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Quatro restaurantes brasileiros entram para o famoso Guia Michelin 2025; veja quais

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Os meninos brasileiros Paulo Alex, de 2 anos, e Davi, de 11 anos, acabam de ser aceitos pela Mensa, a sociedade de superdotados que reúne pouco mais de 150 pessoas no mundo. Foto: G1/ND+

A gastronomia brasileira ganhou motivos para se orgulhar. Na segunda-feira (12), quatro restaurantes brasileiros passaram a fazer parte da cobiçada seleção do Guia Michelin 2025.

O reconhecimento internacional é resultado do trabalho de chefs que combinam técnica, criatividade, bons ingredientes e sabor. Os novos nomes, dois no Rio de Janeiro e outros dois em São Paulo, foram escolhidos por profissionais anônimos e especializados.

O evento ocorreu no luxuoso Hotel Rosewood, em São Paulo. Os selecionados foram a Casa 201 (RJ), Kanoe (SP), Oseille (RJ) e Ryo Gastronomia (SP).

Os 4 novos

A nova safra de restaurantes brasileiros no Michelin chegou. Conheça mais sobre eles abaixo:

Casa 201 (Rio de Janeiro): instalado perto do Jardim Botânico, a Casa 201 nasceu em um espaço que originalmente seria uma galeria de arte. O chef João Paulo Frankenfeld, responsável pelo local, tem um menu que muda conforme as estações. Os ingredientes são brasileiros e as técnicas francesas.

Kanoe (São Paulo): com apenas nove assentos no balcão, o Kanoe é uma rara joia escondida nos Jardins. A proposta é intimista e o chef Tadashi Shiraishi conduz a cozinha apostando em ingredientes frescos, cortes precisos e uma atmosfera similar aos clubes gastronômicos exclusivos do Japão.

Oseille (Rio de Janeiro): no coração de Ipanema está o Oseille. O balcão tem formato de “U” e coloca o cliente de frente para a cozinha. O chef Thomas Troisgros apresenta um menu degustação que valoriza produtos brasileiros, mas com toques da culinária francesa.

Ryo Gastronomia (São Paulo): o Ryo, no Itaim, é a mistura do minimalismo japonês com a sofisticação brasileira. A estética é serena e o chef Edson Yamashita é conhecido por ter uma precisão e elegância nos pratos.

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O que é o Guia Michelin

Criado em 1900 pela empresa francesa de pneus Michelin, o guia nasceu para incentivar os motoristas a viajarem mais.

Ele oferecia dicas práticas, como onde consertar o carro, abastecer e comer bem.

Com o tempo, a parte da gastronomia ganhou destaque e virou referência mundial.

Desde 1926, os restaurantes passaram a receber estrelas, indo de uma a três, conforme o serviço e a cozinha.

Hoje, figurar no Guia Michelin é sinônimo de reconhecimento máximo para os chefs.

Veja a lista de restaurantes com estrelas no Brasil:

Duas Estrelas

  • D.O.M. (SP)
  • Evvai (SP)
  • Lasai (RJ)
  • ORO (RJ)
  • Tuju (SP)

Uma estrela

  • Casa 201 (RJ)
  • Cipriani (RJ)
  • Fame Osteria (SP)
  • Huto (SP)
  • Jun Sakamoto (SP)
  • Kan Suke (SP)
  • Kanoe (SP)
  • Kazuo (SP)
  • Kinoshita (SP)
  • Kuro (SP)
  • Maní (SP)
  • Mee (RJ)
  • Murakami (SP)
  • Oizumi Sushi (SP)
  • Oseille (RJ)
  • Oteque (RJ)
  • Picchi (SP)
  • Ryo Gastronomia (SP)
  • San Omakase (RJ)
  • Tangará Georges (SP)

O Oseille coloca o cliente de frente para a cozinha. - Foto: Divulgação/Guia Michelin O Oseille coloca o cliente de frente para a cozinha. – Foto: Divulgação/Guia Michelin O Ryo mistura a o Japão e a sofisticação do Brasil. - Foto: Divulgação/Guia Michelin O Ryo mistura a o Japão e a sofisticação do Brasil. – Foto: Divulgação/Guia Michelin



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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