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Quem é Kim Keon-hee, descrita como a ‘Lady Macbeth’ da Coreia do Sul? | Notícias de política
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Poucos dias depois do fracasso do presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol lei marcial ordem, memes e postagens de paródia sugerindo que a ação foi realizada para proteger sua esposa, Kim Keon-hee, começaram a circular nas redes sociais.
De acordo com um relatório que apareceu no South China Morning Post (SCMP) em 12 de dezembro, um dos memes que se tornou viral nas plataformas de mídia social na Coreia do Sul dizia: “Yoon, o maior amante que declarou a lei marcial para sua esposa”. Outros apareceram comparando Kim a Lady Macbeth e Maria Antonieta.
Figuras da oposição têm apelado a uma investigação sobre a primeira-dama da Coreia do Sul, de 52 anos, por alegados crimes, incluindo manipulação de ações e corrupção.
Nas eleições parlamentares de Abril na Coreia do Sul, os partidos da oposição, incluindo o Partido Democrático da Coreia (DPK), derrotaram o Partido do Poder Popular (PPP) de Yoon e assumiram o controlo da Assembleia Nacional. Desde então, a oposição aprovou três projetos de lei separados para estabelecer um promotor especial para investigar a primeira-dama, todos os quais Yoon vetou.
Embora a razão exata pela qual Yoon, que agora está impeachmentdecidiu impor a lei marcial no país em 3 de dezembro, ainda não está claro, mas alguns críticos do seu governo e dos líderes da oposição sugeriram que foi para ajudar a sua esposa.
“Lady Kim Keon-hee é a soberana mental de Yoon”, disse Boo Seung-chan, membro da oposição da Assembleia Nacional da Coreia do Sul e parte do DPK, aos repórteres do SCMP.
“Eles estavam preparando este decreto há meses, mas Yoon agiu apressadamente enquanto a oposição avançava com outro projeto de investigação especial visando sua esposa”, acrescentou Boo.
Em 14 de dezembro, a Assembleia Nacional votou pelo impeachment de Yoon, e ele foi suspenso de suas funções. O primeiro-ministro Han Duck-soo foi nomeado presidente interino da Coreia do Sul até que o Tribunal Constitucional do país analise o impeachment de Yoon.
Ainda não se sabe se será feita uma quarta tentativa de aprovação de um projeto de lei para investigar a primeira-dama, ou se Han o aprovaria caso também fosse aprovado no parlamento.
Então, quem é Kim Keon-hee e será a esposa do presidente realmente a culpada pelos problemas políticos da Coreia do Sul?
Quem é Kim Keon Hee?
A primeira-dama da Coreia do Sul nasceu em setembro de 1972 na província de Gyeonggi do país como Kim Myeong-sin – nome que ela mudou em 2008 para Kim Keon-hee.
Ela se formou em artes pela Universidade Kyonggi. Mais tarde, ela estabeleceu sua própria empresa de exposições de arte chamada Covana Contents em 2009, antes de se casar com Yoon em 2012.
Embora o casal não tenha filhos, eles possuem cerca de seis cães e cinco gatos, segundo relatos da mídia local.
Kim é uma defensora dos direitos dos animais e prometeu acabar com o consumo de carne de cachorro no país antes que termine o mandato de seu marido como presidente.
A primeira-dama também tem chamado a atenção de admiradores da moda ao redor do mundo pela escolha dos looks em importantes cúpulas e encontros nacionais e internacionais.
Na Cimeira da NATO em Espanha em 2022, os jornais sul-coreanos chamaram-na de “fashionista” pelas suas escolhas de roupa, que incluíam um vestido de cocktail branco e um fato estampado preto e branco que combinou com um cinto preto.
Do que Kim Keon-hee foi acusado?
Mais do que seu guarda-roupa glamoroso, seu negócio de arte e seu trabalho pelos direitos dos animais, foram os escândalos que impulsionaram Kim para o centro das atenções. Aqui estão alguns dos destaques.
Fazendo afirmações falsas em seu currículo
Em 2021, um ano antes de Yoon se tornar presidente, Kim foi acusada de falsificar suas credenciais acadêmicas ao se candidatar a empregos de professora no passado.
De acordo com um relatório no Korea JoongAng Daily, Kim se candidatou a um emprego na Universidade de Suwon do país em 2007. Ela afirmou ter trabalhado como diretora da Associação Coreana da Indústria de Jogos (K-Games) desde 2002. Mas a K-Games foi fundada em 2004, e Kim nunca havia trabalhado para isso.
