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Ramadã 2025: Onde Suhoor termina como Iftar começa em outro lugar? | Notícias da religião

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Ramadã 2025: Onde Suhoor termina como Iftar começa em outro lugar? | Notícias da religião

À medida que o mundo gira, os muçulmanos em uma cidade começam o jejum, enquanto outros do lado oposto do mundo os quebram.

À medida que a primeira luz do amanhecer se rompe com Rajshahi em Bangladesh, o chamado de um muezzin ecoa pela cidade de um milhão de pessoas, sinalizando o fim de Suhoor quando as famílias terminam seus ovos parathas – pães escamosos recheados com ovos mexidos com temperos – antes de se preparar para a oração de fajr.

Naquele exato momento, do lado oposto do mundo na cidade de Nova York, o sol se põe atrás do horizonte, e as famílias se reúnem em torno de mesas, aguardando o chamado para a oração de Maghrib para quebrar seu jejum de 13 horas.

(Al Jazeera)

Esse contraste, onde uma cidade começa a jejuar quando o outro termina, serve como um lembrete impressionante de RamadãA natureza global é moldada por geografia e fusos horários. Enquanto o mundo gira, sempre há uma cidade com Suhoor ou Iftar, com milhões de muçulmanos experimentando essas refeições em momentos diferentes.

Uma cadeia global de jejum

Para aqueles que vivem no Hemisfério Norte, cada dia fica um pouco mais longo, com Suhoor começando mais cedo e Iftar acontecendo mais tarde. Para aqueles no hemisfério sul, o oposto acontece, com os dias ficando mais curtos.

Ramadã é um dos cinco pilares do Islã e é prescrito para os muçulmanos como um ato de adoração e uma forma de purificação espiritual através da caridade e boas ações.

O jejum deve desenvolver o Taqwa de uma pessoa, o que significa estar consciente de Deus, ser piedoso e auto-restrito.

Os gráficos abaixo ilustram quais cidades estão começando seus jejuns e quais estão encerrando -os, passando de leste para oeste.

Brasil-Austrália

Enquanto as pessoas em Recife, o Brasil começa o jejum, as de Sydney, na Austrália, estão terminando a deles.

Ramadã interativo Brasil Austrália-1742189178
(Al Jazeera)

Canadá-Indonesia

Enquanto as pessoas em Winnipeg, o Canadá começam o jejum, as de Jacarta, Indonésia, estão terminando a deles.

Ramadã interativo Indonésia Canadá-1742189190
(Al Jazeera)

Estados Unidos-Índia

Enquanto as pessoas em Berkeley, Califórnia, nós, começam o jejum, as de Mumbai, a Índia estão terminando a deles.

Ramadã interativo Índia US-1742189184
(Al Jazeera)

Estados Unidos-Paquistão

Enquanto as pessoas em Fairbanks, Alasca, nós, começam o jejum, as de Karachi, Paquistão estão acabando com a deles.

Paquistão interativo do Ramadã US-1742189203
(Al Jazeera)

Rússia-Palestina

Enquanto as pessoas em Anadyr, a Rússia começam o jejum, as de Gaza, a Palestina estão terminando a deles.

Palestina interativa da Palestina Rússia-1742189209
(Al Jazeera)

American Samoa-Turkey

Enquanto as pessoas em Pago Pago, a American Samoa começam o jejum, as de Istambul, Turkiye estão terminando a deles.

Turquia interativa Ramadã American Samoa-1742189221
(Al Jazeera)

Tonga-sul da África

Enquanto as pessoas em Nukualofa, Tonga começam o jejum, as de Joanesburgo, África do Sul estão terminando a deles.

Ramadã interativo na África do Sul Tonga-1742189215
(Al Jazeera)

Nova Caledonia-Nigéria

Enquanto as pessoas em Noumea, a Nova Caledônia começam o jejum, as de Abuja, a Nigéria estão terminando a deles.

Ramadã interativo Nigéria New Caledonia-1742189196
(Al Jazeera)

Reino unido da Austrália

Enquanto as pessoas em Brisbane, a Austrália começam o jejum, as que estão em Londres, o Reino Unido, estão terminando a deles.

Ramadã interativo UK Australia-1742189227
(Al Jazeera)

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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