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Três fotógrafos brasileiros são vitoriosos no maior prêmio de fotojornalismo do mundo

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Walmerinston Paixão Corrêa, de 64 anos, viveu duas décadas em situação de rua, agora comemora o fato de ter sido aprovado para o curso de Letras na Universidade Federal do Pará (UFPA). Foto: Divulgação/O Liberal

Três fotógrafos brasileiros estão entre os vendedores do maior prêmio de foto do mundo, o World Press Photo: Anselmo Cunha (E), Amanda Perobelli (C) e André Coelho (D). Foto: Reprodução redes sociais

A World Press Photo 2025 é referência internacional em fotografia. No maior prêmio do mundo, três fotógrafos brasileiros estão entre os vitoriosos regionais 2025, da América do Sul. Duas fotos mostram a tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul e uma a conquista do Botafogo na Copa Libertadores 2024.

A organização do prêmio recebeu quase 60 mil inscrições, de 3.700 fotógrafos de 141 países.

O grande vencedor será anunciado no próximo dia 17 de abril.

Tragédia no RS

O fotojornalista Anselmo Cunha, da agência AFP, é o autor do registro “Aeronave em pista inundada”. A imagem mostra um avião encalhado no Aeroporto Internacional de Porto Alegre, que ficou debaixo d’água durante a enchente histórica que atingiu o Rio Grande do Sul em 2024.

A tragédia, no Rio Grande do Sul, provocou pelo menos 180 mortos, mais de 600 pessoas que tiveram de deixar suas casas, 2 milhões de atingidos e cerca de R$ 88 bilhões de prejuízos.

“Não é só uma foto. É a história da minha cidade, a história dos lugares que frequento quase que diariamente, a história de um mundo todo que se conecta com a de tantos gaúchos – infelizmente através de uma tragédia. O mundo todo conheceu o drama que vivemos com a enchente. O mundo todo acompanhou a nossa história”, afirmou Anselmo Cunha.

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Desespero com a chuva

A foto intitulada “As piores enchentes do Brasil”, da fotojornalista Amanda Perobelli, da agência Reuters, retrata as ruas da cidade de Canoas, na Grande Porto Alegre.

A imagem mostra as casas completamente inundadas em maio de 2024, período crítico das cheias.

“Mais de 2 milhões de pessoas foram afetadas por um desastre agravado pelas mudanças climáticas e pelo descaso do poder público, deixando um rastro imensurável de dor e perda. Minha profunda gratidão à Edite e ao João, que me permitiram acompanhar sua rotina, abriram suas vidas e seus corações no pior momento de suas vidas”, disse Amanda Perobelli.

Libertadores 2024

O registro “Torcida do Botafogo – Orgulho e glória”, do fotojornalista André Coelho, da agência EFE, mostra a emoção dos torcedores do clube carioca depois da conquista inédita da Libertadores, em novembro do ano passado.

O clique do fotojornalista foi feito no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, de onde os torcedores acompanharam a disputa entre o Botafogo e o Atlético-MG, em que o alvinegrou venceu por 3 a 1, no estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, na Argentina.

” O caminho não foi fácil e hoje tenho certeza de que as decisões que tomei em busca de meus ideais e sonhos me trouxeram até aqui. E isso só me faz ter mais orgulho desse reconhecimento”, disse André Coelho.

Clique do André Coelho, da EFE. Três fotógrafos brasileiros estão entre os vendedores do maior prêmio de foto do mundo, o World Press Photo. Foto: @a_coelho

Clique do André Coelho, da EFE. Três fotógrafos brasileiros estão entre os vendedores do maior prêmio de foto do mundo, o World Press Photo. Foto: @a_coelho

Amanda Perobelli, da Reuters, mostra a cidade coberta pela água na tragédia que assolou o Rio Grande do Sul. Foto: @amandaperobelli

Amanda Perobelli, da Reuters, mostra a cidade coberta pela água na tragédia que assolou o Rio Grande do Sul. Foto: @amandaperobelli

Anselmo Cunha flagra o momento em que o avião pousa sobre o solo coberto de água na tragédia das enchentes no Sul. Foto: @anselmo cunha

Anselmo Cunha flagra o momento em que o avião pousa sobre o solo coberto de água na tragédia das enchentes no Sul. Foto: @anselmo cunha

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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