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Relação entre Reino Unido e Ucrânia ‘piorou desde que o Partido Trabalhista venceu as eleições’ | Ucrânia
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2 anos atrásem
Luke Harding and Dan Sabbagh in Kyiv
A relação da Ucrânia com o Reino Unido “piorou” desde que o governo trabalhista assumiu o poder em Julho, disseram autoridades em Kiev ao Guardian, expressando frustração pelo facto de a Grã-Bretanha não ter fornecido mísseis adicionais de longo alcance.
O primeiro-ministro do Reino Unido ainda não visitou a Ucrânia quatro meses depois de tomar posse e um Kiev frustrado disse que uma viagem seria inútil a menos que Keir Starmer comprometida em reabastecer os estoques do tão procurado sistema Storm Shadow de longo alcance.
“Não faz sentido que ele venha como turista”, disse uma figura importante da administração de Volodymyr Zelenskyy, numa altura em que a Ucrânia está profundamente preocupada com o impacto que a vitória eleitoral de Donald Trump nos EUA terá no seu esforço de guerra.
A Ucrânia está cada vez mais insatisfeita com Londres à medida que as tropas russas avançar no leste do país no ritmo mais rápido desde 2022, com as autoridades dos EUA a concluir que as linhas da frente já não podem ser consideradas estáticas. Os comandantes ucranianos disseram que estão fortemente desarmados.
Ao mesmo tempo, a vitória eleitoral de Trump na quarta-feira levantou preocupações de que os EUA poderiam interromper ou retardar a ajuda militar à Ucrânia, forçando Kiev a negociar uma paz humilhante com Rússia.
A principal queixa da Ucrânia ao Reino Unido é que este não forneceu quaisquer mísseis adicionais das suas reservas do Storm Shadow, mesmo para utilização contra alvos na Crimeia e noutros territórios ucranianos ocupados pela Rússia desde 2014.
O funcionário disse: “Isso não está acontecendo. Starmer não nos dará armas de longo alcance. A situação não é a mesma de quando Rishi Sunak era primeiro-ministro. A relação piorou.”
Sunak visitou Kyiv em novembro de 2022, um mês depois de se tornar primeiro-ministro. Boris Johnson, o seu único antecessor, desfrutava de uma relação estreita com Zelenskyy e foi considerado pela Ucrânia uma fonte crítica de apoio pouco depois de a Rússia ter lançado a sua invasão em grande escala em Fevereiro de 2022.
Storm Shadow é um míssil de cruzeiro altamente preciso com um alcance de cerca de 155 milhas desenvolvido através de uma colaboração anglo-francesa. As ações também são detidas pela Itália. Embora caro, custando US$ 1 milhão, é considerado eficaz contra alvos estáticos e tem sido usado para atacar ativos navais russos na Crimeia.
A Grã-Bretanha e a França disseram em 2023 que forneceriam mísseis Storm Shadow, conhecidos pelos franceses como Scalp, mas o número de ataques diminuiu durante 2024. “Vocês saberiam se o Reino Unido tivesse nos fornecido novos mísseis Storm Shadow porque estaríamos usando para atingir alvos russos. Não estamos”, acrescentou o funcionário.
O último ataque Storm Shadow reivindicado pelos militares ucranianos ocorreu em 5 de outubro, tendo como alvo postos de comando russos. Antes disso, pensava-se que cinco ou mais mísseis teriam sido usados contra a base naval de Sebastopol em março deste ano.
Starmer encontrou-se com Zelenskyy na quinta-feira numa cimeira política europeia em Budapeste. O primeiro-ministro disse que o apoio do Reino Unido à Ucrânia era “inabalável” e reconheceu que “precisamos de intensificar”. “É muito importante que estejamos com você”, disse Starmer.
Mas o presidente ucraniano apontou as frustrações privadas numa publicação nas redes sociais, acompanhada por uma fotografia dos dois líderes. “Um elemento importante do plano de vitória é fornecer à Ucrânia armamento de longo alcance e conceder permissão para usá-lo contra alvos militares em território russo”, disse Zelenskyy.
Durante a reunião com o primeiro-ministro do Reino Unido @Keir_Starmerdiscutimos a implementação do Plano Vitória e o apoio à nossa indústria de defesa.
