, aumentando a capacidade do porto em 50%, mas o plano foi agora em revisão.
O secretário paralelo de negócios e comércio, Kevin Hollinrake, disse que foi um “golpe para o governo”, acrescentando: “Apenas 100 dias depois, novos investimentos deveriam estar chegando, não se assustando por causa de declarações anti-empresariais ou preocupações sobre o impacto das políticas trabalhistas e tributárias.”
Entende-se que várias empresas globais, independentemente das disputas políticas, têm estado a considerar a sua participação no evento que acontece três semanas antes de o governo definir as suas políticas no orçamento, em 30 de Outubro.
Um executivo do setor financeiro comparou desfavoravelmente a organização da próxima cimeira de investimento com eventos semelhantes realizados pelo Presidente Macron em França. Eles disseram: “Tem sido difícil obter informações e as coisas habituais que você precisa para informar seu CEO. Os horários estão atrasados, os detalhes do local estão atrasados e também as oportunidades para coisas como reuniões paralelas e saber quem mais vai.”
Outra fonte disse que era “estranho” que o orçamento fosse planeado após a cimeira de investimento, dado que havia várias questões importantes sobre a política fiscal e de gastos sobre as quais as grandes empresas gostariam de ter clareza. “O momento não é ideal”, disseram eles.
O evento principal acontece na segunda-feira no Guildhall, na cidade de Londres, com uma recepção mais exclusiva na Catedral de São Paulo com a presença do primeiro-ministro e de um membro da família real à noite. Os patrocinadores incluem Barclays, Lloyds e HSBC, e os CEOs presentes incluem Andrea Rossi da M&G, Greg Jackson da Octopus, Jackie Wild da TSL e David Solomon da Goldman Sachs. Reeves fará o discurso principal.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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