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Receitas de Nigel Slater para um bolo de frutas na hora do chá e um bolo de laranja e amêndoa | Bolo

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Nigel Slater

UMn necessidade urgente de bolo. Um antiquado, cravejado de frutas secas, ou talvez uma fatia de algo mais frívolo, com recheio cítrico e cobertura e laterais geladas. Um bolo estilo aniversário à procura de um aniversário.

Raramente passa uma tarde sem um pedaço de doce no prato, comido com uma xícara de chá. Esta semana, uma fatia de bolo simples de frutas. Não tão extravagante quanto a receita de bolo de Natal, esta é mais bolo do que fruta, mas tem as mesmas notas profundas de caramelo do açúcar mascavo escuro e um cheiro reconfortante de nostalgia. É o tipo de bolo que ninguém mais faz e é bom vê-lo novamente.

O bolo de camadas que fiz ao mesmo tempo era tanto sobremesa quanto bolo. Cobertura de coalhada de laranja e mascarpone; um punhado de amêndoas em flocos torradas até ficarem crocantes, parecia um bolo para uma ocasião especial, o que tornava ainda mais agradável sua presença em uma semana monótona entre as estações de novembro. Comemoramos embora não houvesse muito o que comemorar, a não ser o fato de termos bolo.

O pão de ló é feito em pequenas formas redondas, por isso deve acabar rapidamente, mas o recheio de cream cheese e coalhada não fará muito mal se você refrigerá-lo durante a noite. Vale a pena trazê-lo de volta à temperatura ambiente antes de comer.

Um chá claro, verde ou de frutas funciona perfeitamente com uma receita rica como esta. Ele corta o açúcar e realça as notas cítricas. Minha escolha foi verbena de limão, mas poderíamos ter tido Earl Grey com suas notas sutis de bergamota.

Um bolo de frutas na hora do chá

Este bolo recortado pode ser guardado por vários dias em uma forma de bolo ou em um recipiente hermético. É menos frutado do que um bolo de Natal e sua textura é mais parecida com a de um bolo de frutas tradicional para a hora do chá. Eu uso uma mistura de passas, cerejas secas ou cranberries e sultanas douradas, mas você pode introduzir cascas cristalizadas ou damascos secos picados, se desejar. O bolo não precisa de mais enfeites, mas você pode cobrir a superfície com amêndoas inteiras antes de assar. Serve 12 ou mais. Pronto em 2 horas

açúcar refinado 150g
açúcar mascavo escuro 65g
manteiga 125g
ovos 2, grande
farinha com fermento 280g
quefir 100ml
frutas secas sortido 400g

Você vai precisar de uma forma funda para bolo, com 20 cm de diâmetro.

Forre a forma de bolo no fundo e nas laterais com papel manteiga levemente untado com manteiga. Pré-aqueça o forno a 160C/marca de gás 4.

Coloque o açúcar refinado e o açúcar mascavo escuro na tigela grande da batedeira com batedeira plana. Corte a manteiga em pedaços pequenos, acrescente os açúcares e bata por cerca de 5 minutos até obter um creme claro e cor de café.

Quebre os ovos em uma tigela pequena e bata levemente com um garfo ou batedor pequeno até ficar bem misturado. Introduza os ovos batidos na manteiga e no açúcar, aos poucos, batendo bem entre as adições. Incorpore a farinha e o kefir, em duas ou três etapas.

Junte as frutas secas, transfira para a forma forrada e alise levemente a superfície com as costas de uma colher. Asse o bolo por cerca de 70 minutos. Teste o cozimento inserindo um palito de metal no bolo. Se sair com alguma mistura crua, leve o bolo de volta ao forno por mais 10 minutos e verifique novamente. Deixe o bolo esfriar na forma, retire e deixe esfriar.

Bolo de camadas de laranja e amêndoa

‘Um bolo bastante especial’: bolo em camadas de laranja e amêndoa. Fotografia: Jonathan Lovekin/The Observer

Um bolo bastante especial, grande o suficiente para uma celebração. Sugiro coalhada de laranja, mas limão também funciona perfeitamente aqui. Costumo cortar a coroa do topo de cada bolo, o que torna mais fácil e uniforme finalizar com o creme de mascarpone. Também me dá algumas fatias para lobo enquanto decoro o bolo.

Serve 12 ou mais. Pronto em 2 horas

manteiga 175g
laranjas 2, médio
açúcar refinado 175g
extrato de baunilha ½ colher de chá
ovos 3, mais 1 gema extra
farinha com fermento 180g
amêndoas moídas 75g

Para a cobertura:
amêndoas em flocos 4 colheres de sopa
mascarpone 250g
coalhada de laranja (ou limão) 320g
clementinas cristalizadas 2 (opcional)

Você precisará de formas de bolo de 2 x 18 cm.

Forre o fundo das formas de bolo com papel manteiga. Pré-aqueça o forno a 170C/gás marca 5.

Corte a manteiga em pedaços pequenos e coloque-os na tigela grande da batedeira. Rale bem as raspas das laranjas na tigela e, em seguida, adicione o açúcar e o creme de leite usando a pá plana. Adicione o extrato de baunilha.

Quebre os ovos em uma tigela pequena, acrescente a gema extra e bata levemente com um garfo até ficar bem misturado. Com a pá ainda girando, introduza a mistura de ovos na manteiga e no açúcar em 3 ou 4 etapas, misturando bem entre cada uma. Se a mistura apresentar algum sinal de coagulação, incorpore algumas colheres de farinha.

Introduza a farinha e a amêndoa moída, em 2 ou 3 etapas, batendo bem entre cada adição. Divida a mistura entre cada uma das 2 formas de bolo forradas e leve ao forno por 30 minutos, até crescer levemente e elástico ao toque.

Retire os bolos do forno e deixe repousar por 10 minutos antes de desenformar sobre uma gradinha.

Torre as amêndoas em flocos em uma frigideira rasa sobre uma carne baixa a média, observando com atenção, até dourar.

Faça o creme de manteiga: coloque o mascarpone em uma tigela e bata rapidamente com uma colher de pau para soltá-lo, depois misture delicadamente a coalhada de laranja. Tome cuidado para não misturar demais os dois. Bastam algumas mexidas – um rastro visível de coalhada no mascarpone é lindo.

Sanduíche os bolos junto com um pouco do creme de requeijão e espalhe o restante por cima e nas laterais do bolo. Espalhe na superfície as amêndoas e, se desejar, algumas rodelas de clementina ou laranja cristalizada.

Siga Nigel no Instagram @NigelSlater





Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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