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Rachel Reeves ‘oportunidade perdida’ de arrecadar £ 900 milhões em cassinos online | Jogatina

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Rob Davies

Rachel Reeves foi criticada por uma “oportunidade perdida” de arrecadar 900 milhões de libras em cassinos online em seu primeiro orçamento como chanceler, em meio a preocupações sobre os laços do Partido Trabalhista com o setor de jogos de azar de 11 bilhões de libras por ano.

Tanto os Liberais Democratas como Derek Webb – um dos maiores doadores trabalhistas – questionou a rejeição do chanceler às propostas de duplicação do imposto de jogo à distância (RGD), cobrado sobre os jogos de fortuna e azar online, de 21% para 42%.

A política, inicialmente proposta pelo grupo de reflexão Social Market Foundation (SMF), estava entre as medidas sob consideração por funcionários do Tesouro. Também contou com o apoio dos Liberais Democratas, que pretendiam utilizar o dinheiro angariado – estimado em até 900 milhões de libras – para financiar a saúde e a assistência social.

Mas o Partido Trabalhista, que já enfrentou escrutínio sobre laços financeiros e pessoais de longa data com a indústria de jogos de azardecidiu finalmente não incluir o sector entre os aumentos de impostos de 40 mil milhões de libras que incluíram uma mudança de política sobre explorações agrícolas familiares e contribuições para o seguro nacional dos empregadores.

A taxa de imposto de 21% do Reino Unido sobre jogos online permanecerá abaixo da cobrada em vários países europeus, bem como em estados dos EUA, Austrália e Canadá.

A porta-voz do Tesouro dos Liberais Democratas, Daisy Cooper, disse que a omissão “levanta sérias questões para o Trabalho governo sobre a razão pela qual não agiram nesta questão.

“É particularmente preocupante que o chanceler esteja visando fazendas familiares, médicos de clínica geral, hospícios e pequenas empresas, ao mesmo tempo que deixa as grandes empresas de jogos fora de perigo.”

O líder Liberal Democrata, Ed Davey, tinha dito anteriormente que um aumento dos impostos era uma escolha óbvia para um governo “que quer resolver os nossos problemas sociais”.

Reeves também foi criticado pelo principal doador trabalhista, Derek Webb, um ex-inventor de jogos de cassino que agora apóia campanhas que exigem regulamentação e tributação mais rígidas do jogo.

Webb, que é o quinto maior financiador do Partido Trabalhista e também faz doações ao SMF, disse: “Estou desapontado por ter havido outra oportunidade perdida de restringir a ganância do setor de jogos de azar online.

“É também uma oportunidade perdida… de ganhar popularidade junto do público em geral, em vez de junto de interesses comerciais estreitos e prejudiciais”, disse ele, numa referência a uma sondagem pré-orçamental que mostrou amplo apoio ao aumento dos impostos sobre o jogo.

O governo disse que os impostos sobre jogos de azar, incluindo o RGD, serão revistos com vista a simplificá-los.

Mas fontes entre aqueles que fazem campanha por um RGD mais elevado destacaram que Labour e Reeves têm ligações com o sector do jogo de £ 11 mil milhões por ano.

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A família Coates por trás do Bet365 doou centenas de milhares de libras ao Partido Trabalhista e à campanha de liderança do partido de Keir Starmer.

O escritório eleitoral de Rachel Reeves aceitou £ 30.000 combinados de Richard Flint, ex-presidente-executivo da Sky Betting & Gaming, com sede em Leeds, e Neil Goulden, então diretor da Gamesys, proprietário da Virgin Games e do Rainbow Riches Casino.

O chanceler também já escrito sobre uma amizade que remonta à adolescênciacom Michael Dugher, o ex-deputado trabalhista que agora preside o grupo de lobby da indústria de jogos de azar, o Betting & Gaming Council (BGC).

Grainne Hurst, diretor executivo do BGC, disse: “Fomos claros: qualquer aumento de impostos agora teria atingido os clientes, impedido o crescimento, arriscado empregos e reforçado o mercado negro de jogos de azar inseguro e não regulamentado.

“O governo ouviu o BGC e os nossos membros, acertou o equilíbrio e rejeitou apelos de proibicionistas anti-jogo”, disse Hurst, um antigo executivo da Ladbrokes.

Um porta-voz do Tesouro disse: “O governo fará consultas no próximo ano sobre a reforma do tratamento tributário do jogo remoto, passando para uma única obrigação de jogo remoto, com o objetivo de fechar lacunas, simplificar e preparar o sistema atual para o futuro”.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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