Ela também alegou ter estudado na Universidade de Nova York em 2006. Mas o programa onde ela afirmava estar matriculada só estava disponível para alunos de MBA que já estavam na universidade, e Kim não era estudante lá.
Em 2013, ela enviou outro currículo para a Universidade Anyang, uma instituição privada na Coreia do Sul, alegando ter recebido o prêmio do Festival Internacional de Desenho e Animação de Seul em 2004. Mas a cerimónia de entrega de prémios, patrocinada pelo Ministério da Cultura, Desporto e Turismo do país, não teve registo de ela ter ganho um prémio.
“Cometi erros ao tentar equilibrar a minha carreira e os estudos”, disse Kim numa conferência de imprensa local em 2021, quando as acusações vieram à tona, acrescentando que os seus erros colocaram a candidatura presidencial do seu marido, o Partido do Poder Popular, “numa posição difícil”.
Manipulando preços de ações
Pouco antes de Yoon assumir o cargo de presidente do país em maio de 2022, o Partido Democrata, da oposição, acusou Kim e sua mãe de manipular o preço das ações da concessionária de automóveis Deutsch Motors e, como resultado, ganhar 2,3 bilhões de won (US$ 1,68 milhão).
A primeira-dama foi, no entanto, inocentada dessas acusações em Outubro deste ano, quando a divisão anti-corrupção do Gabinete do Procurador do Distrito Central de Seul descobriu que, embora a sua conta de negociação de acções tivesse sido usada no incidente, Kim não tinha conhecimento do manipulação por si mesma.
Quebrando leis anticorrupção
O escândalo de Kim que atraiu a maioria das manchetes globais ocorreu quando um vídeo dela aceitando uma bolsa Christian Dior de US$ 2.200 no escritório de sua empresa em Seul, em novembro de 2022, veio à tona e os líderes da oposição a acusaram de violar as leis anticorrupção sul-coreanas.
Kim foi presenteado com o presente por um pastor coreano-americano que alegou ter se passado por um homem que buscava comprar influência junto ao presidente. Ele disse que a filmou secretamente aceitando isso em uma operação policial para provar que ela era corrupta.
Em outubro deste ano, os promotores sul-coreanos disseram que não iriam apresentar acusações contra Kim ao abrigo das leis anticorrupção.
‘Manipulando’ o marido e comentários ‘inadequados’
Somando-se às crescentes controvérsias, na semana passada, um documentário intitulado Primeira Dama estreou em Seul e incluiu conversas telefônicas gravadas entre Kim e o jornalista investigativo Lee Myung-soo da Voz de Seul, revelando as alegações de influência da primeira-dama sobre seu marido.
Em uma das conversas com o jornalista, Kim teria afirmado: “Não acho que Yoon Suk-yeol seja realmente o presidente. Esse idiota é apenas uma marionete.” Ela pergunta ao jornalista: “Por que você gosta tanto de mulher?” antes de declarar que ela pode ler as linhas da palma da mão para prever sua “sorte com as mulheres”. Ela então diz a ele que seu “poder sexual é forte” e que ele é “popular entre as mulheres”.
Como os escândalos impactaram Yoon e a Coreia do Sul?
Yoon, que foi procurador-geral da Coreia do Sul de 2019 a 2021 antes de se tornar presidente, manteve-se ao lado da esposa. Segundo reportagem do jornal britânico The Times, ele disse à imprensa que sua esposa “tem sofrido muito” por causa de sua carreira política. Ele também afirmou que a primeira-dama foi “demonizada” pela mídia.
Ramon Pacheco Pardo, especialista em Coreia do King’s College London, disse que é lógico que Yoon tente defender Kim, dada a sua relação aparentemente “muito forte”.
“Mas ao passar tanto tempo defendendo suas ações e rechaçando as tentativas da Assembleia Nacional de iniciar uma investigação sobre ela, Yoon perdeu o apoio da população sul-coreana”, disse Pardo à Al Jazeera.
Depois de sua tentativa fracassada de lei marcial, o índice de aprovação de Yoon caiu para apenas 11%, de acordo com uma pesquisa Gallup Coreia. A classificação é a mais baixa desde que se tornou presidente em 2022.
Segundo Pardo, a polêmica em torno de Kim Keon-hee é um dos principais fatores por trás da queda política de Yoon Suk-yeol.
“Elas (as controvérsias) drenaram o apoio de Yoon, prejudicaram as relações entre o agora suspenso presidente e a oposição e forçaram-no a gastar muito tempo defendendo as ações dela em vez de governar o país”, disse Pardo.
Mas acrescentou que a impopularidade de Kim não terá muita influência no futuro político de Yoon.
