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Raygun diz ‘resolvemos tudo’ depois da comédia musical – então todos são melhores amigos agora? | Esporte australiano

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Caitlin Cassidy

Rachel “Raygun” Gunn diz “resolvemos tudo” depois de encerrar Raygun: The Musical, do comediante Steph Broadbridge, no início de dezembro.

O disjuntor olímpico australiano disse na quinta-feira que “chegamos a um acordo” depois de uma “viagem selvagem”, o que significa que o show poderia prosseguir com um nome e pôster diferentes.

Gunn também insistiu que “não solicitamos nenhum custo com tudo isso”, apesar de seus advogados pedirem ao promotor, Anthony Skinner, US$ 10.000 para cobrir honorários advocatícios.

‘Foi muito triste’: Raygun fala sobre a reação à apresentação de breakdance em Paris 2024 – vídeo

Então, por que o stoush voltou às notícias? Quem disse o que e quando?

Quando o show foi anunciado?

O pôster de Raygun: The Musical foi divulgado em 25 de setembro. A estreia estava prevista para um clube de comédia, de propriedade de Skinner, no hotel Kinselas em Darlinghurst, no dia 7 de dezembro.

O show foi anunciado como uma “exploração paródia” do disjuntor jornada para as Olimpíadascom canções musicais incluindo Você pode ser uma garota B, mas sempre será uma garota A para mim, estou desmoronando e teria ganhado, mas puxei um músculo.

O criador do musical, Broadbridge, disse ao Sydney Morning Herald a performance seria uma “pisada, mas feita com amor”.

“Eu realmente quero que (Raygun) veja isso”, disse ela ao Herald. “Mas estou apavorado. E se ela não gostar?

Raygun foi informado sobre o musical?

Broadbridge reconheceu na quinta-feira que não havia contatado Gunn antes de criar o título e o pôster. Ela escreveu no Instagram que não pretendia “enganar” as pessoas fazendo-as pensar que o disjuntor estava envolvido na produção.

Em um vídeo postado nas redes sociais há uma semana, Gunn disse que a primeira vez que ouviu falar do musical foi no artigo do Herald e no Channel 7 News.

“Fomos totalmente pegos de surpresa por isso”, disse ela na sexta-feira passada. “E, infelizmente, o retrocesso foi rápido. As pessoas presumiram que o havíamos desenvolvido, que o havíamos aprovado, e isso prejudicou muitos relacionamentos, tanto pessoais quanto profissionais.”

Skinner, o dono da iD Comédia Club and Stand Up Sydney, que estava apresentando o musical, observou que a equipe jurídica de Gunn havia registrado sua silhueta de pose de dança canguru em 25 de setembro – mesmo dia em que o pôster do show foi distribuído.

Gunn descreveu isso como “desinformação”. “Fomos notificados de que havia pedidos de outras partes tentando registrar meu nome e imagem para fins comerciais – quero dizer, totalmente malucos”, disse ela em seu primeiro vídeo postado no Instagram na semana passada.

Por que foi cancelado?

O musical foi cancelado às 11 horas após notificação legal dos advogados de Raygun.

Em 7 de dezembro, Broadbridge postou um vídeo no Instagram alegando que advogados haviam entrado em contato com o local e estavam “preocupados que eu estivesse prejudicando a marca dela, o que nunca faria”. “Ela não precisa que eu faça isso”, disse ela na época.

Broadbridge disse que a equipe jurídica da B-girl também a instruiu a não fazer a dança do canguru porque Gunn é o “dono” dela.

“Aquela me confundiu – quero dizer, é uma dança de nível olímpico”, disse ela. “Como eu seria capaz de fazer isso sem nenhum treinamento formal de breakdance?”

Em um comunicado fornecido ao Guardian Australia, a equipe jurídica e administrativa de Gunn disse que tinha “imenso respeito” pelo trabalho e esforço investidos no programa, mas precisava tomar medidas para salvaguardar a integridade de sua marca.

Broadbridge disse esta semana que “lamentava profundamente” ao saber que Raygun havia enfrentado uma reação negativa como resultado da atenção da mídia. “A última coisa que eu queria era que alguém sentisse ódio ou angústia com esta situação”, escreveu ela no Instagram na quinta-feira.

Skinner recebeu correspondência da representação legal de Gunn, XVII Degrees, em 6 de dezembro, solicitando uma “resposta urgente” sobre “preocupações significativas” sobre o programa.

pular a promoção do boletim informativo

“Nossa cliente está preocupada que seu nome, marcas registradas, coreografia e imagem estejam sendo usados ​​sem sua permissão, licença, autorização ou patrocínio prévio e de uma maneira que infrinja seus direitos de propriedade intelectual”, afirmou.

“Em nossa opinião, você está causando uma confusão significativa… que nosso cliente de alguma forma endossou seu programa, é afiliado diretamente a você e tem permissão para contar a história de nosso cliente.”

A carta afirmava que a coreografia de Gunn nas Olimpíadas era o “culminar de mais de 10 anos de treinamento” dos quais ela era a “criadora e autora”, com Broadbridge violando assim os direitos autorais se ela executasse seus movimentos.

Solicitou que o comediante cancelasse imediatamente o show e não usasse o nome, pose, imagens, coreografia, história ou história de Gunn em apresentações futuras.

Depois que Skinner informou aos advogados de Gunn que 70 ingressos haviam sido vendidos, proporcionando um lucro de US$ 500, o escritório de advocacia XVII Degrees solicitou novamente que a apresentação fosse cancelada e solicitou que o proprietário do clube de comédia concordasse em “reembolsar nosso cliente pelas custas judiciais até o momento, que estimamos será de US$ 10.000”.

A segunda carta também dizia: “Observamos também que o tribunal pode optar por conceder indenizações adicionais tendo em conta a flagrante da infração e a conduta do infrator após ser notificado da infração”.

O que Gunn diz sobre os US$ 10.000?

Na quinta-feira, Gunn disse que estava muito satisfeita porque sua equipe e a equipe de Broadbridge “chegaram a um acordo… e ela ainda pode levar esse show para a estrada” com um nome e pôster diferentes.

“Não buscamos nenhum custo com tudo isso”, disse Gunn na quinta-feira.

“Fala-se muito em torno desses US$ 10 mil. Isso foi desde muito cedo… meus advogados estavam agindo em meu nome. Eles enviaram cartas… não ouviram resposta e estávamos preocupados com a possibilidade de ter que ir a tribunal. Portanto, os US$ 10 mil seriam apenas meus potenciais custos legais se tivéssemos que ir a tribunal, mas, felizmente, não o fizemos. Tudo isso foi resolvido com a declaração de Steph.”

Gunn acrescentou: “Eu disse antes que não se trata de dinheiro e ainda não se trata de dinheiro. Não temos custos com eles – nem com Steph e nem com o clube de comédia.”

O que acontece agora?

Broadbridge está determinado a que o show continue.

Na quinta-feira ela divulgou o pôster promocional de Breaking the Musical, descrito como uma “paródia musical completamente legal” classificada como “musical nº 1 pela Federação Mundial de Esportes Musicais”.

“O programa é uma comédia, é inteiramente baseado em coisas que li na internet”, disse ela. “É uma narrativa fictícia de um momento da história australiana.”

Gunn disse que foi um momento estressante para ela e difícil para Broadbridge, e para todos em seu programa também.

“Sinto muito por qualquer dano que tenha sido causado.

“Estou realmente ansioso para colocar tudo de lado… Estou ansioso por 2025. 2024 foi um ano um pouco difícil para mim.”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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