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Reformular a obesidade pode encerrar o debate sobre o diagnóstico, mas os desafios de saúde permanecem | Saúde

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Andrew Gregory Health editor

A obesidade é um dos maiores desafios de saúde do mundo, causando uma enorme quantidade de vidas mais curtas e infelizes e um fardo crescente para os já sobrecarregados sistemas de saúde.

Não há dúvida de que mais pessoas do que nunca vivem com excesso de gordura corporal, e não há dúvida sobre os perigos de fazê-lo. A obesidade tem a capacidade de prejudicar todos os órgãos do corpo e aumenta o risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas, cancro e doenças mentais.

Mas, ao mesmo tempo, a ideia da obesidade como uma doença tem estado no centro de um dos debates mais controversos e polarizadores da medicina moderna. A polêmica está enraizada no fato de que, embora algumas pessoas possam marcar a caixa de serem obesas, atualmente determinadas como tendo um índice de massa corporal (IMC) superior a 30, elas não apresentam sinais ou sintomas de problemas de saúde e seus órgãos estão em perfeito funcionamento. ordem.

Outras pessoas actualmente não classificadas como obesas – porque o seu IMC é inferior a 30 – podem de facto ter graves problemas de saúde não diagnosticados como resultado directo do excesso de gordura corporal em torno do seu corpo.

Um novo relatóriode autoria de dezenas dos principais especialistas do mundo e publicado na revista The Lancet Diabetes & Endocrinology, visa finalmente resolver a disputa. Eles argumentam que é preciso haver uma “reenquadramento” em torno da obesidade para evitar que milhões de pessoas sejam diagnosticadas incorretamente e garantir que apenas o tratamento seja oferecido àqueles que precisam.

Primeiro, eles estão propondo uma forma mais precisa de diagnosticar a obesidade. Em vez de confiar apenas no IMC, eles dizem que outras medidas também devem ser usadas, como a circunferência da cintura, a relação cintura-quadril ou a relação cintura-altura – uma mudança importante, porque as pessoas podem armazenar excesso de gordura corporal em diferentes áreas do corpo. o corpo.

Alguns podem armazená-lo na cintura ou em órgãos, como o fígado ou o coração. Isto está associado a um maior risco para a saúde em comparação com quando o excesso de gordura é armazenado logo abaixo da pele nos braços, pernas ou outras áreas do corpo.

Os profissionais de saúde também devem agora procurar sinais e sintomas de problemas de saúde no paciente causados ​​pelo excesso de gordura corporal, disseram os especialistas.

Em segundo lugar, está a ser proposta uma mudança na forma como a doença é classificada, com duas novas categorias: obesidade clínica e obesidade pré-clínica.

As mudanças visam ajudar a reduzir o estigma e melhorar o tratamento dos pacientes. Aqueles diagnosticados com obesidade clínica poderiam receber medicamentos para perda de peso, enquanto aqueles com obesidade pré-clínica poderiam receber conselhos para se tornarem mais saudáveis ​​e evitarem engordar.

No entanto, embora as propostas possam ajudar a pôr fim ao debate sobre o diagnóstico, o desafio maior – reduzir a obesidade – permanece. Medidas como comer de forma mais saudável e lenta, tornar-se mais ativo, dormir melhor, controlar o estresse e limitar o tempo de tela podem ajudar as pessoas a reduzir o risco de desenvolver obesidade.

Mas seria imprudente pensar que as pessoas podem confiar apenas na educação e na força de vontade. Os governos, as empresas e as comunidades também devem fazer muito mais para ajudar as pessoas a superar ou evitar a obesidade.

Isso inclui promover viagens ativas para que as pessoas possam depender menos dos carros, reprimir a publicidade de junk food e combater ambientes alimentares destrutivos saturados com escolhas alimentares pouco saudáveis.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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