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Quem é Mahmoud Khalil? O graduado detido da Columbia elogiou como negociador constante | Mahmoud Khalil
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Anvee Bhutani in New York
Mahmoud Khalilo recente graduado da Columbia University que foi detido por gelo na noite de sábado, foi vinculado por Donald Trumpsem evidência, a “atividade pró-terrorista, anti-semita e antiamericana”. Mas para aqueles que o conhecem, Khalil era um estudante, um negociador constante e um líder cujo ativismo o colocou no centro de um movimento nacional por solidariedade palestina.
Khalil, um titular da Palestina Green Card que atualmente está em detenção de imigração na Louisiana, foi um negociador líder da Universidade de Columbia Apartheid Desvest (CUAD), um papel que o lançou no holofote durante os protestos do acampamento pró-palestino na primavera passada-muito antes de sua prisão de alto nível. Ele ganhou uma reputação entre os colegas manifestantes como um organizador estratégico e de princípios, recebendo elogios por sua capacidade de desscalar situações tensas.
“Khalil não é um manifestante sem rosto, ele é uma das pessoas mais gentis e corajosas que eu já conheci”, disse Maryam Alwan, uma colega organizadora.
Nascido na Síria em 1995, com pais palestinos, Khalil passou sua infância em um lugar e família moldados por conflitos. Aos 18 anos, ele fugiu da Síria para o Líbano dois anos após o início da guerra civil síria. Lauren Bohn, uma jornalista e profissional de comunicações, o conheceu em Beirute enquanto relatava a crise dos refugiados sírios. “Ele costumava se referir a si mesmo como um ‘duplo refugiado’ como palestino na Síria e um refugiado sírio no Líbano”, escreveu ela em um Tributo sincero a ele na segunda -feira. Ela descreveu Khalil ensinando a si mesmo inglês enquanto trabalhava com refugiados sírios para ajudá-los a reconstruir suas vidas através da organização sem fins lucrativos da Síria-Americana Junnsoor. Simultaneamente, ele se formou em ciência da computação na Universidade Americana Libanesa em Beirute.
Khalil passou a trabalhar para o Ministério das Relações Exteriores do governo britânico sobre questões sírias de dentro do Líbano. Ele cuidou do programa Chevening Scholarship e gerenciou projetos com foco em responsabilidade, justiça e igualdade de gênero na Síria. “Mahmoud é uma pessoa extremamente gentil e consciente e ele foi amado por seus colegas no escritório da Síria”, disse o ex -diplomata britânico Andrew Waller, que trabalhou como consultor de políticas na época, disse Eye Oriente Médio. Khalil então foi interno da agência da ONU para refugiados palestinos, UNRWA, em sua sede de Nova York, de acordo com seu LinkedIn.
Khalil chegou à Columbia em janeiro de 2023 como estudante de graduação na Escola de Assuntos Internacionais e Públicos, estudando para um mestrado em administração pública. Quando a guerra em Gaza começou, ele fazia parte de um pequeno grupo de organizadores que planejaram o primeiro protesto no campus pela Palestina em 12 de outubro, apenas cinco dias após o ataque do Hamas a Israel e o início do bombardeio de retaliação de Israel. Quando ele falou, as pessoas ouviram, disseram ativistas.
Os estudantes que o conheciam disseram que ele era quente e generoso, mesmo para aqueles que ele mal conhecia, e que eram as qualidades que abriram o caminho para sua liderança com Cuad. O estudioso Zachary Foster, um historiador da Palestina que Khalil convidou para falar com o acampamento, disse Ele era “uma das pessoas mais gentis” que já conhecera, “generosa com seu tempo, de mente aberta e atenciosa”. Alwan disse que Khalil sediaria jantares do Oriente Médio e gostava de compartilhar a cultura árabe.
Sua esposa, que está grávida de oito meses, disse em um declaração Lançado na terça -feira à noite: “Para todos que conheceram Mahmoud, eles podem atestar seu personagem incrível, humildade, altruísmo e seu amor por ajudar os outros. Ele está sempre disposto a defender os oprimidos ”, disse ela. “É claro que o amor que as pessoas têm por ele a partir da onda de amor que tenho recebido de todos com quem ele cruzou os caminhos.”
Na primavera passada, durante o acampamento de solidariedade de Gaza, Khalil se tornou o principal negociador de Cuad, a ponte entre os manifestantes estudantis exigindo desinvestimento de Israel e a administração da universidade. Enquanto os críticos dos protestos frequentemente acusam manifestantes de se esconder atrás das máscaras, Khalil falava de rosto nu em microfones e em frente às câmeras que transmitiam notícias do campus de Manhattan para o resto do mundo.
