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Israel prepara o ‘plano infernal’ de Gaza para empilhar a pressão sobre o Hamas – relatórios | Gaza
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2 anos atrásem
Julian Borger in Jerusalem and Malak A Tantesh in Gaza
O governo israelense está planejando aumentar seu bloqueio em Gaza como parte do que chamou de “plano infernal” para pressionar o Hamas a lançamentos de reféns sem uma retirada de tropas do território palestino.
Com o cessar-fogo de seis semanas no limbo e nenhum sinal de movimento em direção a uma segunda fase que deveria começar no fim de semana passado, ambos os lados estavam tomando medidas de contingência para retornar a um pé de guerra.
A curto prazo, relatou -se que o governo de Benjamin Netanyahu fez os preparativos para ir além da suspensão de comida e combustível anunciado no domingopara implementar um programa de isolamento aumentado constantemente da faixa costeira e sua população de cerca de 2,2 milhões, de acordo com a estação de rádio pública nacional, Kan, que disse que o governo estava se referindo a isso o programa de medidas como o “plano do inferno”.
O plano envolveria cortar a eletricidade e suprimentos de guerra restantes e mover palestinos no norte Gaza De volta ao sul, para pavimentar o caminho para a possível retomada de guerra em larga escala.
O ministro da Defesa, Israel Katz, instruiu as Forças de Defesa de Israel (IDF) a fazer os preparativos para um retorno ao combate, de acordo com o site de notícias de Walla. Desde quarta -feira, eles estarão servindo sob um novo chefe de gabinete, o major Gen Eyal Zamir, que tem sido um defensor do uso de força esmagadora que visa alcançar uma vitória rápida e decisiva sobre os restos de Hamas em Gaza.
Enquanto isso, houve relatos na imprensa árabe de que o Hamas também estava se preparando para a retomada de luta. O Al-Araby Al-Jadeed do Catar informou que o Hamas e outras facções armadas haviam voltado a uma guerra, com aqueles que mantinham reféns israelenses para retomar medidas de segurança aumentadas.
Diz -se também que o Hamas está extraindo altos explosivos de armas israelenses não explodidas disparadas durante a guerra, para uso em bombas na estrada, se a luta começar novamente.
As conversas sobre o cessar -fogo pararam desde sexta -feira. O governo israelense está insistindo em uma proposta que estende a primeira fase do cessar -fogo durante o Ramadã e depois a Páscoa até 20 de abril, durante a qual metade dos reféns restantes seriam liberados em troca dos palestinos nas prisões israelenses. A outra metade seria divulgada assim que houve um acordo duradouro na guerra.
Ainda existem 59 reféns israelenses ainda para retornar de Gaza, mas as autoridades israelenses acreditam que pelo menos 34 já estão mortas.
Netanyahu atribuiu a proposta ao enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, embora Witkoff até agora não tenha falado sobre isso.
O Hamas rejeitou a proposta, dizendo que representa uma violação do acordo de trégua original em janeiro, que prevê o cessar -fogo que se mudou para uma segunda fase nesta semana, na qual os lançamentos de reféns seriam associados à retirada de tropas israelenses de pontos estratégicos em Gaza, iniciando com o corredor de Filadelphi, um tampão entre gaza.
Um diplomata de um país árabe foi citado por Kan na segunda -feira dizendo que o Hamas pode concordar com uma extensão mais curta para a primeira fase com a liberação de um punhado de reféns.
Durante as seis semanas da primeira fase do cessar-fogo, cerca de 600 caminhões de ajuda, principalmente alimentos e combustível, atravessavam Gaza todos os dias, sobre o nível da média pré-guerra. O governo israelense argumentou que as entregas de ajuda são comandadas pelo Hamas e que já havia estoques substanciais de necessidades básicas no território.
“Há muita comida e suprimentos em Gaza – 4.200 caminhões por semana, durante esse cessar -fogo, o suficiente para muitos e muitos meses”, disse um porta -voz do governo, David Mencer.
Mencer afirmou que o Hamas tinha “comida suficiente para alimentar uma epidemia de obesidade”, acrescentando que “os suprimentos estão lá, mas o Hamas não compartilha”.
No entanto, o anúncio do bloqueio causou um impacto imediato na acessibilidade dos alimentos dentro de Gaza. Os preços dos grampos que foram recusados constantemente durante o cessar -fogo rapidamente cravaram. Um saco de farinha que tinha cerca de 50 shekels (£ 11) no sábado subiu para 100 shekels (£ 22) em questão de horas após o anúncio de Netanyahu no domingo, enquanto um quilograma de açúcar aumentou de 6 shekels (£ 1,30) para 10 (£ 2,20).
“Quando o Ramadã começa, os palestinos estão se apegando a um cessar -fogo permanente. Agora, a decisão cruel de Israel de restabelecer um bloqueio total de ajuda ameaça desfazer tudo – mergulhando as pessoas de volta ao desespero, fome e medo ”, disse Fikr Whortoot, diretor de Gaza da assistência médica de caridade para os palestinos.
No contexto de um impasse diplomático e de uma crise humanitária iminente, os Estados-Membros da Liga Árabe devem se encontrar no Cairo na terça-feira para aprovar um plano de arremesso egípcio para o futuro de Gaza, que se destina a ser uma alternativa e depois a declaração de choque de Donald Trump no mês passado de que a listra, que seria uma alternativa e depois que a Resterver.
O plano egípcio, de acordo com uma versão vista pela Agência de Notícias da Reuters, estabeleceria uma “missão de assistência à governança” para substituir o Hamas como a autoridade governante em Gaza, e a missão seria responsável pelo trabalho humanitário e pelo trabalho de reconstrução. O plano não deixou claro quem pagaria pela reconstrução ou como o Hamas seria carregado de lado.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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17 horas atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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