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Qual a dimensão dos incêndios florestais na Califórnia – e porque é que se espalharam tão rapidamente? | Notícias sobre o clima
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Pelo menos cinco pessoas morreram e milhares de casas foram destruídas em incêndios florestais que devastaram várias partes de Los Angeles, na Califórnia – o estado mais populoso dos Estados Unidos.
Mais de 130.000 residentes em diferentes bairros da cidade de Los Angeles foram obrigados a evacuar enquanto os incêndios, que eclodiram na terça-feira, continuam a se espalhar rapidamente, alimentados por ventos fortes.
Então, qual a dimensão dos incêndios atualmente e como começaram?
O que deu início aos incêndios florestais na Califórnia?
O primeiro incêndio começou no bairro de Pacific Palisades, em Los Angeles, às 10h30 (18h30 GMT) de terça-feira, de acordo com o Departamento de Silvicultura e Proteção contra Incêndios da Califórnia (Cal Fire).
Os investigadores ainda estão a tentar descobrir o gatilho exato para a pior tempestade de fogo na memória recente, mas uma combinação de fatores pode ter criado condições ideais para um incêndio.
A Califórnia geralmente sofre incêndios florestais durante junho e julho, e eles podem durar até outubro, mas o incêndio desafiou o calendário este ano, eclodindo em janeiro – o mais frio dos meses de inverno.
O sul da Califórnia, local dos incêndios, enfrenta condições de seca e não registra chuvas significativas há meses. No ano passado, menos de quatro por cento da Califórnia foi afetada pela seca, em comparação com quase 60 por cento este ano, de acordo com o monitor de seca dos EUA.
As alterações climáticas contribuíram para um aumento na frequência, duração da estação e área queimada dos incêndios florestais, de acordo com um relatório da Agência de Protecção Ambiental dos EUA (EPA).
Assim, as condições de seca auxiliadas pelos ventos de Santa Ana – ventos secos e quentes comuns na área – provavelmente causaram os incêndios florestais.
O ar seco do deserto move-se do interior da região em direção à costa e ao largo da costa. Contribui para incêndios florestais porque reduz significativamente a umidade do ambiente devido à sua natureza seca. Isso faz com que a vegetação fique muito desidratada e suscetível ao fogo. Nessas circunstâncias, qualquer faísca pode iniciar um incêndio, seja ela proveniente de uma bituca de cigarro, de um veículo ou de uma linha de energia.
Rajadas de até 160 km/h (100 mph) foram registradas em altitudes mais elevadas na noite de terça-feira, de acordo com a meteorologista Danielle Ehresman da AccuWeather.
Além da vegetação seca, Los Angeles possui outros materiais inflamáveis, como cabos elétricos baixos e postes telefônicos de madeira.
Os ventos de Santa Ana foram associados a incêndios florestais extremos na Califórnia no passado, incluindo o incêndio de Woolsey em novembro de 2018, que matou três pessoas e destruiu 1.600 estruturas.
Especialistas, no entanto, alertam que as condições climáticas são terríveis este ano.
“Nós realmente não vimos uma estação tão seca como esta, depois de uma estação tão chuvosa como a anterior – todo aquele crescimento extra abundante de grama e vegetação seguido imediatamente por um evento de vento desta magnitude enquanto ainda está incrivelmente seco, ” Daniel Swain, cientista climático da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, disse em uma transmissão ao vivo na segunda-feira.
Qual o tamanho dos incêndios florestais na Califórnia?
Propagação rápida
O incêndio começou em Palisades, localizado no Oceano Pacífico, e de lá o incêndio se espalhou rapidamente para outros bairros. O segundo incêndio ocorreu em Eaton por volta das 18h (02h GMT) de terça-feira. Um terceiro incêndio também eclodiu no mesmo dia em Sylmar, no Vale de San Fernando, a noroeste de Los Angeles, chamado de incêndio Hurst.
