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Raducanu ‘mais confortável’ consigo mesma agora que não está fixada em resultados | Emma Raducanu

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Tumaini Carayol at Melbourne Park

Emma Raducanu diz que ficou mais confortável consigo mesma e aprendeu a aproveitar sua jornada profissional em vez de se fixar nos resultados enquanto se prepara para enfrentar sua amiga Amanda Anisimova por uma vaga na terceira rodada do Aberto da Austrália.

“Acho que estou muito mais confortável comigo mesmo, o que ajuda”, disse Raducanu. “Sinto que não estou necessariamente tentando provar nada. Estou apenas fazendo isso por mim mesmo. Sinto que agora percebi que simplesmente gosto do processo do que estou fazendo.

“Gosto de acordar de manhã e ir praticar, fazer todas as minhas sessões e me sentir muito satisfeito com o trabalho que fiz, ou com qualquer desafio que superei naquele dia, e pegar e seguir em frente para o dia seguinte e apenas continue e mantenha-o bem nivelado também. Acho que talvez no passado eu tenha estado muito em alta e muito em baixa se perdi, mas acho que agora não estou necessariamente jogando apenas pelo resultado.”

Na terça-feira, Raducanu mostrou sua coragem ao chegar ao segundo round com uma difícil vitória por 7-6 (4), 7-6 (2) sobre a 26ª cabeça-de-chave Ekaterina Alexandrova, apesar de ter lutado com seu segundo saque durante a partida e ter terminado com 15 faltas duplas. . A vitória marcou uma partida de destaque no segundo turno com Anisimova, que venceu María Lourdes Carlé por 6-2 e 6-3.

Nos últimos anos, Anisimova e Raducanu tornaram-se amigos no tour e compartilham uma amiga próxima em comum, a jogadora australiana Priscilla Hon. “Normalmente, quando estamos saindo, não falamos sobre tênis”, disse Raducanu.

“Acho que é bom continuar assim. Acho que vamos jogar um contra o outro muitas mais vezes no futuro. Esta é a primeira vez. E vai ser uma boa combinação. Acho que ela é uma adversária difícil. Ela tirou um tempo, obviamente, fora da turnê, por motivos de saúde mental e apenas para se reencontrar.”

Embora eles possam não discutir tênis juntos, suas carreiras certamente têm algumas semelhanças. Anisimova também era um adolescente prodígio e chegou às semifinais do Aberto da França de 2019 aos 17 anos. Depois desses altos iniciais, porém, ela fez uma pausa de oito meses para cuidar da saúde mental do esporte antes de retornar no início do ano passado.

“Acho que um bom desempenho em tenra idade definitivamente traz vantagens e também alguns desafios”, disse Anisimova. “Sinto que você aprende muitas coisas ao longo do caminho. Há muitas lições que tive que aprender. Você cresce muito rápido, mas ao mesmo tempo sinto que isso realmente te prepara para sua carreira. Nós dois temos muito pela frente.

“Sinto que, quando jogo esses slams, lido melhor com o nervosismo porque já estive em muitos palcos grandes quando era jovem. Eu não trocaria todas as lembranças que tive de quando era mais jovem.”

Emma Raducanu teve dificuldades com seu segundo saque durante a partida contra Ekaterina Alexandrova no Aberto da Austrália. Fotografia: Asanka Brendon Ratnayake/AP

Desde que voltou à rotina diária do tour, Anisimov subiu do 442º lugar no Aberto da Austrália no ano passado para sua classificação atual de 35. Como uma das trikers de bolas mais limpas do tour, ela será extremamente perigosa na quinta-feira.

“Por coincidência, tiramos uma folga na mesma época, eu para minhas cirurgias, mas ter essa folga faz você perceber sua fome pelo esporte”, disse Raducanu. “Eu diria que ela voltou e fez grandes coisas no ano passado, então ela é uma adversária incrivelmente perigosa.

“O tênis é obviamente muito desafiador. Não é fácil. Você joga partida após partida. Se você me desse a opção do que fazer pela manhã, eu (ainda) acordaria e escolheria fazer os processos e os treinamentos que estou fazendo. Então, sim, acho que é uma maneira saudável de ver isso.”



Leia Mais: The Guardian

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Certificado Concurso-2026.png

Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre

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2026.11.04 Reunião Ufac-HU Brasil (2).jpg

O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.

“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.

Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.

Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.



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Reitor da Ufac participa de encontro sobre censo da educação superior — Universidade Federal do Acre

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Reitor da Ufac no 11º Ences-2026 (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, participa do 11º Encontro Nacional do Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5, em Brasília. O evento visa discutir procedimentos de coleta, qualidade das informações e indicadores utilizados no planejamento e na avaliação da educação superior brasileira.

“Enquanto reitor, conhecer o censo e os sistemas de coleta de dados é importante, considerando que nós estamos alimentando as informações que gerarão relatórios técnicos, tanto para o MEC [Ministério da Educação] quanto para o orçamento”, afirmou Josimar.

Segundo ele, a qualidade das informações depende da integração entre as coordenações de cursos, os setores de registro acadêmico e as unidades administrativas responsáveis pela alimentação dos sistemas institucionais. Ele ressaltou a necessidade de acompanhar os fluxos de informações desde o ingresso e a matrícula dos estudantes até a integralização curricular e a conclusão dos cursos.

Além disso, Josimar lembrou que os dados do levantamento integram indicadores relacionados à matriz orçamentária das universidades federais. Para ele, o aperfeiçoamento dos procedimentos internos de coleta e conferência das informações é fundamental para que os dados encaminhados ao Inep representem a realidade institucional da Ufac.

Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior reúne informações sobre instituições, cursos, vagas, matrículas, ingressantes, concluintes, docentes e infraestrutura. Os dados subsidiam a produção de estatísticas e indicadores utilizados no acompanhamento, na avaliação e no planejamento da educação superior brasileira.

A programação do primeiro dia do encontro contempla a avaliação do Censo-2025, o novo cronograma de preenchimento, as boas práticas de coleta, a evolução da classificação Cine Brasil e os indicadores da educação superior. Nesta quinta-feira, 5, os debates abordam as perspectivas para o Censo-2026, o sistema e-MEC, o diploma digital, a qualificação dos dados de cor/raça e o Censo da Pós-Graduação Stricto Sensu, além da apresentação de experiências institucionais.

O coordenador da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Alex Souza Mello, da Pró-Reitoria de Planejamento, também está no evento, onde estão participando da programação representantes do Inep, do MEC, do IBGE, da Capes e de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país.



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