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Que tal retirar o óleo e juntar 4 legumes no preparo do feijão? – 07/03/2025 – Baseada em Vegetais
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Onipresente de Norte a Sul do país, o feijão contempla nosso prato em múltiplas apresentações. Feijão fradinho, roxinho, rosinha, branco, jalo, manteiguinha de Santarém, cavalo, rajado, guandu, de corda… Embora no Sudeste a variação seja pouca (quase sempre o carioquinha ou o preto), existem cerca de 4 mil variedades de feijão no Brasil, de acordo com a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).
Feijão ao lado, por cima ou por baixo do arroz. Com caldo mais ou menos espesso – sou do time que amassa uma parte dos grãos para engrossar o caldo, mas nos dias mais preguiçosos, coloco duas batatinhas para cozinhar junto com o feijão. O amido da batata faz magia, e salva o feijão de ficar “aguado” sem sujar o garfo.
O feijão é, também, um ingrediente versátil, que merece outros destinos para além de acompanhar o arroz. Na salada, no preparo de hambúrgueres – ou em bolinhos como o acarajé – e até em doces (quem fez o brownie de feijão, cuja receita já foi publicada nesta coluna, não me deixará mentir), o feijão é um ingrediente-camaleão.
Quem ainda não tiver coragem suficiente para ousar, poderá começar a testar os seus limites com a receita de hoje. Ainda ele, o feijão ensopado, ainda ela, a panela de pressão, mas o campo do conhecido acaba por aqui. Que tal preparar um feijão branco com quatro legumes diferentes e deixar de fora a cebola e o alho na lista dos ingredientes?
A abóbora traz cor e cremosidade ao feijão, o pimentão e o alho poró fazem as vezes do tempero (sem a necessidade de refogar, essa receita não leva óleo), e o espinafre, além de enriquecer nutricionalmente o nosso cozido, aprofunda o sabor e contrasta com a delicadeza do feijão branco.
A receita é prática de tudo, mas recomendo ferver as folhas do espinafre antes de adicioná-las ao feijão. É que esse vegetal tem um anti nutriente chamado “oxalato”, conhecido por prejudicar a absorção de minerais importantes como o ferro e o cálcio no intestino. Basta fervê-lo por 7 minutos, em água abundante, e espremer bem as folhas, para reduzirmos drasticamente esse efeito.
Antes de preparar a receita, separe os potes: a ideia é cozinhar em grande quantidade, e congelar (para ser consumido em até 3 meses). Vamos à receita.
FEIJÃO BRANCO COM 4 LEGUMES
INGREDIENTES
500 g de feijão branco.
1 pedaço de 3cm de alga kombu (opcional, ajuda na digestão).
300g de abóbora.
1 alho poró.
1 pimentão vermelho.
1 folha de louro.
1 maço de espinafre.
Água, o quanto for necessário.
Sal a gosto.
PREPARO
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Deixe feijão de molho com água e, caso utilize, alga kombu por pelo menos 12 horas.
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Escorra e lave os grãos de feijão.
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Adicione o feijão na panela. Corte a abóbora em pedaços grandes e junte ao feijão. Corte o alho poró em pedaços de 3 dedos de largura e adicione na panela. Retire o pedúnculo do pimentão e junte este legume inteiro na panela. Cubra com água, tempere com sal e louro e leve para cozinhar por 25 minutos na panela de pressão (o tempo pode variar de acordo com quanto tempo o feijão ficou de molho).
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Cozinhe o espinafre à parte, por 7 minutos. Escorra, esprema e reserve.
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Quando o feijão estiver cozido, retire o pimentão da panela. Espere esfriar e tire a casca e as sementes. Bata um pouco do caldo com o feijão e os vegetais cozidos. Volte para a panela, adicione os espinafres cozidos e está pronto!
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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