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Renato Aragão completa 90 anos; veja curiosidades – 13/01/2025 – Celebridades
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2 anos atrásem
Maria Paula Giacomelli
São Paulo
Em seus 90 anos, que completa nesta segunda-feira (13), Renato Aragão fez muita gente rir e ajudou a criar gerações de humoristas no Brasil. Crianças faziam fila de mãos dadas com os pais principalmente nas décadas de 1970 e 1980 para vê-lo em ação nos filmes de Os Trapalhões. Isso está na história do audiovisual nacional. O que pouca gente sabe é que sua vida esteve por um fio ainda jovem. Cuma?
É que em 1958 ele estava dentro de um avião que se chocou contra um morro em Campina Grande (PB), e em seguida, espatifou-se no solo. No voo morreram 13 pessoas. Renato, então com 23 anos, sobreviveu, e falar sobre o desastre é das poucas vezes em que não nos faz gargalhar.
Formado em direito, sentiu logo nos primeiros semestres que seu mundo não se resumiria àquele ambiente formal. Ele gostava de fazer graça, e assim ganhou a vida, principalmente ao encarnar seu mais famoso personagem: o Didi Mocó do quarteto que formava com Dedé, Mussum e Zacarias.
Nada parecia conseguir deter o sucesso dos quatro amigos atrapalhados, nem mesmo os generais da ditadura militar, a quem tiveram que submeter suas piadas antes de apresentá-las publicamente. Para agradecer a sua bem-sucedida carreira e vida familiar, o humorista, pai de cinco filhos de dois casamentos diferentes, subiu nos braços do Cristo Redentor, em 1991, numa cena até hoje vívida na memória de milhares de brasileiros. Saiba mais sobre Renato Aragão na galeria acima.
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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6 horas atrásem
10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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