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Real Madrid Envie os rivais da embalagem do Atlético após o controverso pênalti. Liga dos Campeões

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Real Madrid Envie os rivais da embalagem do Atlético após o controverso pênalti. Liga dos Campeões

Sid Lowe at Estadio Metropolitano

O Thorn que Carlo Ancelotti disse que estava preso no lado do Atlético Madrid permanece enterrado profundamente em sua carne, mais profundo e mais doloroso do que nunca. Seis vezes agora, eles enfrentaram seus rivais da cidade na Europa, em 1959, 2014, 2015, 2016, 2017 e novamente aqui e de alguma forma foram derrotados em todos eles, cada um mais cruel que o último. A equipe que perdeu uma final da Copa da Europa após um empate aos 93 minutos e outra nas penalidades foi derrotada novamente, e mesmo que fosse apenas um empate nos últimos 16 anos, esse pode ser o pior de todos. Em parte, isso ocorre devido à dor acumulada, em parte é por causa de como aconteceu.

Como isso aconteceu era quase crível, mesmo para uma batalha entre esses dois. Se o Atlético não se derrubou real desta vez, eles podem sentir que nunca, jamais. Quando parecia que o destino poderia ter mudado, torceu a faca novamente. Um gol após 29 segundos, uma penalidade perdida de Vinícius Júnior e um excelente desempenho os colocaram de volta no local, outro tiroteio. E lá, eles perderam quando Marcos Llorente esmagou o bar contra o bar e Jan Oblak deu uma mão no chute decisivo de Antonio Rüdiger, mas simplesmente não conseguiu mantê -lo de fora.

Além disso, mais controversa, mais cruel, absurdamente, eles perderam quando a penalidade de Julián Alvarez, que entrou, foi descartada por Var porque ele escorregou e o chutou duas vezes. Ele não teve a chance de chutar novamente, o Atlético não recebeu fechamento, afundado da maneira mais crível, uma história escrita em verso torcido.

“Somente Deus sabe o que vai acontecer”, disse Diego Simeone, mas mesmo ele não esperava esse começo. Eles estavam jogando apenas 29 segundos – e foi apenas o Atlético quem tocou isso – quando esse lugar entrou em erupção, o barulho sacudindo o estádio, 70.000 pessoas assistindo seu lado movendo a bola de volta para a frente. Real apenas o tocou uma vez, quando Raúl Asencio se estendeu para alcançar um longo passe para a frente e que lançou -se apenas ao soltar a bola nos pés de Conor Gallagher, o espaço se abrindo repentinamente, listrado camisas correndo no Real.

Gallagher jogou para Alvarez, mas não parou. Alvarez foi para Rodrigo de Paul à direita e sua cruz passou pelas pernas de Giuliano Simeone no posto próximo. Voando atrás dele, Gallagher entrou e marcou. Menos de um minuto, e estava nivelado, uma partida inteira à frente deles. E se isso foi inesperado, o que se seguiu talvez seja um pouco mais previsível. Por um tempo, o Real tomou posse. O Atlético estava em espera, primeiro a cada bola, fechando todas as avenidas. Llorente não deixaria Vinícius escapar, vencendo esse conflito de atletas extraordinários. Reinildo e Gallagher fecharam a outra asa. No meio, Kylian Mbappé raramente apareceu. Jude Bellingham também não conseguiu influenciar isso verdadeiramente.

Conor Gallagher rouba para colocar o Atlético à frente no primeiro minuto. Fotografia: Susana Vera/Reuters

De Paul fez, e como. Quando o Atlético deu um passo à frente, cautelosamente a princípio e depois cada vez mais insistente, eles criaram as chances de que o Real não pudesse. Claros também. À direita, eles repetidamente encontraram o caminho atrás de Ferland Mendy, um catálogo de passes inteligentes e angulares, fornecendo a chave que se abriu real, embora fosse da esquerda que Thibaut Courtois teve que fazer sua primeira defesa de Alvarez. Da esquerda, ele teve que cortar uma entrega de Antoine Griezmann e depois afastar um esforço de Alvarez. Enquanto isso, Clément Lenglet e José María Giménez viram os cabeçalhos sentirem falta do alvo.