“Nesta fase, o Tribunal Constitucional tem de decidir se apoia ou não o impeachment da Assembleia Nacional”, disse Pardo. “E esta decisão está relacionada com a sua decisão de impor a lei marcial, não com a impopularidade da sua esposa.”
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Exame Nacional de Acesso ENA/Profmat em 2026 — Universidade Federal do Acre
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13 de janeiro de 2026A Coordenação Institucional do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT/UFAC) divulga a lista de pedidos de matrícula deferidos pela Coordenação, no âmbito do Exame Nacional de Acesso 2026.
LISTA DE PEDIDO DE MATRÍCULA DEFERIDOS
1 ALEXANDRE SANTA CATARINA
2 CARLOS KEVEN DE MORAIS MAIA
3 FELIPE VALENTIM DA SILVA
4 LUCAS NASCIMENTO DA SILVA
5 CARLOS FERREIRA DE ALMEIDA
6 ISRAEL FARAZ DE SOUZA
7 MARCUS WILLIAM MACIEL OLIVEIRA
8 WESLEY BEZERRA
9 SÉRGIO MELO DE SOUZA BATALHA SALES
10 NARCIZO CORREIA DE AMORIM JÚNIOR
Informamos aos candidatos que as aulas terão início a partir do dia 6 de março de 2026, no Bloco dos Mestrados da Universidade Federal do Acre. O horário das aulas será informado oportunamente.
Esclarecemos, ainda, que os pedidos de matrícula serão encaminhados ao Núcleo de Registro e Controle Acadêmico da UFAC, que poderá solicitar documentação complementar.
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Linguagem e Identidade — Universidade Federal do Acre
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12 de janeiro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) da Ufac chega aos 20 anos com um legado consolidado na formação de profissionais da educação na Amazônia. Criado em 2005 e com sua primeira turma de mestrado iniciada em 2006, o PPGLI passou a ofertar curso de doutorado a partir de 2019. Em 2026, o programa contabiliza 330 mestres e doutores titulados, muitos deles com inserção em instituições de ensino e pesquisa na região.
Os dados mais recentes apontam que 41% dos egressos do PPGLI atuam como docentes na própria Ufac e no Instituto Federal do Acre (Ifac), enquanto 39,4% contribuem com a educação básica. Com conceito 5 na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no quadriênio 2017-2020, o PPGLI figura entre os melhores da região Norte.
“Ao longo dessas duas décadas, o programa de pós-graduação em Linguagem e Identidade destaca-se pela excelência acadêmica e pela forte relevância social”, disse a reitora Guida Aquino. “Sua trajetória tem contribuído de forma decisiva para a produção científica e cultural, especialmente no campo dos estudos sobre linguagens e identidades, fortalecendo o compromisso da Ufac com formação qualificada, pesquisa e transformação social.”
O coordenador do programa, Gerson Albuquerque, destacou que, apesar de recente no contexto da pós-graduação brasileira, o PPGLI promove uma transformação na educação superior da Amazônia acreana. “Nesses 20 anos, o PPGLI foi responsável não apenas pela formação de centenas de profissionais altamente qualificados, mas por inúmeras outras iniciativas e realizações que impactam diretamente a sociedade.”
Entre essas ações, Gerson citou a implementação de uma política linguística pioneira que possibilitou o ingresso e permanência de estudantes indígenas e de outras minorias linguísticas, além do protagonismo de pesquisadores indígenas em projetos voltados ao fortalecimento de suas culturas e línguas. “As ações do PPGLI transcenderam os limites acadêmicos, gerando impactos sociais, culturais e econômicos significativos”, opinou. “O programa contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva e consciente de sua riqueza linguística e cultural.”
Educação básica, pesquisa e projetos
Sobre a inserção dos egressos na educação básica, Gerson considerou que, embora a formação stricto sensu seja voltada prioritariamente ao ensino superior e à pesquisa, o alcance do PPGLI vai além. “Se analisarmos o perfil de nossos mestres e doutores, 72% atuam em instituições de ensino superior, técnico, tecnológico ou na educação básica. Isso atesta a importância do programa para a Amazônia e para a área de linguística e literatura, uma das que mais forma mestres e doutores no país.”
O professor também destacou a trajetória de 15 egressos que hoje se destacam em instituições de ensino, projetos de extensão e pesquisa, tanto no Brasil quanto no exterior. Para ele, esses exemplos ilustram a diversidade de atuações do corpo formado pelo programa, que inclui professores indígenas, pesquisadores em literatura comparada, especialistas em língua brasileira de sinais (Libras), artistas da palavra, autores de livros, lideranças educacionais e docentes em universidades peruanas.
