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Quase meia tonelada de maconha aprendida no Rio Juruá era trazida do Peru a Cruzeiro do Sul

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Apolícia descobriu que dois homens que transportavam 415 quilos de maconha no Rio Juruá, estavam trazendo o entorpecente do Peru para Cruzeiro do Sul. A dupla foi presa nas primeiras horas da manhã desta quinta feira, 24, ainda no rio, nas proximidades de Rodrigues Alves. Uma arma também foi encontrada com a dupla que transportava a droga em canoas.

Por volta de 2h30 da madrugada de hoje, os policiais encontram uma pequena quantidade da maconha em uma canoa de pequeno porte e prenderam o condutor. Uma hora mais tarde, abordaram um segundo barco, de médio porte, onde estavam mais dois suspeitos e a maior parte da droga. Um deles pulou na água e conseguiu fugir entrando na mata bruta. O segundo suspeito foi preso.
Como a origem da droga é peruana, tudo foi levado para a delegacia da Polícia Federal, onde os suspeitos disseram pertencer a uma organização criminosa e revelaram inclusive o nome da pessoa a quem iriam entregar o entorpecente.

Os homens serão conduzidos para o Complexo Penitenciário Manoel Neri em Cruzeiro do Sul, onde aguardarão à disposição da justiça e responderão pelo crime de tráfico de entorpecentes, podendo pegar até 15 anos de prisão.

O delegado da Polícia Federal de Cruzeiro do Sul, Fabrício Silva, disse que as investigações continuam e que o objetivo é chegar ao dono do entorpecente. O delegado de Polícia Civil, Venicius Almeida, e o comandante da Polícia Militar, tenente-coronel Evandro Bezerra, ressaltam a importância da integração das forças de segurança do Juruá, que apreenderam esse ano, mais de uma tonelada de maconha e cocaína.

A investigação, abordagem e prisões foram feitas pelas Polícias Civil, Federal, Companhia de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar e pelo Grupamento Especial de Fronteira (GEFRON).

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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