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Raiva israelense no atraso do cessar -fogo focado em cativos, não na crise de ajuda de Gaza | Notícias de conflito de Israel-Palestina

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Raiva israelense no atraso do cessar -fogo focado em cativos, não na crise de ajuda de Gaza | Notícias de conflito de Israel-Palestina

Como o governo israelense barracas no acordo de cessar -fogo de Gaza Concordaram entre ele e o grupo palestino Hamas, atrasando a progressão para a segunda fase do acordo, os manifestantes se reuniram fora da residência do primeiro -ministro Benjamin Netanyahu na noite de domingo.

Sim, eles ficaram com raiva de sua decisão de estender unilateralmente a fase um do acordo e frustrados com seus atrasos na implementação totalmente do contrato, intermediados em janeiro.

Mas seus banners e slogans não tinham referências ao sofrimento de civis palestinos em Gaza, depois que Israel bloqueou no domingo a entrada da ajuda humanitária no enclave.

Em vez disso, o foco estava no Cativos israelenses Deixado para trás em Gaza enquanto Netanyahu arrasta os pés, aparentemente focado em encontrar uma maneira de evitar acabar com a guerra.

As ações do governo israelense no domingo pareciam apontar no direção de um fim ao cessar-fogo e uma retomada de guerra total a Gaza, mesmo quando os cativos permanecem lá.

Embora a primeira fase do cessar -fogo tenha expirado no sábado, o acordo estipulou que os termos da trégua – incluindo o fluxo de ajuda humanitária em Gaza – continuariam enquanto as negociações para a fase dois continuavam.

No entanto, Israel anunciou no domingo o surgimento de um “Plano de Witkoff” – referindo -se ao enviado do Oriente Médio dos Estados Unidos Steve Witkoff – que veria metade dos cativos liberados imediatamente e a outra metade após um acordo sobre um cessar -fogo permanente, jogando fora o acordo original do CeaseFire.

Israel aproveitou a oportunidade do acordo – da qual nem os EUA nem o próprio Witkoff confirmaram a existência – para restabelecer seu bloqueio de Gaza, enviando os preços dos alimentos disparando para lá.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou que o bloqueio de ajuda carregava “consequências devastadoras” para crianças e famílias em Gaza, agredidas por 16 meses de guerra.

A punição coletiva é proibida sob as convenções de Genebra, disse o professor Gerry Simpson, da London School of Economics, disse à Al Jazeera, independentemente de quem estava aplicando.

“O fato de estar sendo formado como uma forma de punição sugere um certo desrespeito às leis da guerra, mas esse desrespeito não torna essas leis nulas ou sem importância”, disse ele.

Além da suspensão da ajuda, o governo israelense também está refletindo a aprovação de um projeto de lei que permitiria solicitar 400.000 soldados de reserva em antecipação a um conflito renovado em Gaza.

Após o ataque de 7 de outubro de 2023 a Israel, 300.000 soldados de reserva foram convocados, a maior mobilização da história de Israel na época.

Famílias raivosas

Enquanto a raiva do público israelense em relação a Netanyahu sobre a atual discussão nas negociações ainda não é generalizada, o ex -embaixador e cônsul geral de Israel em Nova York, Alon Pinkas, disse à Al Jazeera que era provável que a morte seja que o impasse continuasse, até que se tornasse “claro que ele é (que ele é (serias), que não se hospeda.

O destino dos 251 cativos presos durante o ataque de 7 de outubro representou uma linha através da crítica pública israelense a seu primeiro -ministro.

No entanto, as últimas semanas – onde imagens de cativos que retornam a suas famílias dominaram a mídia -, por sua vez, elevaram as vozes de suas famílias, que geralmente criticam Netanyahu.

Aqueles que protestam fora da residência de Netanyahu na noite de domingo, liderados pelas famílias dos cativos, deixaram claro que eles sentiram que o primeiro -ministro era o culpado pelo impasse ao concluir o acordo de cessar -fogo.

Em uma entrevista coletiva realizada por várias famílias dos cativos no início do mesmo dia, Lishay Miran-Lavi, cujo marido Omri Miran permanece em Gaza, rejeitou as reivindicações de alguns membros do gabinete de Israel, incluindo Netanyahu, que nenhum acordo é possível enquanto permanece existente, dizendo a repórteres, “reflete imediatamente, depois de depois”.

“Netanyahu sabe que ele não tem monopólio sobre a narrativa agora”, disse o analista político de Israel, Ori Goldberg, “então há um risco de que, com esse atraso, ele possa se encontrar sob o aumento do fogo das famílias dos reféns, que têm muita simpatia pública”.

Goldberg sugeriu que isso, entre outros fatores ligados diretamente à sobrevivência política de Netanyahu, pode limitar quanto tempo o impasse atual pode continuar.

Má fé

O ceticismo sobre o compromisso de Netanyahu com o acordo de cessar -fogo não é novo. Desde a sua criação, o primeiro -ministro sugeriu sua vontade de quebrar o acordo para aplacar seus críticos, enquanto também usa a existência do cessar -fogo para tranquilizar as famílias dos cativos e seus apoiadores.

Em janeiro, Netanyahu sinalizou sua intenção de interromper o acordo ao negociar com seu ministro das Finanças da Hardline, Bezalel Smotrich, de permanecer no gabinete e não se juntar ao colega ministro da Segurança Nacional de extrema-direita, Itamar Ben Gvir, na renúncia ao cargo pela perspectiva de chegar a um acordo de cessar-fogo com o Hamas.

Como parte de seu acordo com Smotrich, Netanyahu teria garantido ao ministro das Finanças que o cessar -fogo era temporário e que as operações militares em Gaza retomariam o objetivo de desmantelar as capacidades militares e governamentais do Hamas quando a trégua “temporária” terminasse.

As negociações sobre um cessar -fogo permanente foram incluídas no segundo estágio.

“As pessoas realmente não confiam em Netanyahu”, disse o analista Nimrod Flashenberg de Tel Aviv. “Muitos do público duvidavam que o cessar -fogo se manteria desde o início, mas realmente não sabemos o que acontecerá a seguir. Muito disso depende do (presidente dos EUA, Donald) Trump Administration. ”

Para muitos observadores, tudo, desde o atraso de progredir até o segundo estágio do acordo de cessar -fogo até a ambiguidade sobre quem sugeriu que sua suspensão era típica de um primeiro -ministro que lucrava por semear confusão entre seus críticos por anos.

“É isso que ele faz”, disse Goldberg. “É o que todos em Israel esperam dele. Politicamente, não há razão para isso. Ele não tem rivais políticos; Ele tem os colonos do lado dele. É exatamente o que ele faz. ”

“Para Netanyahu, esses esquemas bizantinos são essenciais para manter o navio de Estado israelense”, disse ele.

“O que há de críticas públicas de Netanyahu não está alegando que ele está retendo ajuda ou bloqueando negociações, é que ele está fazendo isso mal: ele está vendendo errado”, disse Goldberg. “Eles sentem que, se tivessem outra pessoa no comando, poderiam cortar a ajuda de Gaza e ganhar aplausos por fazê -lo.”



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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