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quais alimentos você ainda pode comprar no supermercado com vale-refeição?
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Desde 1é Em janeiro, a lista de produtos que podem ser adquiridos nos supermercados com vale-refeição foi reduzida. Até 31 de dezembro de 2024, ao abrigo de uma lei aprovada em 2022 num contexto de inflação, este meio de pagamento poderia, de facto, ser utilizado para adquirir produtos transformados, mas também alimentos crus. Esta possibilidade não sobreviveu à mudança de ano: a Assembleia Nacional já se declarou a favor da sua prorrogação, mas o Senado, devido à censura do governo Barnier, não teve tempo de se pronunciar antes do prazo final de 31 de dezembro.
No início do ano, os colaboradores encontram-se assim na situação que existia antes de meados de 2022: os seus vales-refeição podem ser utilizados tanto em restaurantes como em supermercados, mas neste último caso, todos os produtos alimentares não são elegíveis. A situação poderá mudar novamente em breve: o Senado incluiu na agenda do dia 15 de janeiro um projeto de lei que visa ampliar o uso do vale-refeição para compras de alimentos no supermercado.
Enquanto esperamos para saber o que os senadores decidirão, O mundo oferece este pequeno quiz para ajudá-lo a memorizar o que você pode ou não comprar com seu vale-refeição quando sair para fazer compras, no estado atual. Encontre logo abaixo a lista completa de produtos alimentícios elegíveis e não elegíveis para vale-refeição em supermercados, conforme estabelecido pela Comissão Nacional de Vale-Refeição.
São elegíveis para vale-refeição, entre produtos frescos:
- charcutaria;
- sobremesas lácteas;
- queijos – iogurtes;
- frutas e legumes;
- leito;
- refeições preparadas;
- peixe fresco processado;
- saladas mistas;
- lanche;
- tortas salgadas – quiches – pizzas;
- fornecedor;
- carnes preparadas prontas para cozinhar;
- carne fresca processada.
Na mercearia salgada:
- conserva;
- refeições preparadas;
- peixe processado;
- carnes preparadas prontas para cozinhar;
- carne processada.
Na doce mercearia:
- padaria, exceto doces.
Entre os alimentos congelados:
- refeições preparadas;
- peixe processado congelado;
- lanche;
- alimentos congelados, excluindo sobremesas, gelados e sorvetes;
- tortas salgadas – quiches – pizzas;
- carnes preparadas prontas para cozinhar;
- carne processada congelada.
Entre as bebidas:
- águas paradas e cristalinas;
- sucos de frutas e bebidas não
alcoólico.
Não são elegíveis ao vale-refeição:
- peixe ou carne não processada em todos os departamentos;
- produtos adquiridos “a granel”;
- sorvetes e sorvetes;
- pastelaria e outras sobremesas não lácteas;
- bebidas alcoólicas;
- massas, arroz, amidos e outros produtos básicos vendidos no setor de mercearia;
- qualquer produto não alimentar.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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