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Ramaphosa, da África do Sul, não enfrentará acusações de ‘Farmgate’ – DW – 11/10/2024

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Sul-africano promotores anunciaram que não apresentarão acusações criminais contra o presidente Cirilo Ramaphosa em conexão com um roubo em sua fazenda de caça particular, Phala Phala, em 2020.

Os fundos, 580 mil dólares, que Ramaphosa disse serem provenientes da venda de búfalos, teriam sido escondidos num sofá quando foram levados.

O presidente foi acusado de manter o dinheiro escondido nos móveis do seu rancho para fugir às leis cambiais da África do Sul.

Ramaphosa e ‘Farmgate’

“Farmgate”, que tem sido uma grande controvérsia política na África do Sul, eclodiu em Junho de 2022, quando um antigo chefe da espionagem sul-africana, Arthur Fraser, acusou o presidente de esconder o roubo ocorrido em 2020 na sua fazenda de caça na província de Limpopo.

Fraser, que é um aliado próximo do adversário político de Ramaphosa, Jacó Zumaalegou que cerca de US$ 4 milhões foram roubados e poderiam ter sido provenientes de lavagem de dinheiro, evasão fiscal e violação de leis cambiais sobre o dinheiro.

Ele também acusou o presidente de fazer com que membros de sua unidade de proteção presidencial rastreassem os ladrões, os sequestrassem e depois os subornassem para encobrir as grandes quantias de moeda estrangeira que ele guardava.

A entrada para o rancho de vida selvagem do presidente sul-africano Cyril Ramaphosa, Phala Phala Wildlife Farm em Bela Bela
O dinheiro foi roubado da reserva de caça privada de Ramaphosa, Phala Phala, em 2020Imagem: Aliança AP Foto/imagem

Suas alegações forçaram Ramaphosa admite que o roubo ocorreumas o presidente negou qualquer irregularidade, dizendo que denunciou a invasão ao chefe da sua unidade de proteção policial e contestou a quantia de dinheiro envolvida.

Ramaphosa disse que o dinheiro era pagamento por búfalos comprados por um empresário sudanês, que confirmou a transação em entrevistas à mídia britânica, embora não tenha explicado por que os US$ 580 mil estavam escondidos no sofá.

Isso gerou turbulência em sua presidência antes de uma votação crucial sobre a liderança do partido.

Apesar da investigação criminal em curso, ele sobreviveu ao escândalo e foi reeleito líder sul-africano em junho.

Terceira vez que Ramaphosa é inocentado

Na quinta-feira, os promotores disseram que decidiram não acusar Ramaphosa ou qualquer pessoa por sua segurança.

“Esta decisão segue um processo de investigação abrangente”, disse a Autoridade Nacional do Ministério Público (NPA).

Mais de 150 declarações foram obtidas na investigação, disse o porta-voz da NPA, Mthunzi Mhaga, ao canal Newzroom Afrika.

Mas os promotores decidiram que “as provas disponíveis apresentadas aos promotores não podem sustentar qualquer acusação”.

Ramaphosa também foi inocentado em investigações separadas levadas a cabo pelo Reserve Bank e por um órgão de fiscalização independente.

Dois homens e uma mulher, um dos quais supostamente trabalhava na fazenda de Ramaphosa, foram presos no ano passado e acusados ​​de arrombamento e roubo.

lo/ss (AFP, AP)



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação-interno.jpg

O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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