Quase a única vez Real Madrid entregou uma cruz perigosa, Aurélien Tchouaméni entrou no caminho de Bellingham. Ainda assim, estava nivelado no intervalo.

O Real demorou muito tempo para sair para o segundo tempo, que quando finalmente começou quase o fez, como o primeiro teve, Courtois mergulhando baixo para parar outro chute de Alvarez após 60 segundos, a bola derrapando em direção ao poste da borda da área. Logo depois disso, Mendy escorregou e Guiliano Simeone gritou, seus companheiros de equipe transmitiram depois dele, Courtois agradeceu ao ver a desviação de Llorente desviada logo após o post mais distante. Em seguida, Asencio teve que correr para acabar com Simeone enquanto parecia pronto para correr. Do livre, Lenglet foi muito bem.

Na linha de toque, a frustração de Ancelotti ficou clara. E, no entanto, pode -se sentir entre os fãs de casa também, esse sentimento, possivelmente até um medo, que quando você não faz os bons momentos contarem os maus. Eles haviam experimentado isso oito dias antes, e em tantos outros derbies também, o destino e o verdadeiro inventando maneiras de cruzeiros de machucá -los. Eles ainda não tinham vantagem e real, que começaram a se mexer, certamente acordariam em algum momento.

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Julián Alvarez escorrega enquanto ele pega sua penalidade, levando -o a chutar a bola contra o outro pé. Fotografia: Juan Medina/Reuters

E então, parecia que o inevitável aconteceu. Um cruzamento profundo de Gallagher encontrou Griezmann no poste mais distante, mas seu toque era pobre e ele não tinha pernas para perseguir Eduardo Camavinga, que tirou a bola dele. Exposto pela primeira vez, de repente real estava em execução. Bellingham lançou Mbappé e ele foi na área do Atlético, virando para dentro, onde foi derrubado por Lenglet. Todos que por esta. Vinícius estava programado para ser o carrasco, mas sua penalidade foi alta e larga e nas arquibancadas, acompanhada pelo rugido mais alto da noite.

Talvez algo realmente estivesse mudando. Ou talvez não fosse; Em vez disso, estava apenas se preparando para um final ainda mais doloroso, uma maldição da qual não pode se livrar. Courtois fez outra defesa de Simeone, mas os minutos estavam se afastando, a tensão subindo, a cada passe, a cada corrida, cada pequena coisa agora carregando a ameaça de finalidade, triunfo ou tragédia tão perto que poderia ser tocada. Nunca mais quando Ángel Correa escapou e virou a área real aos 90 minutos, seu chute correndo logo depois do bar.

O tempo extra era inevitável: foi a nona vez que eles precisavam de mais de 90 minutos desde 2013. Em todos os lugares, todos estavam exaustos, mas ainda assim foram em frente. Rüdiger teve que entrar para parar Correa, após um toque ultrajante. Alexander Sørloth foi para o gol. Feder Valverde mostrou um chute de largura. E então a meia vôlei de Llorente voou de largura. E assim foi até um tiroteio e tudo o que doeu, o espinho empurrou mais fundo, como em Milão 2016, algo inevitável sobre tudo isso. Simeone reuniu seus jogadores em um amontoado e os enviou para enfrentar seu destino mais uma vez.



Leia Mais: The Guardian

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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre

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O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.

Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.

A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.

As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

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Organização

A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (4).png



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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre

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Ufac no 76º Congresso Nacional de Botânica-2026 (2)x.png

A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.

Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.

Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.

Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.

Herbário

O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.

Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.

A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.



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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.

A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.

Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.

Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”

A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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