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Qual é a cúpula árabe de emergência na reconstrução de Gaza? Tudo para saber | Notícias de conflito de Israel-Palestina

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Qual é a cúpula árabe de emergência na reconstrução de Gaza? Tudo para saber | Notícias de conflito de Israel-Palestina

Os membros da Liga Árabe se encontrarão no Cairo em 4 de março para combater as ameaças do presidente dos Estados Unidos de assumir Gaza, expulsando os palestinos de suas terras e a disposição do primeiro -ministro israelense de destruir o cessar -fogo e retomar uma guerra genocida a Gaza.

A cúpula, convocada pelo Egito, pretende apresentar uma resposta árabe unida que oferece uma alternativa que respeite os direitos dos palestinos e torna Gaza habitável novamente.

Aqui está o que levou a essa cúpula de emergência e o que podemos esperar dele.

O que levou a esta cúpula de emergência?

Em 5 de fevereiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que queria “assumir” Gaza, redefinir os palestinos no Egito e na Jordânia e implementar um “plano de reconstrução” que transformaria o enclave em “a Riviera do Oriente Médio”.

O Egito rejeitou a idéia e disse que apresentaria “uma visão abrangente para a reconstrução de Gaza, garantindo que os palestinos permanecessem” e que sediaria uma cúpula árabe para discutir a visão.

Em 21 de fevereiro, o Egito, a Jordânia e os seis países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) se reuniram em Riad para preparar a agenda para a cúpula de terça -feira no Cairo.

O que está acontecendo em Gaza agora?

No início de domingo, o segundo dia do Ramadã, Israel bloqueou a entrada de toda ajuda humanitária a Gaza, alegando que o Hamas está “violando” uma sugestão dos EUA de última hora para estender a primeira fase do cessar-fogo em Gaza em todo o Ramadã e Páscoa.

Israel bloqueou efetivamente as negociações para a segunda fase do cessar -fogo – que deveria começar em 1º de março – porque isso implicaria retirar suas tropas de Gaza.

Hamas já tinha rejeitou a extensão da fase 1 Em um comunicado, exigindo que Israel cumpra o acordo de cessar -fogo e pedindo à comunidade internacional para ajudar a aplicar a pressão.

Em 19 de janeiro, um cessar -fogo começou na faixa de Gaza após 15 meses de intensa assassinato e bombardeio. O acordo envolveu uma cessação de hostilidades e três fases progressivas para levar a uma retirada completa de Gaza israelense.

O que será discutido em 4 de março?

Elaborando o plano, o ex -diplomata egípcio Mohamed Hegazy disse que provavelmente cobriria de três a cinco anos, dividido em três fases técnicas:

  1. recuperação precoce;
  2. reconstruir a infraestrutura de utilidade; e
  3. Reconstrução da habitação, prestação de serviços e estabelecimento de uma “trilha política para implementar a solução de dois estados”.

Especialistas dizem que a dificuldade com o plano do Egito está em financiá -lo, com as Nações Unidas recentemente dizendo que mais de US $ 50 bilhões seriam necessários para reconstruir Gaza.

Isso será discutido na cúpula. Muitos assumem que os países do GCC desempenharão um papel de liderança na reconstrução do financiamento, mas não há clareza sobre quanto pode ser levantado.

O que os países esperam trazer para a discussão?

O Egito tem tentado mobilizar o apoio árabe e internacional ao seu plano de Gaza e, como convocador da cúpula e autor do Plano de Reconstrução, liderará grande parte da discussão.

A Jordânia será um jogador importante, seu rei Abdullah II rejeitou qualquer deslocamento e apoiando a proposta do Egito. O ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Ayman Safadi, também alertou Israel contra tensões crescentes na Cisjordânia ocupada, que compartilha uma fronteira com a Jordânia.

Espera -se que a Síria discuta ataques aéreos israelenses em “Alvos” em seu sul e fora de Damasco.

Os países do GCC serão fundamentais, especialmente no que diz respeito a garantir o financiamento e a boa vontade para implementar a idéia egípcia.

As cúpulas árabes anteriores fizeram a diferença no conflito de Israel-Palestina?

Algumas cúpulas da Liga Árabe têm sido simbolicamente importantes na história da causa palestina.

O Conselho Nacional Palestino, que criou a Organização de Libertação da Palestina (PLO), foi criado por uma cúpula da Liga Árabe em 1964.

Dez anos depois, outra cúpula reconheceu a OLP como o único representante do povo palestino, elevando seu peso diplomático nas negociações de paz que levaram aos acordos de Oslo.

Em 2002, liderado pela Arábia Saudita, uma cúpula adotou a Iniciativa da Paz Árabe após o fracasso de Oslo.

Eles concordaram em normalizar com Israel se retirassem as fronteiras anteriores a 1967, permitissem o estabelecimento de um estado palestino com Jerusalém Oriental como capital e forneceram uma solução justa para os refugiados palestinos.

Quanto à reconstrução, uma cúpula árabe em 2014 prometeu US $ 5,4 bilhões para reconstruir Gaza depois que Israel travou uma guerra de 50 dias.

O que acontece depois da cúpula?

Depois que os países árabes concordam em sua posição e planejam liderar os esforços de reconstrução do pós-guerra em Gaza, espera-se que mais negociações abordem aspectos financeiros e logísticos específicos.

No entanto, com o cessar -fogo de Gaza no ar – assim como o destino dos palestinos que podem morrer de fome no enclave sitiado – a reconstrução pode ter que ser colocada na backburner enquanto os principais mediadores do Catar e do Egito tentam garantir que a guerra de Israel não seja retomada.



Leia Mais: Aljazeera

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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