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PSG e FFF convocados ao Ministério do Esporte
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Representantes da Federação Francesa de Futebol (FFF) e do Paris Saint-Germain (PSG) são convidados, na manhã de sexta-feira, 8 de novembro, ao Ministério dos Esportes para revisar as condições sob as quais um tifo a favor da Palestina poderia ser implantado dois dias antes em o Parc des Princes, antes do jogo da Liga dos Campeões contra o Atlético de Madrid. Serão recebidos pelo Ministro, Gil Avérous, e pelo Secretário de Estado responsável pela Cidadania e Combate à Discriminação, adstrito ao Ministério do Interior, Othman Nasrou.
Na comitiva deste último estima-se que a UEFA a entidade organizadora europeia da competição “reação insuficiente” ao anunciar na quinta-feira que não iniciaria nenhum processo contra o clube da capital. Isso proíbe qualquer mensagem nos estádios “de natureza política, ideológica, religiosa” se for considerado ofensivo e pode recorrer às sanções previstas no artigo 16.4 do seu regulamento disciplinar. Mas a imensa tela proclamando «Palestina Livre» (Palestina Livre), acima de uma faixa pedindo “guerra no terreno, mas paz no mundo”exposto no estande da Auteuil, “não pode ser considerado provocativo ou insultuoso neste caso específico”ela estimou.
Nas redes sociais, membros do Collectif Ultras Paris (CUP) – maior grupo de apoiadores do PSG – que está na origem do tifo, garantiram que“em nenhum caso” aquele “não pretendia transmitir uma mensagem de ódio, muito pelo contrário”.
Tensão adicional
Antes da decisão da UEFA, quinta-feira, o Ministro do Interior, Bruno Retailleau, tinha criticado fortemente o tifo em questão, acreditando que “não tinha lugar neste estádio”. “Peço ao PSG que se expliquem e aos clubes para garantir que a política não prejudica o desporto, que deve continuar sempre a ser um catalisador da unidade”escreveu o inquilino da Place Beauvau em sua conta X e acrescentou, pouco depois, na Rádio Sud: “Quero saber mais, saber como chegou essa lona, como pode ter sido desdobrada… Mandei o delegado me contar o que aconteceu (…). Exijo responsabilidade. Solenemente. » Gil Avérous também havia, no X, denunciado “desvios inaceitáveis”. “Os campos desportivos não devem tornar-se fóruns políticos”acrescentou.
O Paris Saint-Germain não tinha conhecimento do conteúdo da mensagem contida neste tifo, especifica uma fonte do clube, que deseja enfatizar “que o Parc des Princes é – e deve continuar a ser – um lugar de comunhão em torno de uma paixão comum pelo futebol”. “Quando o PSG diz que não tinha conhecimento, temos o direito de nos perguntar se estão zombando de nós ou se o sistema de segurança deles está totalmente defeituoso”argumentam as pessoas ao redor do Sr. Nasrou.
Este caso cria uma tensão adicional, poucos dias antes do encontro entre a seleção francesa de futebol e a seleção de Israel, no dia 14 de novembro, no Stade de France, no contexto internacional de múltiplos confrontos no Porche-Orient. A organização desta partida é particularmente complexa em termos de segurança.
A Bélgica desistiu de receber a seleção israelense em setembro; a reunião foi transferida para a Hungria. Em Outubro, a Itália optou por Udine e por um pequeno recinto, com a criação de um «zona vermelha» quarenta e oito horas antes do início do jogo e um número reduzido de espectadores, para o seu duelo. Meados de outubro, Bruno Retailleau havia repetido que o encontro com os Blues seria realizado em Saint-Denismas deixou a porta aberta para uma possível redução da capacidade do estádio. Quinta-feira à noite, confrontos violentos eclodiram em Amsterdã, à margem de uma partida da Liga Europa entre Ajax e Maccabi Tel-Aviv.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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