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Cotidiano

Queda de parte da rampa do porto prejudica embarque e desembarque de balsas no AC

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Com as últimas enchentes do Rio Juruá, a força da correnteza derrubou parte da rampa do porto de Cruzeiro do Sul, segunda maior cidade do Acre. No local, as grandes embarcações que abastecem a cidade com produtos de Rondônia e do Amazonas estão com dificuldades para o desembarque e embarque de cargas.

A rampa foi reformada há um ano, mas caiu depois de cinco cheias em menos de cinco meses no rio que apresenta vazante há duas semanas. Por conta disso, o embarque de mercadorias que chegam à cidade e dos produtos importados para outras regiões, como a farinha de mandioca, estão sendo feitos por meio de uma rampa metálica provisória.

Os estivadores alegam que a falta da rampa pode causar prejuízos para a categoria. Ele espera que o problema seja resolvido para evitar que os trabalhadores tenham suas atividades interrompidas.

“Nós que víamos aqui a força da água todo ano, falávamos para os engenheiros que não tinha condições de ser feito um serviço daquele e víamos que ia por água abaixo. Mas, agora estão querendo interditar a rampa e como vamos fazer? Estão chegando 3 balsas para descarregarmos aqui e isso precisa ser resolvido, porque somos 40 pais de famílias que trabalhamos aqui e já ficamos parados no verão. Então, a gente aproveita o inverno para trabalhar”, questiona José Carlos dos Santos, representante dos estivadores.

A administradora do porto Núbia Rocha também alegou que a construção da rampa foi feita de uma forma equivocada. “Foi feito um serviço provisório e entregue em fevereiro do ano passado, mas o erro já vem desde o início porque foi um porto construído no curso do rio e isso aqui tudo é aterro”, disse Núbia.

Segundo ela, uma equipe de engenheiros de Rio Branco devem ir à cidade para avaliar as providências que serão tomadas para resolver o problema.

“Serão avaliadas as condições da rampa e o engenheiro vai ver se compensa investir aqui ou construir outro porto em outro local. Porque o barranco também está quebrando e talvez não seja viável investir tanto aqui porque tudo é aterro e a tendência é a água levar toda estrutura do porto”, disse a gerente

ACRE

Emprego cresce no Acre e saldo é de 201 novos contratados

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O emprego cresceu 0,26% em julho no Acre, levando em conta que ocorreram 2.452 contratações e 2.251 demissões com estoque positivo de 201 novas vagas. No ano o saldo também é positivo, com 1,16% de aumento.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Economia na manhã desta sexta-feira (23). Pelo quarto mês consecutivo, o emprego formal cresceu no Brasil. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram a abertura de 43.820 vagas de trabalho com carteira assinada em julho, um crescimento de 0,11% em relação ao estoque de junho.

O governo diz que a modernização trabalhista foi em boa medida responsável pelo saldo positivo em todo o País. Do saldo total de julho, 6.286 vagas foram resultado da modernização trabalhista, número equivalente a 14,34% do total. A maior parte destes empregos veio na modalidade intermitente, que teve saldo de 5.546 postos, principalmente em ocupações como alimentador de linha de produção, servente de obras e faxineiro. Na categoria de trabalho em regime de tempo parcial, foram 740 vagas, em ocupações como faxineiro, auxiliar de escritório e operador de caixa.

Em julho de 2019, houve 18.984 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado, envolvendo 13.918 estabelecimentos, em um universo de 12.592 empresas. Um total de 45 empregados realizou mais de um desligamento mediante acordo com o empregador.

No Acre, Tarauacá foi o município que mais empregou em julho, registrando aumento de 18,90% na oferta de novos postos de trabalho.

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Cotidiano

Fumaça de queimadas impede avião de decolar no município de Jordão

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Já passa das 8 horas da manhã e a peculiar neblina dos amanhecer do dia ainda não dissipou no município de Jordão, no Acre. Isso porque o “nevoeiro” é formado por fumaça e está afetando drasticamente os moradores da região.
De acordo com um dos pilotos da Rio Branco Aerotáxi, há uma grande quantidade de fumaça suspensa no ar. “Isso aliado às chuvas que ocorreram no dia anterior fez surgir esse nevoeiro forte. Não estamos conseguindo decolar”, explica Ricardo Lima.

O Acre já registrou 2.498 queimadas de janeiro até o dia 20 de agosto. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), só neste mês de agosto foram 2.123 focos registrado somente em agosto.
De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do Acre (Sema), os municípios acreanos que apresentam mais focos de queimadas são Feijó, Tarauacá e Sena Madureira, com 517, 394 e 261 focos, respectivamente.

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