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Receitas de Nigel Slater de porco assado com morcela e molho de maçã e biscoitos de chocolate e amêndoa | Natal

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Nigel Slater

UM bom Natal A receita é como uma velha amiga: sólida, confiável e confiável. Você também sabe e espera que eles apareçam pelo menos uma vez durante as festividades. Nesta casa existe uma receita muito apreciada de carne de porco, onde a carne é achatada, depois enrolada com recheio de morcela, cebola e linguiça, depois assada lentamente e servida com os seus sucos de torra e uma poça de molho de maçã.

Escolho um corte com bastante gordura, barriga ou ombro, e espalho o recheio por cima antes de enrolar e amarrar com barbante de açougueiro. Qualquer sobra parecerá fria, em fatias finas e com salada de repolho roxo. Se sobrar algum molho de maçã, eu também quero, obrigado.

Novos amigos são bem-vindos, mas tenho como regra nunca fazer uma receita pela primeira vez, quando é provável que cheguem convidados. Desta vez, são biscoitos de amêndoa assados ​​direto da geladeira, então as bordas ficam um pouco crocantes, mas o coração fica levemente macio e fofo. São biscoitos onde as nozes moídas, picadas e em flocos têm um papel a desempenhar. Mergulhado em chocolate amargo como presente de despedida – não é essencial, mas, na minha opinião, existem poucos casamentos melhores do que amêndoas torradas e chocolate.

Porco assado com morcela e molho de maçã

Um pedaço de barriga desossada e marcada é bom para isso, assim como o ombro um pouco mais caro. Um pedaço com cerca de 1,75-2kg de peso alimentará 6 pessoas e pode sobrar um pouco para amanhã. Vale a pena tirar a carne de porco da geladeira algumas horas antes para secar a pele.

Serve 6 porções. Pronto em 2-2¼ horas

barriga ou ombro de porco desossado cerca de 1,75-2 kg

Para o recheio
cebola 2
azeite 3 colheres de sopa, mais um pouco extra
morcela 200g
carne de salsicha 350g
folhas de sálvia 3

Para o molho de maçã:
cozinhar maçãs 750g-1kg

Coloque o forno em 220C/gás marca 7. Comece fazendo o recheio. Descasque e pique as cebolas grosseiramente, aqueça o azeite em fogo moderado e cozinhe as cebolas por 10-15 minutos, até ficarem macias e translúcidas.

Retire a cebola do lume, esmigalhe-a na morcela e na carne do enchido. Adicione a sálvia e tempere com sal e pimenta.

Coloque a carne de porco com a pele voltada para baixo sobre uma tábua de cortar (remova qualquer barbante com o qual ela possa ter sido amarrada). Espalhe o máximo de recheio que puder sobre a carne, junte as bordas e amarre com barbante em intervalos de 3 cm. (Sempre acho uma mão amiga muito útil neste momento.) Tempere a carne de porco com um pouco de azeite e sal, esfregando nas marcas da pele. Reserve o recheio que sobrou.

Coloque o pernil de porco em uma assadeira e leve ao forno pré-aquecido por 30 minutos, depois abaixe o fogo para 180C/gás marca 3 e continue cozinhando por mais 90 minutos, ou até que a carne de porco esteja pronta ao seu gosto. (Cubra a carne de porco com papel alumínio se parecer que está dourando demais.) Se você tiver algum recheio reservado, pode colocá-lo na assadeira 30 minutos antes de a carne de porco estar pronta. Retire a carne do forno, cubra com papel alumínio e deixe descansar por 20 minutos antes de cortá-la.

Para fazer o molho de maçã, descasque, retire o caroço e pique grosseiramente as maçãs, coloque numa panela com 100ml de água e deixe ferver. Deixe ferver até ficar completamente macio, mexendo ocasionalmente. (Você pode adicionar uma pitada de açúcar se estiverem muito azedos.) Sirva com a carne de porco.

Biscoitos de chocolate e amêndoa

Molho da sorte: biscoitos de chocolate e amêndoa. Fotografia: Jonathan Lovekin/The Observer

Retire os biscoitos do forno quando estiverem dourados e bem macios. Eles ficarão um pouco firmes ao esfriar, mantendo um centro macio. Têm uma fragilidade deliciosa, por isso é necessário um pouco de cuidado ao mergulhá-los no chocolate derretido.

Rende cerca de 24 biscoitos. Pronto em 1 hora, mais tempo de resfriamento

amêndoas inteiras descascadas 125g
manteiga 135g
sal marinho ½ colher de chá
açúcar mascavo macio 135g
açúcar refinado dourado 100g
ovo 1
farinha simples 190g
fermento em pó 1 colher de chá
amêndoas moídas 60g

Para finalizar:
chocolate escuro 90g
amêndoas em flocos 3 colheres de sopa

Torre as amêndoas escaldadas em uma frigideira rasa em fogo moderado, observando-as com atenção e jogando-as na frigideira, até que fiquem perfumadas e douradas. (Eles levarão vários minutos para adquirir qualquer cor e, de repente, queimarão, então fique de olho neles.) Retire do fogo e reserve.

Coloque a manteiga na tigela grande da batedeira, acrescente o sal e os açúcares e bata até obter um creme claro e com cor de café.

Pique finamente as amêndoas torradas, deixando alguns pedaços um pouco maiores. Quebre o ovo em uma tigela pequena e bata rapidamente com um garfo, depois acrescente a manteiga e o açúcar, batendo sempre até incorporar bem. Peneire a farinha e o fermento e coloque na tigela da batedeira junto com as amêndoas moídas e torradas picadas.

Pare de misturar assim que os ingredientes estiverem bem combinados e, em seguida, enrole em bolas pesando cerca de 35g cada. Espalhe bem nas assadeiras e leve à geladeira por umas boas 2 horas. (Não pule isso. É importante para a textura dos biscoitos.)

Aqueça o forno a 160ºC/gás 2–3 e leve ao forno por 15 minutos, até que se espalhem. Eles devem ser um pouco mais grossos no meio do que nas bordas. Deixe-os repousar por 5 minutos antes de retirá-los da assadeira com uma espátula e transferi-los para uma gradinha para esfriar.

Assim que os biscoitos esfriarem, derreta o chocolate em uma tigela sobre uma panela com água fervente e retire do fogo. Pegue cada biscoito com cuidado em uma pinça de cozinha ou entre os dedos e mergulhe uma das pontas no chocolate derretido. Coloque sobre papel vegetal.

Coloque as amêndoas em flocos em uma frigideira rasa e doure levemente em fogo moderado, agitando regularmente. Espalhe as amêndoas sobre o chocolate quente derretido e deixe esfriar.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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