Mais cinco incêndios eclodiram na Califórnia na quarta-feira: os incêndios de Lidia, Sunset e Woodley em Los Angeles; o incêndio de Olivas em Ventura e o incêndio de Tyler em Riverside.
Quantidade de terra queimada
De acordo com Cal Fire, aqui está a situação atual dos grandes incêndios na noite de quarta-feira:
- Paliçadas: Pelo menos 6.970 hectares (17.234 acres)
- Eaton: Pelo menos 4.290 hectares (10.600 acres)
- Hurst: Pelo menos 346 hectares (855 acres)
- Lídia: Pelo menos 140 hectares (348 acres)
- Pôr do sol: Pelo menos 17 hectares (43 acres)
O incêndio em Woodley queimou 30 acres (12 hectares) de terra, enquanto os incêndios em Olivas e Tyler queimaram 11 acres (4,5 hectares) cada.
Aqui está uma comparação de imagens aéreas da rodovia Pacific Coast antes e depois do incêndio em Palisades.
E aqui está Altadena antes e depois do incêndio em Eaton.
Contenção
A porcentagem de contenção de um incêndio refere-se ao perímetro ou linha de contenção estabelecida ao redor do incêndio pelos bombeiros para evitar que ele se espalhe ainda mais. Uma linha de contenção pode ser qualquer barreira física ao redor do fogo, como uma vala rasa escavada na terra.
Os incêndios na Califórnia mal são contidos, o que significa que não há prevenção contra a sua propagação. Os incêndios em Palisades, Eaton e Sunset estão todos contidos em zero por cento, enquanto o incêndio em Hurst está contido em 10 por cento e o incêndio em Lidia está contido em 40 por cento.
Os incêndios em Woodley, Olivas e Tyler estão 100% contidos, de acordo com Cal Fire.

Qual tem sido a resposta do governo?
A escala dos incêndios ficou fora de controle, de acordo com o corpo de bombeiros local.
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, disse em um post X na noite de quarta-feira que 7.500 bombeiros estão atualmente no local.
O presidente dos EUA, Joe Biden, cancelou uma próxima viagem à Itália para se concentrar na resposta federal ao incêndio, disse a Casa Branca.
Biden postou em sua conta X que sua equipe forneceu 5 aviões-tanque e 10 helicópteros de combate a incêndios. No entanto, os fortes ventos dificultaram os esforços de resgate aéreo.
O chefe dos bombeiros do condado de Los Angeles, Anthony Marrone, disse em entrevista coletiva que bombeiros de seis outros estados, incluindo Nevada, estavam sendo levados às pressas para a Califórnia. Além disso, 250 empresas de motores com 1.000 funcionários estavam sendo transferidas do norte da Califórnia para o sul da Califórnia.
Mas os recursos estão escassos.
A escassez de água em Palisades secou alguns hidrantes.
Janisse Quinones, diretora-executiva do Departamento de Água e Energia de Los Angeles, disse em entrevista coletiva que Pacific Palisades depende de três tanques contendo cerca de 3,78 milhões de litros (cerca de 3,78 milhões de litros) cada. Quinones acrescentou que a procura de água para extinguir incêndios em altitudes mais baixas estava a criar dificuldades no reabastecimento dos tanques de água em altitudes mais elevadas.
O Corpo de Bombeiros de Los Angeles (LAFD) emitiu ordens de evacuação para Hollywood, Hurst e Palisades. Clique aqui para visualizar o mapa de evacuação interativo do LAFD.
O que vem a seguir?
Os ventos enfraqueceram para cerca de 30-50 mph (50-80 km/h), mas os incêndios ainda estão ativos.
Infelizmente, espera-se que os ventos aumentem de velocidade na noite de quinta-feira e na manhã de sexta-feira. No entanto, estes não serão tão intensos como os ventos que intensificaram os incêndios na terça e quarta-feira.
A previsão é que os ventos diminuam até sexta-feira e os avisos de bandeira vermelha sejam removidos no final da noite.
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 horas atrásem
20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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