Um elemento importante do Plano de Vitória é fornecer à Ucrânia armamento de longo alcance e conceder permissão para usá-lo contra… pic.twitter.com/BZubM9p9Xh
– Volodymyr Zelenskyy / Volodymyr Zelensky (@ZelenskyyUa) 7 de novembro de 2024
Em privado, fontes em Kiev queixaram-se de que a reunião na Hungria não conduziu a “nenhum progresso” na questão dos mísseis. Até que as entregas de Storm Shadow fossem retomadas, não fazia sentido que Starmer viajasse para Kiev, acrescentaram.
“Estamos discutindo desde agosto uma possível visita de Starmer. Várias datas vieram e se foram. Starmer adiou várias vezes”, disse o funcionário. Eles acrescentaram: “Não faz sentido ele vir como turista. No momento ele não está disposto a tomar as decisões necessárias.”
Downing Street disse que o “apoio do Reino Unido à Ucrânia é inflexível” e que Starmer deixou claro que o seu governo permaneceria ao lado da Ucrânia durante o tempo que fosse necessário, enfatizando o número de reuniões entre os dois líderes desde Trabalho assumiu o poder em julho.
após a promoção do boletim informativo
Um porta-voz do número 10 disse: “Uma das primeiras decisões do primeiro-ministro no cargo foi comprometer-se a gastar £ 3 bilhões em apoio à Ucrânia todos os anos – desde então, o primeiro-ministro encontrou-se seis vezes com o presidente Zelenskyy, incluindo recebê-lo duas vezes no número 10. , e encontrá-lo na reunião da comunidade política europeia na Hungria esta semana.”
A Grã-Bretanha é o terceiro maior doador de equipamento militar, depois dos EUA e da Alemanha. O total comprometido pelo Reino Unido desde 2022 foi de 12,8 mil milhões de libras, dos quais 5 mil milhões de libras são apoio financeiro e humanitário e 7,8 mil milhões de libras são ajuda militar.
Na sexta-feira, Starmer nomeou o chefe de gabinete de Tony Blair, Jonathan Powell como conselheiro de segurança nacional. Powell há muito que defende a negociação com os inimigos para alcançar a paz, o que levou um especialista ucraniano e historiador trabalhista a argumentar que poderia aumentar a pressão sobre Kiev para negociar uma trégua com a Rússia. Brian Brivati, ex-diretor do John Smith Trust, disse: “É claro que em algum momento terá de haver um acordo, mas para Trump e Powell é o fim dos combates que conta, o que não é o mesmo que paz”.
A administração cessante Biden tem 6 mil milhões de dólares restantes em assistência de segurança não atribuída, o suficiente para ajudar a Ucrânia até 2025, mas não está claro se conseguirá reunir as exportações com rapidez suficiente antes de Trump assumir o poder em Janeiro.
Zelenskyy também instou repetidamente o Reino Unido a suspender as restrições ao uso de Storm Shadows contra instalações militares no interior da Rússia. Considerava-se que Downing Street simpatizava com o pedido, mas não rescindiu a proibição devido à oposição entrincheirada da administração Biden.
A desilusão do lado ucraniano com o novo governo segue-se às discussões entre Starmer e Zelenskyy no mês passado, no 10º lugar. Zelenskyy apresentou o seu “plano de vitória”, que inclui a adesão da Ucrânia à OTAN e mais apoio militar e económico de aliados-chave.
O plano “não obteve grande resposta”, disse o alto funcionário. Sugeriram que Starmer não estava disposto a tomar decisões estratégicas sem a aprovação de Washington, apesar das garantias privadas que deu a Zelenskyy de que o Reino Unido tinha liberdade para agir de forma independente.
Nos últimos meses, o Kremlin intensificou os bombardeamentos com mísseis iranianos Shahed e balísticos, com um grande ataque de drones na manhã de quinta-feira. Grande parte da infra-estrutura energética da Ucrânia já foi destruída à medida que a estação gelada do Inverno se aproxima, e alertas de ataques aéreos em Kiev e noutras cidades soam praticamente todas as noites.
Enquanto isso, cerca de 10.000 soldados norte-coreanos estão se reunindo no oeste da Rússia para se juntarem à batalha contra a Ucrânia. Num post da semana passada no X, Zelenskyy acusou os EUA, o Reino Unido e a Alemanha de “assistir” passivamente enquanto o exército da Coreia do Norte participava numa guerra na Europa. Ele instou os aliados a aprovarem ataques de longo alcance para que as tropas norte-coreanas possam ser atacadas antes de matarem os ucranianos.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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