“Como estudante palestino, acredito que a libertação do povo palestino e do povo judeu está entrelaçado e vá de mão a mão e você não pode alcançar um sem o outro”, disse ele à CNN na primavera passada. Em resposta a acusações de anti -semitismo feitas contra o movimento, ele disse à CNN que “não havia” lugar para o anti -semitismo “e disse:” Nosso movimento é um movimento pela justiça social, liberdade e igualdade para todos “.
Na primavera passada, negociações com a universidade Ao cortar os laços com Israel, estavam tensos, já que Khalil e sua equipe foram e voltando, apresentando propostas e contraproposals sobre como seria o desinvestimento.
“Ele diminuiu quando a universidade se recusou a negociar de boa fé”, disse a ativista do campus de Columbia, Maryam Iqbal. “É por isso que o fizemos liderar o negociador.”
Em um atualizar Para a imprensa em abril passado, ele relatou: “Não há garantias da Universidade de que nenhum NYPD ou qualquer outra aplicação da lei, incluindo a Guarda Nacional, será trazida para a Universidade”. Dias depois, o governo Columbia autorizou um NYPD RAID do campus. Mais de 100 alunos foram presos.
“Ele sempre foi a voz da razão para a qual correríamos quando sentisse que as coisas eram demais para lidar”, disse Iqbal. “Ele nos acalmava e nos ajudava através do pedágio psicológico que essa universidade nos levou desde o primeiro dia.” Na terça -feira, ela disse que seu “coração quebrou” quando descobriu que Khalil tinha estendeu a mão à administração de Columbia um dia antes de sua prisão, pedindo proteção.
A detenção de Khalil enviou ondas de choque através de círculos ativistas, levantando preocupações com a criminalização do protesto pró-palestino e o enfraquecimento das salvaguardas por liberdade de expressão e direitos de imigrantes. Mas se protestos recentes de seus apoiadores em Nova Iorque são qualquer indicação, eles não estão de pé.
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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre
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4 de novembro de 2026Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.
A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).
O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.
A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.
Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.
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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre
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4 de novembro de 2026O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.
“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.
Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.
Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.
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Reitor da Ufac participa de encontro sobre censo da educação superior — Universidade Federal do Acre
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4 de novembro de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, participa do 11º Encontro Nacional do Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5, em Brasília. O evento visa discutir procedimentos de coleta, qualidade das informações e indicadores utilizados no planejamento e na avaliação da educação superior brasileira.
“Enquanto reitor, conhecer o censo e os sistemas de coleta de dados é importante, considerando que nós estamos alimentando as informações que gerarão relatórios técnicos, tanto para o MEC [Ministério da Educação] quanto para o orçamento”, afirmou Josimar.
Segundo ele, a qualidade das informações depende da integração entre as coordenações de cursos, os setores de registro acadêmico e as unidades administrativas responsáveis pela alimentação dos sistemas institucionais. Ele ressaltou a necessidade de acompanhar os fluxos de informações desde o ingresso e a matrícula dos estudantes até a integralização curricular e a conclusão dos cursos.
Além disso, Josimar lembrou que os dados do levantamento integram indicadores relacionados à matriz orçamentária das universidades federais. Para ele, o aperfeiçoamento dos procedimentos internos de coleta e conferência das informações é fundamental para que os dados encaminhados ao Inep representem a realidade institucional da Ufac.
Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior reúne informações sobre instituições, cursos, vagas, matrículas, ingressantes, concluintes, docentes e infraestrutura. Os dados subsidiam a produção de estatísticas e indicadores utilizados no acompanhamento, na avaliação e no planejamento da educação superior brasileira.
A programação do primeiro dia do encontro contempla a avaliação do Censo-2025, o novo cronograma de preenchimento, as boas práticas de coleta, a evolução da classificação Cine Brasil e os indicadores da educação superior. Nesta quinta-feira, 5, os debates abordam as perspectivas para o Censo-2026, o sistema e-MEC, o diploma digital, a qualificação dos dados de cor/raça e o Censo da Pós-Graduação Stricto Sensu, além da apresentação de experiências institucionais.
O coordenador da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Alex Souza Mello, da Pró-Reitoria de Planejamento, também está no evento, onde estão participando da programação representantes do Inep, do MEC, do IBGE, da Capes e de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país.
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