A produção científica do PPGLI também foi ressaltada pelo coordenador, que apontou os avanços no quadriênio 2021-2024 como reflexo de um projeto acadêmico articulado com os desafios amazônicos. “Promovemos ações de ensino, pesquisa e extensão com foco na diversidade étnica, linguística e cultural. Nossas parcerias internacionais ampliam o alcance do programa sem perder o vínculo com as realidades locais, especialmente as regiões de fronteira com Peru e Bolívia.”
Entre os destaques estão as políticas afirmativas, a produção de material didático bilíngue para escolas indígenas, a inserção em redes de pesquisa e eventos científicos, a publicação de livros e dossiês temáticos e a atuação dos docentes e discentes em comunidades ribeirinhas e florestais.
Para os próximos anos, o desafio, segundo Gerson, é manter e ampliar essas ações. “Nosso foco está no aprimoramento das estratégias de educação inclusiva e no fortalecimento do impacto social do Programa”, afirmou. Para marcar a data, o PPGLI irá realizar um seminário comemorativo no início de fevereiro de 2026, além de uma série de homenagens e atividades acadêmico-culturais ao longo do ano.
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Ufac lança nova versão do SEI com melhorias e interface moderna — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
12 de janeiro de 2026A Ufac realizou a solenidade de lançamento da nova versão do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), que passa a operar na versão 5.0.3. A atualização oferece interface mais moderna, melhorias de desempenho, maior segurança e avanços significativos na gestão de documentos eletrônicos. O evento ocorreu nesta segunda-feira, 12, no auditório da Pró-Reitoria de Graduação.
A reitora Guida Aquino destacou a importância da modernização para a eficiência institucional. Ela lembrou que a primeira implantação do SEI ocorreu em 2020, antes mesmo do início da pandemia, permitindo à universidade manter suas atividades administrativas durante o período de restrições sanitárias. “Esse sistema coroou um momento importante da nossa história. Agora, com a versão 5.0, damos mais um passo na economia de papel, na praticidade e na sustentabilidade. Não tenho dúvida de que teremos mais celeridade e eficiência no nosso dia a dia.”
Ela também pontuou que a universidade está entre as primeiras do país a operar com a versão mais atual do sistema e reforçou o compromisso da gestão em concluir o mandato com entregas concretas. “Trabalharei até o último dia para garantir que a Ufac continue avançando. Não fiz da Reitoria trampolim político. Fizemos obras, sim, mas também implementamos políticas. Digitalizamos assentamentos, reorganizamos processos, criamos oportunidades para estudantes e servidores. E tudo isso se comunica diretamente com o que estamos lançando hoje.”
Guida reforçou que a credibilidade institucional conquistada ao longo dos anos é resultado de um esforço coletivo. “Tudo o que fiz na Reitoria foi com compromisso com esta universidade. E farei até o último dia. Continuamos avançando porque a Ufac merece.”
Mudanças e gestão documental
Responsável técnico pela atualização, o diretor do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), Jerbisclei de Souza Silva, explicou que a nova versão exigiu mudanças profundas na infraestrutura de servidores e bancos de dados, devido ao crescimento exponencial de documentos armazenados.
“São milhões de arquivos em PDF e externos que exigem processamento, armazenamento e desempenho. A atualização envolveu um trabalho complexo e minucioso da nossa equipe, que fez tudo com o máximo cuidado para garantir segurança e estabilidade”, explicou. Ele ressaltou ainda que o novo SEI já conta com recursos de inteligência artificial e apresentou melhora perceptível na velocidade de navegação.

O coordenador de Documentos Eletrônicos e gestor do SEI, Márcio Pontes, reforçou que a nova versão transforma o sistema em uma ferramenta de gestão documental mais ampla, com funcionalidades como classificação, eliminação e descrição de documentos conforme tabela de temporalidade. “Passamos a ter um controle mais efetivo sobre o ciclo de vida dos documentos. Isso representa um avanço muito importante para a universidade.” Ele informou ainda que nesta quinta-feira, 15, será realizada uma live, às 10h, no canal UfacTV no YouTube, para apresentar todas as novidades do sistema e tirar dúvidas dos usuários.
A coordenação do SEI passou a funcionar em novo endereço: saiu do pavimento superior e agora está localizada no térreo do prédio do Nurca/Arquivo Central, com acesso facilitado ao público. Os canais de atendimento seguem ativos pelo WhatsApp (68) 99257-9587 e e-mail sei@ufac.br.
Também participaram da solenidade o pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; e a pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino.
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